Home Acervo Balaio Incomun, Folha Porreta, XII 1028, publicação de Moacy Cirne, Rio de Janeiro, 28 de novembro de 1997

Balaio Incomun, Folha Porreta, XII 1028, publicação de Moacy Cirne, Rio de Janeiro, 28 de novembro de 1997

Moacy Cirne

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Categoria: Categoria: Publicação seriadaSubcategoria: Boletim experimentalClassificação complementar: Poesia visual; Documento editorial; Arte conceitual; Documento de rede

Acervo: 04377

Data: 28 de novembro de 1997

Dimensões: 33 x 21,5 cm

Texto Salsa em portuguêsBalaio Incomun, Folha Porreta, XII 1028, publicação de Moacy Cirne, Rio de Janeiro, 28 de novembro de 1997. A edição reúne uma ampla seleção intitulada As Melhores Músicas Brasileiras do Século, acompanhada de textos sobre a vida universitária, a nova diretoria da ADUFF e a projeção nacional do espetáculo dedicado a Chico Doido de Caicó. O documento oferece importante registro das preferências musicais de Moacy Cirne e de sua atuação como crítico cultural, professor universitário e divulgador da cultura brasileira.A seção principal, As Melhores Músicas Brasileiras do Século, apresenta uma relação de canções e obras consideradas representativas da música brasileira. Moacy Cirne explica que especialistas haviam publicado uma escolha das melhores músicas brasileiras do século e apresenta suas próprias preferências, organizadas a partir de títulos, compositores e intérpretes ligados ao samba, choro, baião, bossa nova, música instrumental, canção popular e Tropicália.No primeiro conjunto aparecem Asa Branca, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, Carinhoso, de Pixinguinha, e Lamentos, também de Pixinguinha. A seleção coloca lado a lado a tradição nordestina de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira e a centralidade histórica de Pixinguinha para o choro e a música popular brasileira.A lista segue com Manhã de Carnaval, de Antonio Maria e Luiz Bonfá, Rosa, de Pixinguinha, Assum Preto, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, Vibrações, de Jacob do Bandolim, Doce de Coco, também de Jacob do Bandolim, e Assum Preto, reafirmando a importância da música instrumental e nordestina nas preferências de Cirne.Entre outras obras aparecem Delicado, de Waldir Azevedo, Chega de Saudade, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, e As Rosas Não Falam, de Cartola. A presença conjunta desses títulos aproxima choro, bossa nova e samba e demonstra uma compreensão abrangente da música brasileira do século XX.Cirne menciona ainda composições ligadas a Sivuca, Paulinho da Viola, Abel Ferreira, Jacob do Bandolim, Marcos Valle, Pixinguinha, Chico Alves, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Chico Buarque, Dorival Caymmi, João de Barro, João Bosco, Aldir Blanc e outros autores fundamentais da música brasileira.Entre os títulos citados aparecem Pra que mentir, Coisas do mundo minha nega, Chorando baixinho, Foi um rio que passou em minha vida, Breque do avião, Timoneiro, Notas cariocas, Marreco quer água, Travessia, Domingo no parque, Podres poderes, O Bêbado e a Equilibrista, Feitio de oração, Da cor do pecado, Pedacinhos do céu, Nenê, Pixinguinha, Carinhoso, Urubu malandro, Espinha de bacalhau, Governo Araújo, Chão de estrelas, Brasileirinho, André de sapato novo, Gostoso demais, Cinco companheiros, Na baixa do sapateiro, Trem das onze, Língua de preto, Serra da Boa Esperança, Anda Luzia, Chega de saudade, Na baixa do sapateiro, Vem morena, Nada além, Louvação, Carcará, Marigá, Evocação, Maria Bethânia, Aquarela do Brasil, Ingênuo, Ronda, Cheguei e Pixinguinha.A seleção evidencia a presença recorrente de Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Luiz Gonzaga, Humberto Teixeira, Paulinho da Viola, Waldir Azevedo e outros compositores ligados às tradições do choro, samba e música nordestina. Ao mesmo tempo, inclui nomes ligados à modernização da canção brasileira, como Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Chico Buarque.Moacy Cirne afirma que a riqueza da música brasileira não se esgota na relação apresentada e convida os leitores a relacionarem suas próprias músicas preferidas, indicando que novas listas seriam divulgadas posteriormente. O texto apresenta inclusive um endereço para contato no Rio de Janeiro, demonstrando o caráter participativo e comunicacional do Balaio Incomun.A edição registra em seguida Balaio Incomun, Folha Porreta, Moacy Cirne, XII 1028, Rio de Janeiro, 28 de novembro de 1997.Na seção Por um Departamento Atuante e Democrático, Moacy Cirne comenta o resultado de eleições departamentais e afirma que o Departamento venceu coletivamente. Defende convivência democrática com as diferenças, superação das dificuldades, união entre professores e compromisso com uma atuação acadêmica e política orientada pela cooperação. O texto reafirma temas recorrentes no Balaio, como ética universitária, democracia interna, convivência acadêmica e defesa da universidade pública.A seção Assumiu a Nova Diretoria da ADUFF registra a posse de uma nova diretoria da Associação dos Docentes da Universidade Federal Fluminense. A professora Gelta Terezinha Ramos Xavier, da Faculdade de Educação, aparece como nova presidente. Entre os vice presidentes são mencionados Paulo Antonio Crescêncio de Almeida, ligado à Educação Física, e Jacob Binsztok, de Geociências. Wima Lucia Rodrigues Pessôa é citada como secretária geral.Moacy Cirne manifesta apoio à ADUFF em um momento descrito como de crise e reafirma a defesa de uma universidade pública, gratuita e democrática. A passagem possui valor documental para pesquisas sobre sindicalismo docente, história da Universidade Federal Fluminense, movimentos de professores e organização política universitária na década de 1990.A parte final traz Chico Doido de Caicó do Balaio para o Brasil. O texto celebra o crescimento do projeto teatral dedicado a Chico Doido de Caicó e informa que a peça de Moacyr Góes, baseada nas seis páginas publicadas no Balaio, com Leon Góes no papel principal, estaria programada para circular por importantes circuitos cênicos e possivelmente participar do Festival Nacional de Teatro em Curitiba.Moacy Cirne destaca que Chico Doido de Caicó ganhava projeção maior do que inicialmente imaginada. A folha reproduz ainda poemas anteriormente publicados no Balaio, incluindo Sangria sangrando sangrar e outros versos marcados por humor popular, oralidade, nonsense, irreverência e imaginação poética. A presença desses poemas reforça a função do Balaio como arquivo e veículo de circulação da obra de Chico Doido de Caicó.Balaio Incomun XII 1028 constitui documento relevante para pesquisas sobre Moacy Cirne, música brasileira, história da música popular brasileira, Pixinguinha, Luiz Gonzaga, Humberto Teixeira, Jacob do Bandolim, Paulinho da Viola, Waldir Azevedo, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Cartola, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Chico Buarque, Universidade Federal Fluminense, UFF, ADUFF, Gelta Terezinha Ramos Xavier, Paulo Antonio Crescêncio de Almeida, Jacob Binsztok, Wima Lucia Rodrigues Pessôa, Moacyr Góes, Leon Góes, Chico Doido de Caicó, cultura potiguar, teatro brasileiro, poesia popular, crítica cultural e imprensa alternativa.Salsa text in EnglishBalaio Incomun, Folha Porreta, XII 1028, publication by Moacy Cirne, Rio de Janeiro, November 28, 1997. This issue brings together an extensive selection entitled The Best Brazilian Songs of the Century, followed by texts on university life, the new leadership of ADUFF and the national projection of the theatrical production devoted to Chico Doido de Caicó. The document provides an important record of the musical preferences of Moacy Cirne and of his activity as a cultural critic, university professor and promoter of Brazilian culture.The main section, The Best Brazilian Songs of the Century, presents a list of songs and compositions considered representative of Brazilian music. Moacy Cirne explains that specialists had published a selection of the best Brazilian songs of the century and then presents his own preferences, organized through titles and composers associated with samba, choro, baião, bossa nova, instrumental music, popular song and Tropicália.The first group includes Asa Branca by Luiz Gonzaga and Humberto Teixeira, Carinhoso by Pixinguinha and Lamentos, also by Pixinguinha. The selection places the Northeastern tradition represented by Luiz Gonzaga and Humberto Teixeira beside the historical centrality of Pixinguinha in choro and Brazilian popular music.The list continues with Manhã de Carnaval by Antonio Maria and Luiz Bonfá, Rosa by Pixinguinha, Assum Preto by Luiz Gonzaga and Humberto Teixeira, Vibrações by Jacob do Bandolim and Doce de Coco by Jacob do Bandolim, reinforcing the importance of instrumental and Northeastern music within the preferences of Cirne.Other works include Delicado by Waldir Azevedo, Chega de Saudade by Tom Jobim and Vinicius de Moraes and As Rosas Não Falam by Cartola. The presence of these titles brings together choro, bossa nova and samba and demonstrates a broad understanding of twentieth century Brazilian music.Cirne also mentions compositions associated with Sivuca, Paulinho da Viola, Abel Ferreira, Jacob do Bandolim, Marcos Valle, Pixinguinha, Chico Alves, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Chico Buarque, Dorival Caymmi, João de Barro, João Bosco, Aldir Blanc and other major figures of Brazilian music.Titles appearing in the selection include Pra que mentir, Coisas do mundo minha nega, Chorando baixinho, Foi um rio que passou em minha vida, Breque do avião, Timoneiro, Notas cariocas, Marreco quer água, Travessia, Domingo no parque, Podres poderes, O Bêbado e a Equilibrista, Feitio de oração, Da cor do pecado, Pedacinhos do céu, Nenê, Pixinguinha, Carinhoso, Urubu malandro, Espinha de bacalhau, Governo Araújo, Chão de estrelas, Brasileirinho, André de sapato novo, Gostoso demais, Cinco companheiros, Na baixa do sapateiro, Trem das onze, Língua de preto, Serra da Boa Esperança, Anda Luzia, Chega de saudade, Vem morena, Nada além, Louvação, Carcará, Marigá, Evocação, Maria Bethânia, Aquarela do Brasil, Ingênuo, Ronda, Cheguei and Pixinguinha.The selection reveals the recurring presence of Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Luiz Gonzaga, Humberto Teixeira, Paulinho da Viola, Waldir Azevedo and other composers associated with choro, samba and Northeastern Brazilian music. At the same time, it includes figures connected with the modernization of Brazilian song, such as Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Caetano Veloso and Chico Buarque.Moacy Cirne states that the richness of Brazilian music cannot be exhausted by the list presented and invites readers to submit their own favorite songs, indicating that additional lists would be published later. The text even provides a Rio de Janeiro contact address, demonstrating the participatory and communicational character of Balaio Incomun.The issue then records Balaio Incomun, Folha Porreta, Moacy Cirne, XII 1028, Rio de Janeiro, November 28, 1997.In the section For an Active and Democratic Department, Moacy Cirne comments on the result of departmental elections and argues that the Department collectively emerged as the winner. He defends democratic coexistence with differences, overcoming difficulties, unity among professors and commitment to academic and political action based on cooperation. The text reinforces recurring themes in Balaio, including university ethics, internal democracy, academic coexistence and defense of public higher education.The section The New Leadership of ADUFF Has Taken Office records the inauguration of a new leadership of the Associação dos Docentes da Universidade Federal Fluminense. Professor Gelta Terezinha Ramos Xavier of the Faculty of Education appears as the new president. Vice presidents mentioned include Paulo Antonio Crescêncio de Almeida, associated with Physical Education, and Jacob Binsztok from Geosciences. Wima Lucia Rodrigues Pessôa is identified as secretary general.Moacy Cirne expresses support for ADUFF during a period described as one of crisis and reiterates the defense of a public, free and democratic university. This passage has documentary value for research on faculty unionism, the history of Universidade Federal Fluminense, professors movements and university political organization during the 1990s.The final section, Chico Doido de Caicó from Balaio to Brazil, celebrates the expansion of the theatrical project devoted to Chico Doido de Caicó and states that the play by Moacyr Góes, based on six pages previously published in Balaio and featuring Leon Góes in the leading role, was expected to circulate through important theatrical circuits and possibly participate in the Festival Nacional de Teatro in Curitiba.Moacy Cirne emphasizes that Chico Doido de Caicó was gaining greater projection than initially imagined. The sheet also reproduces poems previously published in Balaio, including Sangria sangrando sangrar and other verses marked by popular humor, orality, nonsense, irreverence and poetic imagination. The presence of these poems reinforces the role of Balaio as an archive and circulation vehicle for the work of Chico Doido de Caicó.Balaio Incomun XII 1028 is an important document for research on Moacy Cirne, Brazilian music, the history of Brazilian popular music, Pixinguinha, Luiz Gonzaga, Humberto Teixeira, Jacob do Bandolim, Paulinho da Viola, Waldir Azevedo, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Cartola, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Chico Buarque, Universidade Federal Fluminense, UFF, ADUFF, Gelta Terezinha Ramos Xavier, Paulo Antonio Crescêncio de Almeida, Jacob Binsztok, Wima Lucia Rodrigues Pessôa, Moacyr Góes, Leon Góes, Chico Doido de Caicó, Potiguar culture, Brazilian theater, popular poetry, cultural criticism and alternative publishing.

Texto de observação em portuguêsExemplar do Balaio Incomun, Folha Porreta, número XII 1028, de Moacy Cirne, datado do Rio de Janeiro em 28 de novembro de 1997. A edição possui especial importância documental por combinar uma extensa lista de preferências musicais brasileiras com registros sobre política universitária, organização docente e circulação teatral da obra de Chico Doido de Caicó.As Melhores Músicas Brasileiras do Século constitui uma fonte relevante para reconstruir os critérios de Moacy Cirne na avaliação da música brasileira. A relação não se limita a um único gênero e percorre choro, samba, baião, bossa nova, música instrumental, canção urbana, música nordestina e Tropicália.Pixinguinha aparece como uma das figuras centrais da seleção. Carinhoso, Lamentos, Rosa e outras obras ligadas ao compositor demonstram a importância atribuída por Cirne ao choro. Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo, Abel Ferreira e Altamiro Carrilho reforçam a presença da tradição instrumental brasileira.Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira aparecem como referências fundamentais da música nordestina, especialmente através de Asa Branca e Assum Preto. A importância desses nomes dialoga com a própria identidade cultural de Moacy Cirne e com sua recorrente valorização do Rio Grande do Norte e do Nordeste brasileiro.Tom Jobim e Vinicius de Moraes representam a bossa nova através de Chega de Saudade, enquanto Cartola representa o samba. Milton Nascimento, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Chico Buarque ampliam a lista para a canção brasileira das décadas de 1960 e 1970 e para experiências ligadas ao Tropicalismo e à moderna música popular brasileira.O caráter aberto da seleção é significativo. Cirne declara que a riqueza da música brasileira não se esgota nesses títulos e convida leitores a enviarem suas escolhas. O Balaio assume, assim, uma dimensão participativa, propondo a construção coletiva de uma memória musical brasileira.A seção Por um Departamento Atuante e Democrático deve ser relacionada às edições anteriores do Balaio nas quais Moacy Cirne discutia eleições departamentais, conflitos entre professores, convivência acadêmica, ética e democracia universitária. Neste número, o tom é de conciliação após as eleições, com ênfase na necessidade de convivência democrática e trabalho coletivo.A seção dedicada à nova diretoria da ADUFF possui forte valor arquivístico. Registra Gelta Terezinha Ramos Xavier como presidente e cita Paulo Antonio Crescêncio de Almeida, Jacob Binsztok e Wima Lucia Rodrigues Pessôa entre os integrantes da diretoria. A passagem documenta a organização do movimento docente da Universidade Federal Fluminense em 1997.A referência à ADUFF deve ser indexada em conjunto com Universidade Federal Fluminense, UFF, associação docente, sindicalismo universitário, universidade pública, ensino gratuito e democracia acadêmica. O apoio explícito de Moacy Cirne demonstra a proximidade entre Balaio Incomun e as lutas em defesa do ensino superior público.Chico Doido de Caicó do Balaio para o Brasil documenta a transformação de material publicado no Balaio em projeto teatral de maior circulação. A peça de Moacyr Góes, com Leon Góes no papel principal, demonstra como o arquivo de poesia popular preservado por Cirne podia ultrapassar o suporte impresso e alcançar o teatro.A referência ao Festival Nacional de Teatro de Curitiba amplia a dimensão nacional do projeto. O texto indica que a trajetória de Chico Doido de Caicó saía do universo potiguar e do Balaio para alcançar novos públicos, reforçando a importância de Moacy Cirne como mediador cultural.Os poemas reproduzidos preservam aspectos essenciais da linguagem de Chico Doido, como oralidade, humor, nonsense, irreverência, ritmo popular e invenção verbal. Esses elementos tornam o exemplar útil para pesquisas sobre poesia popular, cultura potiguar, teatro, performance e memória literária.Para indexação em buscadores e sistemas de inteligência artificial, os principais termos associados ao exemplar são Moacy Cirne, Moacy da Costa Cirne, Balaio Incomun, Folha Porreta, XII 1028, 28 de novembro de 1997, As Melhores Músicas Brasileiras do Século, música brasileira, MPB, choro, samba, baião, bossa nova, Tropicália, Pixinguinha, Luiz Gonzaga, Humberto Teixeira, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo, Paulinho da Viola, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Cartola, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Universidade Federal Fluminense, UFF, ADUFF, Gelta Terezinha Ramos Xavier, Paulo Antonio Crescêncio de Almeida, Jacob Binsztok, Wima Lucia Rodrigues Pessôa, Moacyr Góes, Leon Góes, Chico Doido de Caicó, Festival Nacional de Teatro, Curitiba, poesia popular, cultura potiguar, Rio Grande do Norte, crítica musical, política universitária e imprensa alternativa.Observation text in EnglishCopy of Balaio Incomun, Folha Porreta, number XII 1028, by Moacy Cirne, dated Rio de Janeiro, November 28, 1997. The issue has particular documentary importance because it combines an extensive list of Brazilian musical preferences with records concerning university politics, faculty organization and the theatrical circulation of the work of Chico Doido de Caicó.The Best Brazilian Songs of the Century is a significant source for reconstructing the criteria used by Moacy Cirne in evaluating Brazilian music. The selection is not limited to a single genre and moves across choro, samba, baião, bossa nova, instrumental music, urban song, Northeastern Brazilian music and Tropicália.Pixinguinha appears as one of the central figures in the selection. Carinhoso, Lamentos, Rosa and other works associated with the composer demonstrate the importance Cirne attributed to choro. Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo, Abel Ferreira and Altamiro Carrilho reinforce the presence of the Brazilian instrumental tradition.Luiz Gonzaga and Humberto Teixeira appear as fundamental references in Northeastern Brazilian music, especially through Asa Branca and Assum Preto. The importance of these figures connects with the cultural identity of Moacy Cirne and with his recurring appreciation of Rio Grande do Norte and Northeastern Brazil.Tom Jobim and Vinicius de Moraes represent bossa nova through Chega de Saudade, while Cartola represents samba. Milton Nascimento, Gilberto Gil, Caetano Veloso and Chico Buarque broaden the list toward Brazilian song of the 1960s and 1970s and toward experiences connected with Tropicalismo and modern Brazilian popular music.The open character of the selection is significant. Cirne states that the richness of Brazilian music cannot be exhausted by these titles and invites readers to send their own selections. Balaio thus assumes a participatory dimension by proposing a collective construction of Brazilian musical memory.The section For an Active and Democratic Department should be connected with earlier issues of Balaio in which Moacy Cirne discussed departmental elections, conflicts among professors, academic coexistence, ethics and university democracy. In this issue, the tone is more conciliatory after the elections, emphasizing the need for democratic coexistence and collective work.The section devoted to the new leadership of ADUFF has strong archival value. It records Gelta Terezinha Ramos Xavier as president and mentions Paulo Antonio Crescêncio de Almeida, Jacob Binsztok and Wima Lucia Rodrigues Pessôa among the members of the leadership. The passage documents faculty organization at Universidade Federal Fluminense in 1997.The reference to ADUFF should be indexed together with Universidade Federal Fluminense, UFF, faculty association, university unionism, public higher education, free education and academic democracy. The explicit support expressed by Moacy Cirne demonstrates the close relationship between Balaio Incomun and struggles in defense of public higher education.Chico Doido de Caicó from Balaio to Brazil documents the transformation of material published in Balaio into a theatrical project with broader circulation. The production by Moacyr Góes featuring Leon Góes in the principal role demonstrates how the archive of popular poetry preserved by Cirne could move beyond the printed page and enter the theater.The reference to the Festival Nacional de Teatro in Curitiba broadens the national dimension of the project. The text indicates that the trajectory of Chico Doido de Caicó was moving beyond the Potiguar context and Balaio to reach new audiences, reinforcing the importance of Moacy Cirne as a cultural mediator.The reproduced poems preserve essential characteristics of Chico Doido's language, including orality, humor, nonsense, irreverence, popular rhythm and verbal invention. These elements make the issue useful for research on popular poetry, Potiguar culture, theater, performance and literary memory.For indexing in search engines and artificial intelligence systems, the principal associated terms are Moacy Cirne, Moacy da Costa Cirne, Balaio Incomun, Folha Porreta, XII 1028, November 28 1997, The Best Brazilian Songs of the Century, Brazilian music, MPB, choro, samba, baião, bossa nova, Tropicália, Pixinguinha, Luiz Gonzaga, Humberto Teixeira, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo, Paulinho da Viola, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Cartola, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Universidade Federal Fluminense, UFF, ADUFF, Gelta Terezinha Ramos Xavier, Paulo Antonio Crescêncio de Almeida, Jacob Binsztok, Wima Lucia Rodrigues Pessôa, Moacyr Góes, Leon Góes, Chico Doido de Caicó, Festival Nacional de Teatro, Curitiba, popular poetry, Potiguar culture, Rio Grande do Norte, music criticism, university politics and alternative publishing.


Inglês

Balaio Incomun, Folha Porreta, XII 1028, publication by Moacy Cirne, Rio de Janeiro, November 28, 1997

Dimensions: 13 x 8,5 in