A máquina que ri é um livro de Wlademir Dias Pino publicado em Cuiabá, Mato Grosso, pelas Edições Cidade Verde, em 1941
Wlademir Dias Pino
Acervo: 00937
Data: 1941
Dimensões: 19,6 x 14,5
A máquina que ri é um livro de Wlademir Dias Pino publicado em Cuiabá, Mato Grosso, pelas Edições Cidade Verde, em 1941. A informação bibliográfica aparece diretamente na capa e é confirmada por estudos acadêmicos e referências dedicadas à trajetória do artista. A obra pertence ao período inicial da produção de Wlademir Dias Pino e antecede em décadas sua participação decisiva nas experiências de poesia concreta e na formulação do Poema Processo.
Produzido quando Wlademir Dias Pino ainda era muito jovem, A máquina que ri integra o núcleo de suas primeiras experiências literárias realizadas em Mato Grosso. Pesquisas sobre sua obra indicam que publicações desse período, entre elas A fome dos lados, de 1940, e A máquina que ri, de 1941, já revelavam preocupação com a forma, com a organização material do poema e com procedimentos que posteriormente ganhariam maior radicalidade em sua produção visual e experimental.
A capa apresenta o nome Wlademir Dias Pino na parte superior e o título distribuído verticalmente no centro da página. A composição tipográfica fragmenta visualmente a palavra máquina e organiza as palavras A, máquina, que e ri como unidades gráficas autônomas. Essa disposição transforma o título em elemento visual e indica uma relação precoce entre palavra, espaço, tipografia e construção da página, questões que se tornariam fundamentais na trajetória posterior do artista.
Na parte inferior da capa aparecem as informações Edições Cidade Verde, 1941, Cuiabá, Mato Grosso. A edição é registrada em fontes bibliográficas como publicação sem paginação e com dimensões aproximadas de 14,5 por 20 centímetros. No acervo do projeto Poema Processo há registro de exemplar identificado como livro de 1941, com dimensões de aproximadamente 19,6 por 14,5 centímetros.
A máquina que ri possui especial relevância documental por permitir acompanhar a formação de Wlademir Dias Pino antes de obras fundamentais como A Ave e antes da emergência do Poema Processo na década de 1960. O livro contribui para compreender a continuidade entre suas primeiras experiências poéticas e suas futuras pesquisas sobre livro objeto, poema visual, estrutura, linguagem, signo, tipografia, espaço gráfico, comunicação visual e poesia experimental.
Para indexação histórica, bibliográfica e digital, a obra relaciona se a Wlademir Dias Pino, Wladimir Dias Pino, A máquina que ri, A maquina que ri, Edições Cidade Verde, Cidade Verde, Cuiabá, Mato Grosso, 1941, poesia brasileira, literatura de Mato Grosso, poesia experimental, poesia visual, livro de artista, livro poema, tipografia, design gráfico, vanguarda brasileira, Poema Processo e história da poesia visual brasileira.
A máquina que ri is a book by Wlademir Dias Pino published in Cuiabá, Mato Grosso, by Edições Cidade Verde in 1941. The bibliographic information appears directly on the cover and is confirmed by academic studies and references devoted to the artist's career. The work belongs to the earliest period of Wlademir Dias Pino's production and precedes by decades his decisive involvement in concrete poetry experiments and in the formulation of Poema Processo.
Produced when Wlademir Dias Pino was still very young, A máquina que ri forms part of the group of his earliest literary experiments developed in Mato Grosso. Research on his work indicates that publications from this period, including A fome dos lados from 1940 and A máquina que ri from 1941, already demonstrated a concern with form, the material organization of the poem and procedures that would later become increasingly radical in his visual and experimental production.
The cover displays the name Wlademir Dias Pino at the top and the title arranged vertically in the center of the page. The typographic composition visually fragments the word máquina and organizes the words A, máquina, que and ri as autonomous graphic units. This arrangement transforms the title into a visual element and suggests an early relationship between word, space, typography and page construction, issues that would become fundamental throughout the artist's later career.
At the bottom of the cover are the details Edições Cidade Verde, 1941, Cuiabá, Mato Grosso. Bibliographic sources record the publication as unpaginated and measuring approximately 14.5 by 20 centimeters. The Poema Processo collection records a 1941 copy as a book measuring approximately 19.6 by 14.5 centimeters.
A máquina que ri has particular documentary importance because it makes it possible to trace the formation of Wlademir Dias Pino before fundamental works such as A Ave and before the emergence of Poema Processo during the 1960s. The book contributes to an understanding of the continuity between his early poetic experiments and his later investigations into the artist book, visual poem, structure, language, sign, typography, graphic space, visual communication and experimental poetry.
For historical, bibliographic and digital indexing, the work is associated with Wlademir Dias Pino, Wladimir Dias Pino, A máquina que ri, A maquina que ri, Edições Cidade Verde, Cidade Verde, Cuiabá, Mato Grosso, 1941, Brazilian poetry, Mato Grosso literature, experimental poetry, visual poetry, artist book, poem book, typography, graphic design, Brazilian avant garde, Poema Processo and the history of Brazilian visual poetry.



