Balaio Incomum, Folha Porreta, de Moacy Cirne, número 1090, Ano XIII, publicado no Rio de Janeiro em 28 de setembro de 1998
Moacy Cirne
Categoria: Categoria: Publicação seriadaSubcategoria: Boletim experimentalClassificação complementar: Poesia visual; Documento editorial; Arte conceitual; Documento de rede
Acervo: 04400
Data: 28 de setembro de 1998
Dimensões: 33 x 21,5 cm
Texto Salsa em portuguêsBalaio Incomum, Folha Porreta, de Moacy Cirne, número 1090, Ano XIII, publicado no Rio de Janeiro em 28 de setembro de 1998, com tiragem acumulada, incluindo reedições, de 202.900 cópias. A edição tem como abertura o texto Até Quando
, intervenção política de Moacy Cirne no contexto das eleições brasileiras de 1998. Por meio de uma sequência de perguntas, Cirne critica Fernando Henrique Cardoso, a situação da classe média brasileira, a dependência econômica do país diante dos credores internacionais e aquilo que define como ditadura da mídia e da mediocridade. O documento registra de forma direta o posicionamento político e cultural do autor diante do neoliberalismo, da política econômica, dos meios de comunicação e da conjuntura eleitoral do final da década de 1990.Na seção Recomendamos Especialmente, Moacy Cirne destaca Paulo Roberto Pires, identificado como antigo aluno e como um dos mais destacados jornalistas culturais da imprensa carioca. A nota registra o lançamento do livro Hélio Pellegrino, da coleção Perfis do Rio, ampliando o documento para o campo da crítica cultural, do jornalismo e da memória intelectual brasileira.O centro da folha apresenta uma contundente manifestação ligada às eleições de 4 de outubro de 1998. Sob a chamada Vamos mandar à merda aqueles políticos que querem fuder com o Brasil, o Balaio relaciona Fernando Henrique Cardoso, César Maia, Luiz Paulo, Roberto Campos e Moreira Franco, seguidos por uma extensa relação de políticos. Entre os nomes impressos aparecem Alcione Athayde, Alcir Cabral, Alexandre Santos, Arolde de Oliveira, Ayrton Xerez, Candinho Mattos, Carlos Alberto Campista, Eurico Miranda, Fernando Gonçalves, Francisco Dornelles, Francisco Silva, Itamar Serpa, João Mendes, Jorge Wilson, José Carlos Coutinho, José Egydio, Laprovita Vieira, Laura Carneiro, Lima Neto, Márcio Fortes, Nilton Cerqueira, Roberto Jefferson, Ronaldo C. Coelho, Ronaldo Santos, Rubem Medina, Sérgio Arouca e Vanessa Felippe. As siglas partidárias presentes incluem PSDB, PFL, PPB, PMDB, PTB, PPS e outras identificações impressas na própria folha.A relação é apresentada como contraponto a uma lista atribuída à Arquidiocese do Rio de Janeiro. Moacy Cirne informa que a nova lista foi organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal no Estado do Rio de Janeiro e aprovada e atualizada pelo Balaio. O texto afirma que, diferentemente da relação da Arquidiocese, considerada inquisitorial e criticada inclusive no contexto da CNBB, essa seleção buscaria considerar exclusivamente os interesses sociais do país. A conclusão transforma o voto na oposição em questão não apenas política, mas também social e existencial.A edição contém ainda a seção Agitação Cultural no IACS, importante registro da vida cultural e universitária da Universidade Federal Fluminense. O texto anuncia para uma quarta feira, a partir das 20 horas, na sala 1 do Instituto, o lançamento simultâneo de três livros de professores do IACS. José Marinho, ligado ao Cinema, apresentaria pela EDUFF o livro Dos homens e das pedras, dedicado ao cinedocumentário paraibano dos anos 1960. Afonso Henriques Neto, ligado à Publicidade, apresentaria o livro de poemas Eles devem ter visto o caos, publicado pela Sette Letras. Também é mencionado Rio Vermelho, da poesia ao poema processo, publicado pela Fundação José Augusto, de Natal.A programação cultural anunciada incluía ainda a apresentação do vídeo Judas em sábado de aleluia, dirigido por José Marinho, e do CD ROM Universo Gentileza, de Leonardo Guelman, relacionado ao campo da Arte. Essa seção amplia significativamente o interesse histórico do documento, pois conecta o Balaio Incomum à Universidade Federal Fluminense, ao IACS, à EDUFF, ao cinema documental, à poesia, ao Poema Processo, à Fundação José Augusto, à produção multimídia e à vida cultural universitária do Rio de Janeiro.Na seção A Merdice de Ilmar Galvão, Moacy Cirne critica declarações do então presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Ilmar Galvão, considerando que elas favoreceriam indiretamente FHC e ACM e comprometeriam a lisura do processo eleitoral. A crítica constitui outro registro das tensões políticas presentes durante a campanha eleitoral de 1998.A parte final apresenta Balaios que mexeram com a galera. Moacy Cirne informa que números antigos do Balaio começaram a ser novamente distribuídos dentro e fora da Universidade Federal Fluminense. A série recebe o nome Balaios que marcaram época. O terceiro número seria distribuído durante o lançamento múltiplo de livros no IACS, e novas reimpressões estavam previstas até dezembro. O texto esclarece ainda que essas reedições seriam contabilizadas na tiragem acumulada do jornalzine.Balaio Incomum 1090 constitui documento relevante para pesquisas sobre Moacy Cirne, Folha Porreta, Balaio Incomum, eleições brasileiras de 1998, Fernando Henrique Cardoso, César Maia, Roberto Campos, Moreira Franco, Ilmar Galvão, Antônio Carlos Magalhães, PSDB, PFL, PPB, PMDB, crítica ao neoliberalismo, crítica da mídia, política brasileira, imprensa alternativa, Universidade Federal Fluminense, IACS, EDUFF, José Marinho, Afonso Henriques Neto, Paulo Roberto Pires, Hélio Pellegrino, Rio Vermelho, Poema Processo, poesia brasileira, cinema documental, Leonardo Guelman, Universo Gentileza e circulação independente de cultura e informação no Brasil.Salsa text in EnglishBalaio Incomum, Folha Porreta, by Moacy Cirne, number 1090, Year XIII, published in Rio de Janeiro on 28 September 1998, with a cumulative circulation, including reissues, of 202,900 copies. The issue opens with the text Until When
, a political intervention by Moacy Cirne in the context of the Brazilian elections of 1998. Through a sequence of questions, Cirne criticizes Fernando Henrique Cardoso, the situation of the Brazilian middle class, the economic dependence of the country on international creditors and what he describes as the dictatorship of the media and mediocrity. The document directly records the political and cultural position of the author regarding neoliberalism, economic policy, mass communication and the electoral situation at the end of the 1990s.In the section Especially Recommended, Moacy Cirne highlights Paulo Roberto Pires, identified as a former student and as one of the most prominent cultural journalists of the Rio de Janeiro press. The note records the publication of the book Hélio Pellegrino, from the Perfis do Rio collection, extending the documentary relevance of the page into the fields of cultural criticism, journalism and Brazilian intellectual memory.The center of the sheet presents a forceful political statement connected with the elections of 4 October 1998. Under a call urging readers to reject politicians considered harmful to Brazil, Balaio names Fernando Henrique Cardoso, César Maia, Luiz Paulo, Roberto Campos and Moreira Franco, followed by an extensive list of political figures. Among the names printed are Alcione Athayde, Alcir Cabral, Alexandre Santos, Arolde de Oliveira, Ayrton Xerez, Candinho Mattos, Carlos Alberto Campista, Eurico Miranda, Fernando Gonçalves, Francisco Dornelles, Francisco Silva, Itamar Serpa, João Mendes, Jorge Wilson, José Carlos Coutinho, José Egydio, Laprovita Vieira, Laura Carneiro, Lima Neto, Márcio Fortes, Nilton Cerqueira, Roberto Jefferson, Ronaldo C. Coelho, Ronaldo Santos, Rubem Medina, Sérgio Arouca and Vanessa Felippe. Political party abbreviations appearing on the sheet include PSDB, PFL, PPB, PMDB, PTB and PPS, among others.The list is presented as a counterpoint to another list attributed to the Archdiocese of Rio de Janeiro. Moacy Cirne states that the new selection was organized by the Union of Federal Public Service Workers in the State of Rio de Janeiro and approved and updated by Balaio. The text argues that, unlike the list produced by the Archdiocese, which is characterized as inquisitorial and criticized in relation to the CNBB, this selection would take into account exclusively the social interests of the country. The conclusion presents voting for the opposition not only as a political question but also as a social and existential one.The issue also includes the section Cultural Agitation at IACS, an important record of cultural and academic life at the Fluminense Federal University. The text announces that on the following Wednesday, beginning at 8 pm in room 1 of the Institute, three books by IACS professors would be launched. José Marinho, associated with Cinema, would present through EDUFF the book Dos homens e das pedras, devoted to documentary cinema from Paraíba during the 1960s. Afonso Henriques Neto, associated with Advertising, would present the poetry book Eles devem ter visto o caos, published by Sette Letras. Rio Vermelho, da poesia ao poema processo, published by Fundação José Augusto in Natal, is also mentioned.The cultural program also included a presentation of the video Judas em sábado de aleluia, directed by José Marinho, and the CD ROM Universo Gentileza, by Leonardo Guelman, associated with the field of Art. This section significantly expands the historical importance of the document by connecting Balaio Incomum with the Fluminense Federal University, IACS, EDUFF, documentary cinema, poetry, Poema Processo, Fundação José Augusto, multimedia production and university cultural life in Rio de Janeiro.In the section concerning Ilmar Galvão, Moacy Cirne criticizes statements by the then president of the Brazilian Superior Electoral Court, arguing that they indirectly favored FHC and ACM and compromised the fairness of the electoral process. This criticism provides another record of the political tensions surrounding the 1998 election campaign.The final section, Balaios that moved the crowd, reports that older issues of Balaio had begun to be distributed again both inside and outside the Fluminense Federal University. The series was called Balaios that marked an era. The third issue would circulate during the multiple book launch at IACS, and additional reprints were planned through December. The text also explains that these reissues would be included in the cumulative circulation count of the publication.Balaio Incomum 1090 is an important document for research on Moacy Cirne, Folha Porreta, Balaio Incomum, the Brazilian elections of 1998, Fernando Henrique Cardoso, César Maia, Roberto Campos, Moreira Franco, Ilmar Galvão, Antônio Carlos Magalhães, PSDB, PFL, PPB, PMDB, criticism of neoliberalism, media criticism, Brazilian politics, alternative publishing, Fluminense Federal University, IACS, EDUFF, José Marinho, Afonso Henriques Neto, Paulo Roberto Pires, Hélio Pellegrino, Rio Vermelho, Poema Processo, Brazilian poetry, documentary cinema, Leonardo Guelman, Universo Gentileza and the independent circulation of culture and information in Brazil.
Texto de observação em portuguêsDocumento impresso em preto e branco correspondente ao Balaio Incomum número 1090, Ano XIII, Folha Porreta, de Moacy Cirne, publicado no Rio de Janeiro em 28 de setembro de 1998. A folha registra tiragem acumulada, considerando as reedições, de 202.900 exemplares. A composição reúne crítica política, recomendações culturais, mobilização eleitoral, notícias universitárias, comentários sobre o Tribunal Superior Eleitoral e informações sobre a circulação de números históricos do próprio Balaio.O título Até Quando
introduz quatro perguntas de forte caráter político e retórico. Moacy Cirne questiona Fernando Henrique Cardoso, a situação econômica e social da classe média, a submissão brasileira aos credores internacionais e o domínio da mídia. O conjunto constitui registro explícito da oposição de Cirne ao governo FHC, ao neoliberalismo e à concentração de poder dos meios de comunicação.A recomendação do livro Hélio Pellegrino, de Paulo Roberto Pires, acrescenta uma dimensão de crítica literária e jornalismo cultural à folha. Cirne identifica Pires como antigo aluno e jornalista cultural de destaque da imprensa carioca, fornecendo um registro das redes intelectuais e profissionais ligadas ao autor do Balaio.A extensa lista eleitoral ocupa posição central e documenta nomes e partidos atuantes na política do Rio de Janeiro e do Brasil em 1998. A folha menciona Fernando Henrique Cardoso, César Maia, Luiz Paulo, Roberto Campos, Moreira Franco, Alcione Athayde, Alcir Cabral, Alexandre Santos, Arolde de Oliveira, Ayrton Xerez, Candinho Mattos, Carlos Alberto Campista, Eurico Miranda, Fernando Gonçalves, Francisco Dornelles, Francisco Silva, Itamar Serpa, João Mendes, Jorge Wilson, José Carlos Coutinho, José Egydio, Laprovita Vieira, Laura Carneiro, Lima Neto, Márcio Fortes, Nilton Cerqueira, Roberto Jefferson, Ronaldo C. Coelho, Ronaldo Santos, Rubem Medina, Sérgio Arouca e Vanessa Felippe.Segundo o próprio texto, a lista foi organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal no Estado do Rio de Janeiro e atualizada pelo Balaio. O documento a contrapõe à atuação da Arquidiocese do Rio de Janeiro e menciona a CNBB, inserindo a folha no debate sobre religião, política, eleições, sindicatos, voto e participação social.A seção Agitação Cultural no IACS é especialmente importante para a documentação da Universidade Federal Fluminense. Registra atividades acadêmicas e culturais envolvendo José Marinho, Afonso Henriques Neto e Leonardo Guelman, além de citar EDUFF, Sette Letras e Fundação José Augusto. Os títulos Dos homens e das pedras, Eles devem ter visto o caos, Rio Vermelho, da poesia ao poema processo, Judas em sábado de aleluia e Universo Gentileza fornecem importantes pontos de indexação para pesquisas sobre cinema, poesia, Poema Processo, arte, multimídia e produção universitária.A referência a Rio Vermelho, da poesia ao poema processo, estabelece conexão direta com a história e a memória do Poema Processo. Sua presença em uma programação cultural do IACS em 1998 demonstra a continuidade da circulação do movimento no ambiente universitário e intelectual décadas após seu lançamento.Na seção dedicada a Ilmar Galvão, o Balaio registra uma crítica ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral por declarações consideradas favoráveis a FHC e ACM. Já Balaios que mexeram com a galera documenta a política de reimpressão e redistribuição de edições antigas. O nome da série, Balaios que marcaram época, evidencia uma iniciativa consciente de preservação e recirculação da memória editorial da publicação.Para fins de catalogação e indexação, o documento possui relações diretas com Moacy Cirne, Balaio Incomum, Folha Porreta, Rio de Janeiro, 28 de setembro de 1998, eleições de 1998, Fernando Henrique Cardoso, neoliberalismo, mídia brasileira, Universidade Federal Fluminense, UFF, IACS, EDUFF, Poema Processo, Paulo Roberto Pires, Hélio Pellegrino, José Marinho, Afonso Henriques Neto, Leonardo Guelman, Rio Vermelho, Fundação José Augusto, Tribunal Superior Eleitoral, Ilmar Galvão, CNBB, Arquidiocese do Rio de Janeiro, sindicalismo, imprensa alternativa e cultura brasileira dos anos 1990.Observation text in EnglishBlack and white printed document corresponding to Balaio Incomum number 1090, Year XIII, Folha Porreta, by Moacy Cirne, published in Rio de Janeiro on 28 September 1998. The sheet records a cumulative circulation, including reissues, of 202,900 copies. Its composition combines political criticism, cultural recommendations, electoral mobilization, university news, commentary on the Brazilian Superior Electoral Court and information about the renewed circulation of historical issues of Balaio itself.The title Until When
introduces four strongly political and rhetorical questions. Moacy Cirne questions Fernando Henrique Cardoso, the economic and social condition of the middle class, Brazilian dependence on international creditors and the dominance of mass media. The sequence provides explicit evidence of the opposition of Cirne to the FHC government, neoliberalism and concentrated media power.The recommendation of the book Hélio Pellegrino by Paulo Roberto Pires adds a dimension of literary criticism and cultural journalism to the page. Cirne identifies Pires as a former student and an important cultural journalist in the Rio de Janeiro press, documenting professional and intellectual networks connected with the author of Balaio.The extensive electoral list occupies a central position and records the names and political parties active in Rio de Janeiro and Brazilian politics in 1998. The sheet mentions Fernando Henrique Cardoso, César Maia, Luiz Paulo, Roberto Campos, Moreira Franco, Alcione Athayde, Alcir Cabral, Alexandre Santos, Arolde de Oliveira, Ayrton Xerez, Candinho Mattos, Carlos Alberto Campista, Eurico Miranda, Fernando Gonçalves, Francisco Dornelles, Francisco Silva, Itamar Serpa, João Mendes, Jorge Wilson, José Carlos Coutinho, José Egydio, Laprovita Vieira, Laura Carneiro, Lima Neto, Márcio Fortes, Nilton Cerqueira, Roberto Jefferson, Ronaldo C. Coelho, Ronaldo Santos, Rubem Medina, Sérgio Arouca and Vanessa Felippe.According to the text itself, the list was organized by the Union of Federal Public Service Workers in the State of Rio de Janeiro and updated by Balaio. The document contrasts it with the actions of the Archdiocese of Rio de Janeiro and mentions the CNBB, placing the sheet within debates about religion, politics, elections, trade unions, voting and social participation.The section Cultural Agitation at IACS is particularly important for documenting the Fluminense Federal University. It records academic and cultural activities involving José Marinho, Afonso Henriques Neto and Leonardo Guelman, while also mentioning EDUFF, Sette Letras and Fundação José Augusto. The titles Dos homens e das pedras, Eles devem ter visto o caos, Rio Vermelho, da poesia ao poema processo, Judas em sábado de aleluia and Universo Gentileza provide important indexing points for research into cinema, poetry, Poema Processo, art, multimedia and university production.The reference to Rio Vermelho, da poesia ao poema processo establishes a direct connection with the history and memory of Poema Processo. Its presence in an IACS cultural program in 1998 demonstrates the continued circulation of the movement within university and intellectual environments decades after its emergence.In the section concerning Ilmar Galvão, Balaio records criticism of the president of the Brazilian Superior Electoral Court for statements considered favorable to FHC and ACM. The section Balaios that moved the crowd documents the policy of reprinting and redistributing earlier issues. The series title Balaios that marked an era demonstrates a conscious effort to preserve and recirculate the editorial memory of the publication.For cataloguing and indexing purposes, the document is directly associated with Moacy Cirne, Balaio Incomum, Folha Porreta, Rio de Janeiro, 28 September 1998, the 1998 elections, Fernando Henrique Cardoso, neoliberalism, Brazilian media, Fluminense Federal University, UFF, IACS, EDUFF, Poema Processo, Paulo Roberto Pires, Hélio Pellegrino, José Marinho, Afonso Henriques Neto, Leonardo Guelman, Rio Vermelho, Fundação José Augusto, Brazilian Superior Electoral Court, Ilmar Galvão, CNBB, Archdiocese of Rio de Janeiro, trade union activity, alternative publishing and Brazilian culture of the 1990s.
Inglês
Balaio Incomum, Folha Porreta, by Moacy Cirne, number 1090, Year XIII, published in Rio de Janeiro on 28 September 1998
Dimensions: 13 x 8,5 in
