Home Acervo Balaio Incomun, Folha Porreta, número 1082, Ano XII, Rio de Janeiro, 2 de setembro de 1998

Balaio Incomun, Folha Porreta, número 1082, Ano XII, Rio de Janeiro, 2 de setembro de 1998

Moacy Cirne

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Categoria: Categoria: Publicação seriadaSubcategoria: Boletim experimentalClassificação complementar: Poesia visual; Documento editorial; Arte conceitual; Documento de rede

Acervo: 04393

Data: 2 de setembro de 1998

Dimensões: 33 x 21,5 cm

TEXTO SALSA EM PORTUGUÊSBalaio Incomun, Folha Porreta, número 1082, Ano XII, Rio de Janeiro, 2 de setembro de 1998, publicação de Moacy Cirne, com tiragem acumulada indicada de 201.050 cópias. O exemplar reúne reflexão política e universitária, memória histórica brasileira, literatura moral francesa, pensamento crítico e música popular brasileira. Os principais núcleos da página são Participar é Preciso, A Espada do Coronel, Máximas e Máximas de La Rochefoucauld e algumas de Moacy Cirne e 130 Anos de Choro.Na abertura, Participar é Preciso apresenta uma defesa explícita da participação social e política. Moacy Cirne afirma que, apesar de um Brasil marcado pelo desencanto, pela influência da mídia e da escola oficial e pela revolta diante de diferentes aspectos da realidade nacional, é necessário participar. Para o autor, participar significa sobretudo integrar a vida comunitária e universitária e assumir uma presença ativa na política, seja partidária ou alternativa. Cirne critica aqueles que desqualificam trabalhadores rurais e movimentos sociais e relaciona a participação à defesa da cidadania e da responsabilidade coletiva.O texto também comenta a desigualdade social e a cultura de massa, mencionando o apresentador Ratinho e a informação de que ele passaria a receber um milhão por mês. Cirne reproduz uma observação de Gilberto Dimenstein publicada na Folha de S.Paulo em 30 de agosto de 1998, apresentando o episódio como mais uma vitória da ignorância. A referência situa a publicação no debate brasileiro sobre televisão, mídia, desigualdade econômica, educação e formação cultural no final da década de 1990.A seção A Espada do Coronel apresenta uma pequena história vinculada ao universo de Luís da Câmara Cascudo. O episódio envolve o coronel Hermenegildo José Veloso da Silveira, português ligado ao Real Corpo de Engenheiros, e uma espada associada à autoridade e à dignidade militar. A narrativa explora memória, tradição, honra, linguagem popular e humor, características frequentemente presentes na recuperação de histórias e personagens do Nordeste brasileiro. O texto estabelece relação com Câmara Cascudo e cita como referência Câmara Cascudo, um brasileiro feliz, de Diógenes da Cunha Lima, publicado no Rio de Janeiro pela Lidador em 1998. A folha também registra a referência O Tempo e Eu, de 1968, importante obra memorialística de Câmara Cascudo.Em Máximas e Máximas de La Rochefoucauld e algumas de Moacy Cirne, a página reúne pensamentos breves sobre paixão, amor, amizade, virtude, hipocrisia, inteligência, corpo, engano e comportamento humano. Entre as ideias apresentadas estão a capacidade da paixão de tornar lúcido o homem mais limitado, a raridade da verdadeira amizade, a existência de defeitos que podem revelar maior brilho do que certas virtudes, a impossibilidade de olhar fixamente para o sol e para a morte, a hipocrisia entendida como homenagem do vício à virtude e a dificuldade humana de reconhecer os próprios defeitos.Moacy Cirne acrescenta suas próprias formulações ao repertório de La Rochefoucauld, produzindo um diálogo entre a tradição das máximas morais francesas e sua escrita crítica e irônica. A fonte indicada para La Rochefoucauld é Reflexões e Máximas Morais, edição da Cultrix, São Paulo, 1962. Essa seção amplia o caráter literário e filosófico de Balaio Incomun e demonstra o interesse de Cirne pelo aforismo, pela ironia e pela condensação verbal.A seção 130 Anos de Choro é dedicada à história e à discografia do gênero musical brasileiro. Moacy Cirne apresenta o livro Choro, do Quintal ao Municipal, edição 34, Rio de Janeiro, 1998, de Henrique Cazes, como referência para compreender a história do choro e para estabelecer uma discografia básica do gênero. O texto informa que Henrique Cazes ouviu especialistas, entre eles Sérgio Cabral, para construir sua seleção.Entre os discos e músicos mencionados aparecem Vibrações, de Jacob do Bandolim, Choros, Valsas, Tangos e Polcas, também de Jacob do Bandolim, 100 Anos, relacionado a Pixinguinha, Choros Imortais, de Altamiro Carrilho, Um Cavaquinho Acontece, de Waldir Azevedo, Memórias Chorando, de Paulinho da Viola, Chorando de Verdade, de Joel Nascimento, Mistura e Manda, de Paulo Moura, gravações ligadas a Abel Ferreira, Tributo a Jacob, com Radamés Gnattali e Camerata Carioca, Choro em Família, de Deo Rian, e Dois Irmãos, de Paulo Moura e Rafael Rabello.A seleção evidencia a importância de Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Altamiro Carrilho, Waldir Azevedo, Paulinho da Viola, Joel Nascimento, Paulo Moura, Abel Ferreira, Radamés Gnattali, Camerata Carioca, Deo Rian e Rafael Rabello para a memória e a continuidade do choro brasileiro. Ao destacar gravações históricas e intérpretes de diferentes gerações, Cirne aproxima preservação cultural, discografia e formação de repertório.Balaio Incomun número 1082 constitui fonte relevante para pesquisas sobre Moacy Cirne, Folha Porreta, participação política, cidadania, universidade, mídia brasileira, Gilberto Dimenstein, Folha de S.Paulo, Ratinho, Luís da Câmara Cascudo, Diógenes da Cunha Lima, memória nordestina, La Rochefoucauld, aforismo, máximas morais, literatura francesa, música brasileira, história do choro, Henrique Cazes, Sérgio Cabral, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Altamiro Carrilho, Waldir Azevedo, Paulinho da Viola, Paulo Moura, Abel Ferreira, Radamés Gnattali, Camerata Carioca, Deo Rian, Rafael Rabello e cultura brasileira dos anos 1990.TEXTO SALSA EM INGLÊSBalaio Incomun, Folha Porreta, issue 1082, Year XII, Rio de Janeiro, September 2, 1998, published by Moacy Cirne, with an accumulated circulation indicated as 201,050 copies. The issue combines political and university reflection, Brazilian historical memory, French moral literature, critical thought and Brazilian popular music. Its principal sections are Participar é Preciso, A Espada do Coronel, Máximas e Máximas de La Rochefoucauld e algumas de Moacy Cirne and 130 Anos de Choro.The opening section Participar é Preciso presents an explicit defense of social and political participation. Moacy Cirne argues that even in a Brazil marked by disenchantment, the influence of official media and education and widespread frustration with national conditions, participation remains necessary. For Cirne, participation means above all taking part in community and university life and maintaining an active presence in politics, whether through party politics or alternative forms of organization. He criticizes those who discredit rural workers and social movements and connects participation with citizenship and collective responsibility.The text also comments on social inequality and mass culture, mentioning television presenter Ratinho and the report that he would receive one million per month. Cirne reproduces an observation by Gilberto Dimenstein published in Folha de S.Paulo on August 30, 1998, presenting the episode as another victory of ignorance. The reference places the publication within Brazilian debates about television, media, economic inequality, education and cultural formation in the late 1990s.The section A Espada do Coronel presents a short story associated with the cultural universe of Luís da Câmara Cascudo. The episode involves Colonel Hermenegildo José Veloso da Silveira, a Portuguese figure connected with the Royal Corps of Engineers, and a sword associated with military authority and dignity. The narrative explores memory, tradition, honor, popular language and humor, characteristics frequently associated with accounts of historical personalities and traditions from northeastern Brazil. The page connects the episode with Câmara Cascudo and cites Câmara Cascudo, um brasileiro feliz by Diógenes da Cunha Lima, published in Rio de Janeiro by Lidador in 1998. It also records O Tempo e Eu from 1968, an important memoir by Câmara Cascudo.In Máximas e Máximas de La Rochefoucauld e algumas de Moacy Cirne, the page brings together short reflections on passion, love, friendship, virtue, hypocrisy, intelligence, the body, deception and human behavior. Among the ideas presented are the ability of passion to make a limited person perceptive, the rarity of true friendship, the existence of faults that can possess greater brilliance than certain virtues, the impossibility of looking directly at either the sun or death, hypocrisy as a tribute paid by vice to virtue and the human difficulty of recognizing personal faults.Moacy Cirne adds his own formulations to those associated with La Rochefoucauld, creating a dialogue between the French tradition of moral maxims and his own critical and ironic writing. The source indicated for La Rochefoucauld is Reflexões e Máximas Morais, published by Cultrix in São Paulo in 1962. This section expands the literary and philosophical character of Balaio Incomun and demonstrates Cirne's interest in aphorism, irony and verbal condensation.The section 130 Anos de Choro is devoted to the history and discography of the Brazilian musical genre choro. Moacy Cirne presents the book Choro, do Quintal ao Municipal, edition 34, Rio de Janeiro, 1998, by Henrique Cazes as an important reference for understanding the history of choro and establishing a basic discography of the genre. The text states that Henrique Cazes consulted specialists including Sérgio Cabral in preparing his selection.Recordings and musicians mentioned include Vibrações by Jacob do Bandolim, Choros, Valsas, Tangos e Polcas also by Jacob do Bandolim, 100 Anos associated with Pixinguinha, Choros Imortais by Altamiro Carrilho, Um Cavaquinho Acontece by Waldir Azevedo, Memórias Chorando by Paulinho da Viola, Chorando de Verdade by Joel Nascimento, Mistura e Manda by Paulo Moura, recordings associated with Abel Ferreira, Tributo a Jacob with Radamés Gnattali and Camerata Carioca, Choro em Família by Deo Rian and Dois Irmãos by Paulo Moura and Rafael Rabello.The selection demonstrates the importance of Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Altamiro Carrilho, Waldir Azevedo, Paulinho da Viola, Joel Nascimento, Paulo Moura, Abel Ferreira, Radamés Gnattali, Camerata Carioca, Deo Rian and Rafael Rabello to the history and continuity of Brazilian choro. By emphasizing historical recordings and performers from different generations, Cirne connects cultural preservation, discography and musical education.Balaio Incomun issue 1082 is an important source for research on Moacy Cirne, Folha Porreta, political participation, citizenship, universities, Brazilian media, Gilberto Dimenstein, Folha de S.Paulo, Ratinho, Luís da Câmara Cascudo, Diógenes da Cunha Lima, northeastern Brazilian memory, La Rochefoucauld, aphorisms, moral maxims, French literature, Brazilian music, the history of choro, Henrique Cazes, Sérgio Cabral, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Altamiro Carrilho, Waldir Azevedo, Paulinho da Viola, Paulo Moura, Abel Ferreira, Radamés Gnattali, Camerata Carioca, Deo Rian, Rafael Rabello and Brazilian culture in the 1990s.

TEXTO DE OBSERVAÇÃO EM PORTUGUÊSDocumento original pertencente à série Balaio Incomun, Folha Porreta, de Moacy Cirne, número 1082, Ano XII, datado de 2 de setembro de 1998, Rio de Janeiro. A folha informa tiragem acumulada de 201.050 cópias. O exemplar reúne quatro conjuntos de especial interesse documental, uma defesa da participação social e universitária, uma narrativa associada à memória de Câmara Cascudo, uma seleção de máximas de La Rochefoucauld e Moacy Cirne e uma seção dedicada aos 130 anos do choro.Participar é Preciso registra a posição de Cirne sobre cidadania e participação política no Brasil de 1998. Mesmo diante do desencanto social, o autor considera indispensável participar principalmente da vida comunitária e universitária. A política é apresentada como campo do qual não se deve fugir, seja por meio de estruturas partidárias ou de formas alternativas de atuação. O texto critica discursos que criminalizam ou desqualificam trabalhadores rurais e registra preocupação com desigualdade, mídia e formação cultural.A referência a Gilberto Dimenstein e à Folha de S.Paulo, com data de 30 de agosto de 1998, acrescenta valor documental ao texto ao situar a discussão em relação ao debate jornalístico da época. A menção ao apresentador Ratinho e à remuneração televisiva serve como ponto para uma crítica à valorização da cultura de massa em contraste com problemas educacionais e sociais.A Espada do Coronel pertence ao campo da memória histórica e da narrativa de costumes ligada a Luís da Câmara Cascudo. O texto menciona o coronel Hermenegildo José Veloso da Silveira e uma espada cuja presença funciona como símbolo de autoridade, honra e identidade militar. A referência bibliográfica a Câmara Cascudo, um brasileiro feliz, de Diógenes da Cunha Lima, Lidador, Rio de Janeiro, 1998, permite relacionar a folha à fortuna crítica e biográfica de Câmara Cascudo. Também aparece O Tempo e Eu, de 1968.Máximas e Máximas de La Rochefoucauld e algumas de Moacy Cirne reúne aforismos sobre amor, paixão, amizade, virtude, hipocrisia, loucura, inteligência e comportamento humano. O texto estabelece diálogo entre La Rochefoucauld e a produção aforística de Cirne. A referência bibliográfica impressa é Reflexões e Máximas Morais, Cultrix, São Paulo, 1962. A seção evidencia a prática de Balaio Incomun de misturar citação literária, apropriação crítica, comentário pessoal e criação autoral.A seção 130 Anos de Choro possui especial valor para a história da música popular brasileira. Cirne destaca Choro, do Quintal ao Municipal, de Henrique Cazes, publicado no Rio de Janeiro em 1998, e utiliza a publicação como ponto de partida para uma discografia básica do gênero. Sérgio Cabral é citado entre os especialistas consultados para a seleção.A discografia menciona Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Altamiro Carrilho, Waldir Azevedo, Paulinho da Viola, Joel Nascimento, Paulo Moura, Abel Ferreira, Radamés Gnattali, Camerata Carioca, Deo Rian e Rafael Rabello. Entre os títulos encontram se Vibrações, Choros, Valsas, Tangos e Polcas, 100 Anos, Choros Imortais, Um Cavaquinho Acontece, Memórias Chorando, Chorando de Verdade, Mistura e Manda, Tributo a Jacob, Choro em Família e Dois Irmãos.Esse conjunto transforma o exemplar em fonte para pesquisas sobre história do choro, discografia brasileira, memória fonográfica, bandolim, cavaquinho, flauta, clarineta, samba e música instrumental. A escolha de intérpretes de diferentes gerações também evidencia a continuidade histórica do choro e sua capacidade de renovação.Balaio Incomun número 1082 possui especial relevância para indexação de Moacy Cirne, Balaio Incomun, Folha Porreta, Participar é Preciso, participação política, cidadania, universidade, vida universitária, cultura brasileira, mídia, Gilberto Dimenstein, Luís da Câmara Cascudo, Câmara Cascudo, Diógenes da Cunha Lima, O Tempo e Eu, La Rochefoucauld, Reflexões e Máximas Morais, aforismos, literatura francesa, Henrique Cazes, Choro do Quintal ao Municipal, Sérgio Cabral, 130 anos de choro, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Altamiro Carrilho, Waldir Azevedo, Paulinho da Viola, Joel Nascimento, Paulo Moura, Abel Ferreira, Radamés Gnattali, Camerata Carioca, Deo Rian, Rafael Rabello, música popular brasileira e memória cultural brasileira.TEXTO DE OBSERVAÇÃO EM INGLÊSOriginal document from the Balaio Incomun, Folha Porreta series by Moacy Cirne, issue 1082, Year XII, dated September 2, 1998, Rio de Janeiro. The sheet indicates an accumulated circulation of 201,050 copies. The issue brings together four areas of particular documentary interest, a defense of social and university participation, a narrative associated with the memory of Câmara Cascudo, a selection of maxims by La Rochefoucauld and Moacy Cirne and a section devoted to 130 years of choro.Participar é Preciso records Cirne's position on citizenship and political participation in Brazil in 1998. Even in a climate of social disenchantment, the author considers participation indispensable, particularly in community and university life. Politics is presented as a field that should not be abandoned, whether through party structures or alternative forms of action. The text criticizes discourses that criminalize or discredit rural workers and expresses concern with inequality, the media and cultural formation.The reference to Gilberto Dimenstein and Folha de S.Paulo, dated August 30, 1998, adds documentary value by situating the discussion within contemporary Brazilian journalism. The mention of television presenter Ratinho and television remuneration becomes a point of departure for criticism of the valuation of mass culture in contrast with educational and social problems.A Espada do Coronel belongs to the field of historical memory and narratives of customs associated with Luís da Câmara Cascudo. The text mentions Colonel Hermenegildo José Veloso da Silveira and a sword whose presence functions as a symbol of military authority, honor and identity. The bibliographic reference to Câmara Cascudo, um brasileiro feliz by Diógenes da Cunha Lima, published by Lidador in Rio de Janeiro in 1998, connects the page with biographical and critical studies of Câmara Cascudo. O Tempo e Eu from 1968 is also mentioned.Máximas e Máximas de La Rochefoucauld e algumas de Moacy Cirne brings together aphorisms concerning love, passion, friendship, virtue, hypocrisy, madness, intelligence and human behavior. The section creates a dialogue between La Rochefoucauld and Cirne's own aphoristic writing. The printed bibliographic reference is Reflexões e Máximas Morais, Cultrix, São Paulo, 1962. The section demonstrates the Balaio Incomun practice of combining literary citation, critical appropriation, personal commentary and original writing.The section 130 Anos de Choro is especially valuable for the history of Brazilian popular music. Cirne highlights Choro, do Quintal ao Municipal by Henrique Cazes, published in Rio de Janeiro in 1998, and uses the publication as the basis for a fundamental discography of the genre. Sérgio Cabral is mentioned among the specialists consulted for the selection.The discography includes Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Altamiro Carrilho, Waldir Azevedo, Paulinho da Viola, Joel Nascimento, Paulo Moura, Abel Ferreira, Radamés Gnattali, Camerata Carioca, Deo Rian and Rafael Rabello. Titles include Vibrações, Choros, Valsas, Tangos e Polcas, 100 Anos, Choros Imortais, Um Cavaquinho Acontece, Memórias Chorando, Chorando de Verdade, Mistura e Manda, Tributo a Jacob, Choro em Família and Dois Irmãos.This material makes the issue a valuable source for research into the history of choro, Brazilian discography, recorded sound memory, mandolin, cavaquinho, flute, clarinet, samba and instrumental music. The selection of musicians from different generations also demonstrates the historical continuity of choro and its capacity for renewal.Balaio Incomun issue 1082 is especially relevant for indexing Moacy Cirne, Balaio Incomun, Folha Porreta, Participar é Preciso, political participation, citizenship, universities, university life, Brazilian culture, media, Gilberto Dimenstein, Luís da Câmara Cascudo, Câmara Cascudo, Diógenes da Cunha Lima, O Tempo e Eu, La Rochefoucauld, Reflexões e Máximas Morais, aphorisms, French literature, Henrique Cazes, Choro do Quintal ao Municipal, Sérgio Cabral, 130 years of choro, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Altamiro Carrilho, Waldir Azevedo, Paulinho da Viola, Joel Nascimento, Paulo Moura, Abel Ferreira, Radamés Gnattali, Camerata Carioca, Deo Rian, Rafael Rabello, Brazilian popular music and Brazilian cultural memory.


Inglês

Balaio Incomun, Folha Porreta, issue 1082, Year XII, Rio de Janeiro, September 2, 1998,

Dimensions: 13 x 8,5 in