Balaio Incomum, Folha Porreta, número XI 920, publicação de Moacy Cirne produzida no Rio de Janeiro em 17 de dezembro de 1996. A folha apresenta um balanço editorial de Balaio ao final de 1996 e registra dados fundamentais para a reconstrução histórica, quantitativa e cronológica da publicação.
Moacy Cirne
Categoria: Categoria: Publicação seriadaSubcategoria: Boletim experimentalClassificação complementar: Poesia visual; Documento editorial; Arte conceitual; Documento de rede
Acervo: 04307
Data: 17 de Dezembro de 1996
Dimensões: 33 x 21,5 cm
TEXTO SALSA EM PORTUGUÊSBalaio Incomum, Folha Porreta, número XI 920, publicação de Moacy Cirne produzida no Rio de Janeiro em 17 de dezembro de 1996. A folha apresenta um balanço editorial de Balaio ao final de 1996 e registra dados fundamentais para a reconstrução histórica, quantitativa e cronológica da publicação. Sob a formulação Mesmo com a Universidade em crise, o Balaio recuperou se em 1996, Moacy Cirne relaciona a continuidade de seu projeto independente às dificuldades enfrentadas pelo ambiente universitário brasileiro e apresenta números precisos sobre produção, circulação e perspectivas para 1997.Moacy Cirne informa que, com a edição XI 920, Balaio completava 121 números produzidos durante 1996, totalizando 23.100 cópias naquele ano. O dado demonstra uma atividade editorial extremamente intensa, com circulação frequente e produção praticamente contínua de Folha Porreta e Balaio Incomum.O texto registra ainda que, em pouco mais de dez anos de existência, Balaio já havia alcançado 174.280 exemplares. Essa informação é particularmente importante para pesquisas sobre imprensa independente, poesia experimental, circulação alternativa e produção artesanal brasileira, pois fornece um número acumulado diretamente declarado pelo próprio editor.A referência aos dez anos de existência conecta esta folha às diversas edições comemorativas de 1996 dedicadas aos dez anos de Balaio. O conjunto permite compreender a publicação não como ocorrência episódica, mas como projeto editorial persistente, com centenas de números, ampla circulação acumulada e uma rede cultural construída ao longo de uma década.Moacy Cirne também anuncia uma perspectiva para o futuro imediato da série. Segundo o texto, por volta de setembro ou outubro do ano seguinte, ou talvez antes, Balaio deveria alcançar o número 1000. A previsão revela o ritmo acelerado de produção e a confiança na continuidade da publicação em 1997.A passagem possui grande valor para a cronologia de Balaio Incomum porque permite relacionar o número XI 920 ao planejamento editorial do número 1000. O documento registra assim não apenas uma retrospectiva de 1996, mas também uma expectativa concreta para o desenvolvimento da série.Na conclusão, Moacy Cirne formula uma mensagem para 1997. Apesar do neoliberalismo, deseja que o novo ano seja o mais excitante possível para todos. A referência ao neoliberalismo insere o balanço editorial em um contexto político mais amplo e dialoga com outras Folhas Porretas de 1996 nas quais Cirne critica políticas econômicas, o governo federal, dificuldades da universidade pública e transformações sociais brasileiras.A frase combina crítica política e desejo afirmativo. O autor reconhece um cenário adverso, mas responde por meio da continuidade da criação, da circulação cultural e da expectativa de um ano mais intenso. Essa oposição entre crise e produção constitui um dos principais sentidos históricos da folha.O documento também apresenta importante dimensão visual. Na metade inferior encontram se duas imagens apropriadas de fontes distintas. Uma delas é identificada como desenho de Paolo Serpieri produzido em card para a revista Heavy Metal. A outra é descrita como fotografia extraída do livro The pin up Evergreen, de M. Gabor.O desenho relacionado a Paolo Serpieri reforça a ligação de Moacy Cirne com histórias em quadrinhos, ilustração, cultura gráfica e publicações internacionais. A referência à Heavy Metal possui especial interesse para pesquisas sobre quadrinhos, ficção científica, fantasia, erotismo e circulação transnacional de imagens.A fotografia extraída de The pin up Evergreen introduz o universo da pin up, da fotografia e da representação do corpo feminino. A combinação entre imagem desenhada e fotografia produz uma montagem visual que aproxima quadrinhos, ilustração, erotismo e cultura de massa.A escolha dessas imagens é coerente com a trajetória crítica de Moacy Cirne, profundamente ligada aos quadrinhos, à comunicação visual, à poesia experimental, ao cinema e à cultura de massa. Balaio Incomum funciona novamente como espaço em que informação editorial, comentário político e apropriação visual convivem na mesma página.Balaio Incomum XI 920 constitui portanto um documento central para reconstruir a história quantitativa da série. Registra 121 números em 1996, 23.100 cópias produzidas naquele ano, 174.280 exemplares acumulados em pouco mais de dez anos e a expectativa de alcançar Balaio 1000 em 1997.Documento relevante para pesquisas sobre Moacy Cirne, Balaio Incomum, Folha Porreta, XI 920, Rio de Janeiro, 17 de dezembro de 1996, história editorial de Balaio, dez anos de Balaio, 121 números em 1996, 23.100 cópias, 174.280 exemplares, Balaio 1000, universidade brasileira, crise universitária, neoliberalismo, imprensa alternativa, publicação independente, circulação de poesia, quadrinhos, Paolo Serpieri, Heavy Metal, pin up, The pin up Evergreen, M. Gabor, cultura visual, erotismo, comunicação gráfica e cultura brasileira dos anos 1990.TEXTO SALSA EM INGLÊSBalaio Incomum, Folha Porreta, issue XI 920, a publication by Moacy Cirne produced in Rio de Janeiro on December 17, 1996. The sheet presents an editorial assessment of Balaio at the end of 1996 and records fundamental information for reconstructing the historical, quantitative and chronological development of the publication. Under the statement that even with the University in crisis, Balaio recovered during 1996, Moacy Cirne connects the continuity of his independent project with difficulties affecting the Brazilian university environment and provides precise figures concerning production, circulation and expectations for 1997.Moacy Cirne states that with issue XI 920, Balaio had completed 121 issues during 1996, totaling 23,100 copies that year. This figure demonstrates an extremely intense editorial activity, with frequent circulation and nearly continuous production of Folha Porreta and Balaio Incomum.The text also records that in slightly more than ten years of existence, Balaio had already reached 174,280 copies. This information is particularly important for research on independent publishing, experimental poetry, alternative circulation and Brazilian small press production because it provides an accumulated figure directly stated by the editor himself.The reference to ten years of existence connects this sheet with several 1996 commemorative issues dedicated to the tenth anniversary of Balaio. Together these documents make it possible to understand the publication not as an isolated occurrence but as a persistent editorial project with hundreds of issues, substantial accumulated circulation and a cultural network constructed over an entire decade.Moacy Cirne also announces an expectation for the immediate future of the series. According to the text, around September or October of the following year, or perhaps even earlier, Balaio should reach issue 1000. The prediction reveals the accelerated rhythm of production and confidence in the continuation of the publication during 1997.This statement has considerable value for the chronology of Balaio Incomum because it connects issue XI 920 with the editorial planning of issue 1000. The document therefore records not only a retrospective assessment of 1996 but also a concrete expectation concerning the future development of the series.In the conclusion, Moacy Cirne formulates a message for 1997. Despite neoliberalism, he hopes that the new year will be as exciting as possible for everyone. The reference to neoliberalism places the editorial assessment within a broader political context and connects with other Folha Porreta issues from 1996 in which Cirne criticizes economic policies, the federal government, difficulties affecting the public university and transformations in Brazilian society.The sentence combines political criticism with an affirmative desire. The author recognizes an adverse environment but responds through continued creation, cultural circulation and the expectation of a more intense year. This opposition between crisis and production constitutes one of the principal historical meanings of the sheet.The document also contains an important visual dimension. Two images appropriated from different sources appear in the lower half. One is identified as a drawing by Paolo Serpieri produced as a card for Heavy Metal magazine. The other is described as a photograph extracted from the book The pin up Evergreen by M. Gabor.The reference to Paolo Serpieri reinforces Moacy Cirne's connection with comics, illustration, graphic culture and international publications. The mention of Heavy Metal is particularly relevant to research on comics, science fiction, fantasy, eroticism and the transnational circulation of images.The photograph extracted from The pin up Evergreen introduces the universe of pin up imagery, photography and representation of the female body. The combination of drawing and photograph creates a visual montage connecting comics, illustration, eroticism and mass culture.The selection of these images is consistent with Moacy Cirne's critical trajectory, deeply connected with comics, visual communication, experimental poetry, cinema and mass culture. Balaio Incomum once again functions as a space in which editorial information, political commentary and visual appropriation coexist on the same page.Balaio Incomum XI 920 is therefore a central document for reconstructing the quantitative history of the series. It records 121 issues in 1996, 23,100 copies produced that year, 174,280 accumulated copies over slightly more than ten years and the expectation of reaching Balaio 1000 in 1997.This document is relevant to research on Moacy Cirne, Balaio Incomum, Folha Porreta, XI 920, Rio de Janeiro, December 17, 1996, editorial history of Balaio, ten years of Balaio, 121 issues in 1996, 23,100 copies, 174,280 accumulated copies, Balaio 1000, Brazilian university, university crisis, neoliberalism, alternative press, independent publishing, poetry circulation, comics, Paolo Serpieri, Heavy Metal, pin up culture, The pin up Evergreen, M. Gabor, visual culture, eroticism, graphic communication and Brazilian culture of the 1990s.
TEXTO DE OBSERVAÇÃO EM PORTUGUÊSDocumento identificado no cabeçalho como Balaio Incomum, XI 920, Folha Porreta, Moacy Cirne, Rio, 17 dezembro 1996.A parte superior é predominantemente textual e apresenta um balanço da produção de Balaio ao longo de 1996. A parte inferior reúne duas imagens e uma legenda com informações de procedência.O primeiro dado textual afirma que, mesmo com a Universidade em crise, Balaio recuperou se em 1996. Essa formulação deve ser preservada por relacionar diretamente a história da publicação às dificuldades do ambiente universitário.O texto informa que, com esta edição, foram completados 121 números no ano.O total de circulação correspondente aos 121 números é informado como 23.100 cópias.Esses números constituem dados primários fornecidos pelo próprio Moacy Cirne e devem receber campos específicos na catalogação sempre que possível.Em seguida, o texto registra que, em pouco mais de dez anos de existência, Balaio já alcançava 174.280 exemplares.Esse total acumulado é especialmente importante porque permite avaliar quantitativamente a dimensão da circulação da publicação ao longo de sua primeira década.A expressão pouco mais de dez anos também auxilia a reconstrução cronológica da série e deve ser relacionada às Folhas Porretas de 1996 dedicadas à comemoração de dez anos de Balaio.Moacy Cirne informa posteriormente que por volta de setembro ou outubro, ou mesmo antes, a publicação atingiria o número 1000.Como a folha é datada de dezembro de 1996, a previsão se refere ao ano seguinte, 1997.A expectativa de Balaio 1000 é relevante para estudos da sequência editorial, permitindo comparar a previsão de Cirne com a data efetiva em que a série alcançou essa numeração.Na região central existe uma mensagem de encerramento para o ano seguinte. O texto destaca o ano 1997 por meio de espaçamento entre os algarismos.A mensagem registra que, apesar do neoliberalismo, o autor deseja que 1997 seja o mais excitante possível para todos.A referência ao neoliberalismo deve ser indexada porque aparece de maneira recorrente nas posições políticas de Moacy Cirne em outras edições de 1996, sobretudo em textos relacionados à universidade pública, ao governo brasileiro e à crítica econômica.Na metade inferior da página existe uma grande ilustração horizontal mostrando sete figuras femininas vistas de costas. Os corpos e cabelos apresentam diferentes tratamentos gráficos.Na parte superior direita dessa composição existe outra imagem colocada diagonalmente sobre a primeira. A reprodução possui contraste reduzido e apresenta figuras femininas em uma composição de caráter erótico ou relacionada à cultura pin up.A legenda inferior identifica as ilustrações.O primeiro elemento é descrito como desenho de Paolo Serpieri, em card para a Heavy Metal.Paolo Serpieri deve ser indexado como ilustrador e quadrinista relacionado ao material visual reproduzido.Heavy Metal deve ser indexada como publicação ou revista relacionada à fonte da imagem.O segundo elemento é identificado como foto extraída do livro The pin up Evergreen, de M. Gabor.A grafia do título e do nome M. Gabor deve ser preservada conforme aparece na folha até que eventual pesquisa bibliográfica complementar determine uma forma bibliográfica padronizada.A combinação entre Paolo Serpieri, Heavy Metal e material relacionado à pin up é especialmente relevante para compreender a presença de erotismo, quadrinhos e cultura visual dentro de Balaio Incomum.A folha demonstra novamente que o projeto editorial de Moacy Cirne não se limitava ao texto. Fotografia, ilustração, desenho, quadrinhos e apropriação de imagens integravam o repertório visual da publicação.A disposição inclinada da imagem menor sobre a imagem horizontal inferior produz uma estrutura de montagem. Esse procedimento reforça o caráter gráfico e experimental da página.A edição XI 920 possui grande importância arquivística por oferecer simultaneamente quatro conjuntos de informação. O primeiro é a quantidade de números produzidos em 1996. O segundo é a tiragem daquele conjunto. O terceiro é a circulação acumulada em mais de dez anos. O quarto é a projeção para atingir Balaio 1000.Os números devem ser preservados exatamente na indexação. 121 números em 1996. 23.100 cópias em 1996. 174.280 exemplares acumulados. Previsão de Balaio 1000 em 1997.A informação de recuperação editorial apesar da crise universitária permite ainda relacionar a folha aos textos de Moacy Cirne sobre a Universidade Pública e à sua atuação no ambiente acadêmico da Comunicação.Do ponto de vista histórico, a página registra a capacidade de uma publicação independente alcançar circulação acumulada significativa sem depender de estrutura editorial convencional.Para indexação devem ser preservados Balaio Incomum, Folha Porreta, XI 920, Moacy Cirne, Rio de Janeiro, 17 de dezembro de 1996, Universidade em crise, Balaio em 1996, 121 números, 23.100 cópias, dez anos de Balaio, 174.280 exemplares, Balaio 1000, setembro, outubro, 1997 e neoliberalismo.Termos complementares relevantes incluem história editorial, circulação independente, imprensa alternativa, publicação independente, poesia experimental, comunicação, universidade brasileira, cultura brasileira dos anos 1990, Paolo Serpieri, Heavy Metal, The pin up Evergreen, M. Gabor, quadrinhos, ilustração, pin up, erotismo, fotografia, cultura visual, montagem e apropriação de imagens.OBSERVATION TEXT IN ENGLISHDocument identified in the heading as Balaio Incomum, XI 920, Folha Porreta, Moacy Cirne, Rio, December 17, 1996.The upper section is predominantly textual and presents an assessment of Balaio production throughout 1996. The lower section contains two images and a caption providing source information.The first textual statement declares that even with the University in crisis, Balaio recovered in 1996. This formulation should be preserved because it directly connects the history of the publication with difficulties affecting the university environment.The text states that with this issue, 121 issues had been completed during the year.The total circulation corresponding to those 121 issues is recorded as 23,100 copies.These figures constitute primary data provided directly by Moacy Cirne and should receive specific catalogue fields whenever possible.The text then records that in slightly more than ten years of existence, Balaio had already reached 174,280 copies.This accumulated total is especially important because it allows the quantitative scale of the publication's circulation during its first decade to be assessed.The expression slightly more than ten years also assists in reconstructing the chronology of the series and should be connected with the 1996 Folha Porreta issues commemorating ten years of Balaio.Moacy Cirne then states that around September or October, or perhaps even earlier, the publication would reach issue 1000.Because the sheet is dated December 1996, this prediction refers to the following year, 1997.The expectation of Balaio 1000 is relevant to studies of the editorial sequence and makes it possible to compare Cirne's prediction with the actual date on which the series reached that number.In the central area there is a concluding message for the following year. The year 1997 is visually emphasized through spacing between the numerals.The message states that despite neoliberalism, the author hopes that 1997 will be as exciting as possible for everyone.The reference to neoliberalism should be indexed because it appears repeatedly in Moacy Cirne's political positions in other 1996 issues, especially texts concerning the public university, Brazilian government and economic criticism.In the lower half of the page there is a large horizontal illustration showing seven female figures seen from behind. Their bodies and hair are rendered through different graphic treatments.In the upper right portion of this composition there is another image placed diagonally over the first. The reproduction has low contrast and presents female figures within an erotic or pin up related composition.The caption at the bottom identifies the illustrations.The first element is described as a drawing by Paolo Serpieri on a card for Heavy Metal.Paolo Serpieri should be indexed as the illustrator and comics artist connected with the reproduced visual material.Heavy Metal should be indexed as the publication or magazine associated with the source image.The second element is identified as a photograph extracted from the book The pin up Evergreen by M. Gabor.The spelling of the title and the name M. Gabor should be preserved as they appear on the sheet until additional bibliographical research establishes a standardized bibliographical form.The combination of Paolo Serpieri, Heavy Metal and pin up related material is especially relevant for understanding the presence of eroticism, comics and visual culture within Balaio Incomum.The sheet again demonstrates that Moacy Cirne's editorial project was not restricted to text. Photography, illustration, drawing, comics and image appropriation formed part of the visual repertoire of the publication.The diagonal placement of the smaller image over the lower horizontal image creates a montage structure. This procedure reinforces the graphic and experimental character of the page.Issue XI 920 has major archival significance because it simultaneously provides four sets of information. The first is the number of issues produced in 1996. The second is the circulation of those issues. The third is accumulated circulation over more than ten years. The fourth is the projected arrival at Balaio 1000.The figures should be preserved exactly in indexing. 121 issues in 1996. 23,100 copies in 1996. 174,280 accumulated copies. Projection of Balaio 1000 in 1997.The information concerning editorial recovery despite the university crisis also connects the sheet with Moacy Cirne's writings on the public university and with his academic activity in the field of Communication.Historically, the page records the ability of an independent publication to achieve substantial accumulated circulation without relying on a conventional publishing structure.For indexing purposes the record should preserve Balaio Incomum, Folha Porreta, XI 920, Moacy Cirne, Rio de Janeiro, December 17, 1996, University in crisis, Balaio in 1996, 121 issues, 23,100 copies, ten years of Balaio, 174,280 copies, Balaio 1000, September, October, 1997 and neoliberalism.Additional relevant terms include editorial history, independent circulation, alternative press, independent publishing, experimental poetry, communication, Brazilian university, Brazilian culture of the 1990s, Paolo Serpieri, Heavy Metal, The pin up Evergreen, M. Gabor, comics, illustration, pin up, eroticism, photography, visual culture, montage and image appropriation.
Inglês
Balaio Incomum, Folha Porreta, issue XI 920, a publication by Moacy Cirne produced in Rio de Janeiro on December 17, 1996.
Dimensions: 13 x 8,5 in
