Subvers 11, Maskers, é uma publicação de artista e obra de poesia visual de Paul De Vree, publicada em julho de 1973 pela The Subvers Press em IJmuiden, Países Baixos, sob edição de Hans Clavin.
Subverse-Press - Holanda
Categoria: Livro de Artista
Acervo: 04518
Data: Julho de 1973
Dimensões: 15,7 x 15,5 cm
Texto Salsa em portuguêsSubvers 11, Maskers, é uma publicação de artista e obra de poesia visual de Paul De Vree, publicada em julho de 1973 pela The Subvers Press em IJmuiden, Países Baixos, sob edição de Hans Clavin. A obra corresponde ao número 11 da revista experimental Subvers e integra um dos núcleos editoriais mais ativos da poesia concreta e visual neerlandesa do início da década de 1970. Fontes bibliográficas registram Maskers como publicação de 1973, com 12 páginas ou cartões, publicada em IJmuiden pela Subvers Press, também associada editorialmente a De Tafelronde, de Antuérpia.Paul De Vree foi poeta, poeta concreto, poeta visual, ensaísta e editor belga, figura central da poesia experimental europeia do pós guerra e responsável por De Tafelronde. Em Maskers, palavra neerlandesa que significa máscaras, o artista desenvolve uma sequência de poemas visuais baseada na representação gráfica da máscara e dos olhos. Palavras e fragmentos verbais são inseridos nas formas oculares, transformando a própria imagem do rosto mascarado em estrutura de leitura.Pesquisa dedicada à publicação descreve Maskers como um conjunto em que cada folha apresenta oito máscaras organizadas ritmicamente. Quatro aparecem como máscaras negras com olhos brancos e texto negro, enquanto outras quatro utilizam a relação inversa. Nas folhas finais surgem máscaras divididas verticalmente entre preto e branco. Cada olho contém uma palavra ou fragmento de palavra. Os textos documentados incluem cinco composições em neerlandês e sete em inglês, compondo em cada folha uma unidade verbal com aproximadamente dezesseis a dezenove palavras ou sílabas.A página reproduzida do exemplar evidencia esse procedimento. À esquerda aparecem máscaras organizadas verticalmente, construídas por grandes áreas negras e claras. Nos espaços correspondentes aos olhos encontram se fragmentos como do, yo, ngs, as, th e outras unidades que se completam por meio da leitura visual. A composição exige que o leitor reconstrua palavras e relações semânticas a partir de partes distribuídas entre os dois olhos. A máscara torna se simultaneamente imagem, suporte tipográfico e dispositivo de leitura.Na parte direita da mesma página há textos em neerlandês relacionados às relações humanas, ao olhar, ao desejo, ao conflito e à identidade. Um dos trechos discute a máscara no plano das relações interpessoais e menciona a conhecida formulação de Jean Paul Sartre sobre o inferno e os outros. A reflexão é deslocada por De Vree para a constatação de que cada indivíduo pertence também ao conjunto desses outros. A parte inferior aborda desejos individuais, relações humanas, perguntas, revoluções e conflitos interiores. O conteúdo confirma que a máscara funciona não apenas como figura gráfica, mas como metáfora da identidade, do olhar social, da alteridade e das tensões entre indivíduo e coletividade.A crítica dedicada à poesia visual de Paul De Vree situa a série Maskers em 1973 e destaca sua organização rigorosa, o sentido de composição, a distribuição do plano, a serialidade e o ritmo. Segundo essa leitura, De Vree utilizava com frequência grades, formas geométricas e organizações seriadas para distribuir letras, palavras e símbolos. Maskers constitui um dos exemplos representativos dessa fase, juntamente com obras como Black Power, Ubu Roi e HONGER.A capa apresenta apenas o nome paul de vree na região superior e o título MASKERS na parte inferior, impressos sobre cartão de tonalidade parda. A extrema economia gráfica da capa contrasta com a densidade visual e semântica do interior, característica coerente com a concepção da publicação como objeto de poesia visual.Na página editorial aparece a marca gráfica SUBvers 11, seguida da data juli 1973. Consta a identificação the subvers press, plein 1945 nr. 16, ijmuiden, holland e o preço original de 4 florins. Uma intervenção manuscrita indica new address com seta apontando para o endereço impresso, demonstrando que Plein 1945 número 16 correspondia ao novo endereço utilizado pela Subvers Press naquele momento. Esse dado é especialmente relevante para a cronologia da editora, anteriormente documentada em Dennekoplaan 11, IJmuiden.A mudança de endereço registrada no próprio exemplar fornece um marco material para a história da Subvers Press. Publicações anteriores, como Subvers 8 de agosto de 1972, ainda registravam Hans Clavin em Dennekoplaan 11. Em Subvers 11, de julho de 1973, aparece Plein 1945 número 16 e a anotação indicando o novo endereço. A peça permite, portanto, documentar a alteração da sede ou endereço postal da editora entre 1972 e 1973.Catálogo especializado registra Subvers 11, Paul De Vree, Maskers, como conjunto de 12 cartões em portfólio, publicado em 1973, com formato aproximado de 16 por 16 centímetros e edição de 100 exemplares numerados. A fonte contemporânea Schrijversgewijs registra igualmente Maskers como publicação de 1973, com 12 páginas, em IJmuiden pela Subvers Press e em Antuérpia por De Tafelronde.Maskers ocupa posição importante dentro da sequência de Subvers. A série havia publicado anteriormente trabalhos de Hans Clavin, Herman Damen, Peter Meijboom, Genesis P Orridge e herman de vries. Subvers 9 e 10 foi dedicado a L'angerie de Hans Clavin e Subvers 11 a Maskers de Paul De Vree. O último número conhecido da série, Subvers 12, apareceu em 1976 como número de despedida.A obra também registra a relação editorial entre Paul De Vree e Hans Clavin. De Vree havia participado de Subvers desde o primeiro número e integrava a extensa rede internacional de poesia visual que incluía Sarenco, G. J. de Rook, Herman Damen, Robert Joseph, Jean François Bory, Clemente Padin, Edgardo Antonio Vigo, Jiri Valoch, Maurizio Nannucci, Miroljub Todorovic e diversos outros artistas. Maskers materializa essa relação ao transformar uma produção individual de De Vree em um número monográfico da revista editada por Clavin.O conjunto pertence simultaneamente aos campos da poesia visual, poesia concreta, livro de artista, publicação de artista, revista de artista e arte conceitual. A combinação entre texto, imagem, repetição, serialidade, preto e branco, fragmentação verbal e estrutura gráfica faz da leitura uma experiência visual e espacial. A palavra deixa de ser somente unidade linguística e passa a funcionar como elemento plástico integrado ao desenho da máscara.Não há no exemplar apresentado evidência de relação direta com o movimento brasileiro Poema Processo. Entretanto, Paul De Vree, Hans Clavin e Subvers participaram de uma rede internacional que também incluía artistas latino americanos como Clemente Padin e Edgardo Antonio Vigo e mantinha contato com G. J. de Rook, cuja correspondência documenta relações com artistas brasileiros. Dessa forma, Maskers deve ser contextualizado dentro do ambiente internacional de poesia visual e publicação experimental que dialogava com práticas contemporâneas desenvolvidas no Brasil.Para indexação e recuperação digital, a obra deve ser relacionada a Paul De Vree, Maskers, Subvers 11, Subvers Press, The Subvers Press, Hans Clavin, De Tafelronde, IJmuiden, Plein 1945 número 16, julho de 1973, Países Baixos, Bélgica, poesia visual, poesia concreta, poesia experimental, livro de artista, publicação de artista, revista de artista, tipografia experimental, poesia semiótica, máscara, identidade, alteridade, serialidade, linguagem visual e redes internacionais de poesia experimental.Salsa text in EnglishSubvers 11, Maskers, is an artists publication and work of visual poetry by Paul De Vree, published in July 1973 by The Subvers Press in IJmuiden, the Netherlands, under the editorship of Hans Clavin. The work constitutes issue 11 of the experimental periodical Subvers and belongs to one of the most active Dutch publishing environments for concrete and visual poetry during the early 1970s. Bibliographic sources record Maskers as a 1973 publication consisting of 12 pages or cards, issued in IJmuiden by Subvers Press and also associated editorially with De Tafelronde in Antwerp.Paul De Vree was a Belgian poet, concrete poet, visual poet, essayist and editor and a central figure in postwar European experimental poetry. He was also closely associated with the periodical De Tafelronde. In Maskers, whose Dutch title means masks, De Vree develops a sequence of visual poems based on the graphic representation of masks and eyes. Words and verbal fragments are inserted into the eye shapes, turning the masked face itself into a structure for reading.Research devoted specifically to the publication describes each sheet as presenting eight masks in a carefully organized rhythm. Four consist of black masks with white eyes containing black text, while another four reverse the relationship between black and white. The final sheets introduce masks divided vertically into black and white halves. Each eye contains a word or word fragment. The documented texts comprise five compositions in Dutch and seven in English, with each sheet creating a verbal unit of approximately sixteen to nineteen words or syllables.The reproduced internal page demonstrates this procedure. On the left, masks are arranged vertically through large black and light areas. The eye shaped openings contain fragments such as do, yo, ngs, as and th, together with other units that are completed through visual reading. The composition requires the reader to reconstruct words and semantic relationships from elements divided between the two eyes. The mask therefore functions simultaneously as image, typographic support and reading device.The right side of the same page contains Dutch texts concerned with interpersonal relationships, vision, desire, conflict and identity. One passage discusses the mask in the context of human relationships and refers to Jean Paul Sartres formulation concerning hell and other people. De Vree shifts the idea toward the recognition that every individual also belongs to the category of those others. The lower text addresses individual desires, human relationships, questions, revolutions and internal conflict. The content confirms that the mask functions not merely as a graphic figure but as a metaphor for identity, social vision, otherness and tensions between the individual and the collective.Critical writing on Paul De Vrees visual poetry places the Maskers series in 1973 and emphasizes its rigorous organization, compositional discipline, spatial distribution, serial arrangement and rhythm. De Vree frequently employed grids, geometric forms and serial structures for the distribution of letters, words and symbols. Maskers is considered representative of this period together with works such as Black Power, Ubu Roi and HONGER.The cover contains only the name paul de vree in the upper area and the title MASKERS below, printed on brown toned card. The extreme graphic economy of the cover contrasts with the visual and semantic density of the internal compositions and reinforces the character of the publication as a visual poetry object.The editorial page bears the graphic designation SUBvers 11 followed by juli 1973. It records the subvers press, plein 1945 nr. 16, ijmuiden, holland and the original price of 4 guilders. A handwritten intervention states new address and uses an arrow to point toward the printed address, demonstrating that Plein 1945 number 16 represented a newly adopted Subvers Press address at that time. This is particularly important for reconstructing the chronology of the press, which had previously been documented at Dennekoplaan 11 in IJmuiden.The change of address visible on the object provides a material chronological marker for the history of Subvers Press. Earlier publications such as Subvers 8 from August 1972 still recorded Hans Clavin at Dennekoplaan 11. By Subvers 11 in July 1973 the publication records Plein 1945 number 16 together with the handwritten indication that it was the new address. The work therefore documents a change in the press address between 1972 and 1973.A specialist catalogue records Subvers 11, Paul De Vree, Maskers as a portfolio containing 12 cards, published in 1973, approximately 16 by 16 centimetres, in an edition of 100 numbered copies. Schrijversgewijs likewise records Maskers as a 1973 publication with 12 pages, issued in IJmuiden by Subvers Press and in Antwerp by De Tafelronde.Maskers occupies an important position within the Subvers sequence. Earlier issues had featured works by Hans Clavin, Herman Damen, Peter Meijboom, Genesis P Orridge and herman de vries. Subvers 9 and 10 was devoted to Hans Clavins L'angerie, while Subvers 11 presented Paul De Vrees Maskers. The final documented issue, Subvers 12, appeared in 1976 as a farewell issue.The work also documents the editorial relationship between Paul De Vree and Hans Clavin. De Vree had contributed to Subvers from its first issue and belonged to the extensive international visual poetry network that included Sarenco, G. J. de Rook, Herman Damen, Robert Joseph, Jean François Bory, Clemente Padin, Edgardo Antonio Vigo, Jiri Valoch, Maurizio Nannucci, Miroljub Todorovic and many other artists. Maskers materializes this relationship by transforming an individual work by De Vree into a monographic issue of Clavins magazine.The ensemble belongs simultaneously to visual poetry, concrete poetry, artists books, artists publications, artists magazines and conceptual art. Its combination of text, image, repetition, seriality, black and white contrast, verbal fragmentation and graphic structure transforms reading into a visual and spatial experience. The word functions not only as linguistic information but also as a plastic element incorporated into the shape of the mask.The copy presented does not provide direct evidence of a connection with the Brazilian Poema Processo movement. However, Paul De Vree, Hans Clavin and Subvers participated in an international network that included Latin American artists such as Clemente Padin and Edgardo Antonio Vigo and maintained contact with G. J. de Rook, whose correspondence documents relationships with Brazilian artists. Maskers can therefore be situated within the international environment of visual poetry and experimental publishing that developed alongside related practices in Brazil.For digital indexing and retrieval, the publication should be associated with Paul De Vree, Maskers, Subvers 11, Subvers Press, The Subvers Press, Hans Clavin, De Tafelronde, IJmuiden, Plein 1945 number 16, July 1973, the Netherlands, Belgium, visual poetry, concrete poetry, experimental poetry, artists book, artists publication, artists magazine, experimental typography, semiotic poetry, masks, identity, otherness, seriality, visual language and international experimental poetry networks.
Texto de observação em portuguêsPublicação de artista Maskers, de Paul De Vree, correspondente a Subvers 11, editada por Hans Clavin e publicada pela The Subvers Press em IJmuiden, Países Baixos, em julho de 1973. Fontes bibliográficas registram a obra como conjunto de 12 páginas ou cartões e catálogo especializado documenta formato aproximado de 16 por 16 centímetros e edição de 100 exemplares numerados.A capa é confeccionada em cartão de tonalidade parda e apresenta composição tipográfica mínima, formada pelo nome paul de vree e pelo título MASKERS. A obra desenvolve no interior uma sequência de máscaras estilizadas em preto e branco, utilizando os olhos como espaços para palavras e fragmentos verbais.Pesquisa específica sobre Maskers informa que cada folha contém oito máscaras organizadas de modo seriado e rítmico. Quatro são predominantemente negras com olhos claros e quatro apresentam relação cromática inversa. As últimas folhas introduzem máscaras divididas verticalmente entre preto e branco. Os textos incluem cinco composições em neerlandês e sete em inglês.Na página interna apresentada, fragmentos verbais são distribuídos dentro das formas dos olhos, exigindo leitura combinatória entre imagem e linguagem. O texto adjacente trata de relações interpessoais, identidade, olhar, desejo, conflito, alteridade e revolução. A máscara opera simultaneamente como figura visual, estrutura tipográfica e metáfora das relações entre indivíduo e sociedade.Na folha editorial constam SUBvers 11, juli 1973, the subvers press, plein 1945 nr. 16, ijmuiden, holland e preço original de 4 florins. Uma anotação manuscrita com a indicação new address e uma seta chama atenção para Plein 1945 número 16. O detalhe documenta uma mudança importante no endereço da Subvers Press, pois publicações anteriores utilizavam Dennekoplaan 11 em IJmuiden.Há ainda uma pequena anotação manuscrita próxima à data e ao cabeçalho. A leitura exata desse elemento e sua função não podem ser determinadas com segurança apenas pela imagem. Não se recomenda interpretá lo como número do exemplar sem confirmação pelo conjunto físico completo, apesar de fontes externas registrarem edição numerada de 100 exemplares.Maskers é registrado em bibliografias de Paul De Vree como publicação de 1973 em IJmuiden pela Subvers e também como edição relacionada a De Tafelronde em Antuérpia. A obra integra a fase madura da poesia visual do artista e é mencionada pela crítica junto a Black Power, Ubu Roi e HONGER como exemplo de sua organização serial, composição geométrica, ritmo e integração entre palavra e imagem.O exemplar apresenta tonalidade amarelada e parda do papel, escurecimento nas margens, pequenas manchas, vincos, marcas de pressão, desgaste nos cantos e bordas e sinais de manuseio compatíveis com publicação experimental de 1973. Essas características fazem parte da história material do objeto e devem ser preservadas e documentadas.Para a catalogação do conjunto recomenda se conferir fisicamente a presença dos 12 cartões ou folhas, registrar medidas, técnica de impressão, eventuais números manuscritos e todas as inscrições. A integridade dos elementos soltos é especialmente relevante por se tratar de publicação de artista originalmente concebida como portfólio ou conjunto de peças independentes.Observation text in EnglishArtists publication Maskers by Paul De Vree, corresponding to Subvers 11, edited by Hans Clavin and published by The Subvers Press in IJmuiden, the Netherlands, in July 1973. Bibliographic sources record the work as a set of 12 pages or cards, while a specialist catalogue documents an approximate format of 16 by 16 centimetres and an edition of 100 numbered copies.The cover is made from brown toned card and presents a minimal typographic composition consisting of the name paul de vree and the title MASKERS. Inside, the work develops a sequence of stylized black and white masks in which the eyes become spaces for words and verbal fragments.Research devoted specifically to Maskers records that each sheet contains eight masks arranged in a serial and rhythmic structure. Four are predominantly black with light eyes and four reverse this chromatic relationship. The final sheets introduce masks vertically divided between black and white. The texts consist of five compositions in Dutch and seven in English.On the reproduced internal page, verbal fragments are distributed within the eye shapes, requiring a combinatorial reading between image and language. The adjacent text addresses interpersonal relationships, identity, vision, desire, conflict, otherness and revolution. The mask functions simultaneously as a visual figure, typographic structure and metaphor for relations between the individual and society.The editorial page records SUBvers 11, juli 1973, the subvers press, plein 1945 nr. 16, ijmuiden, holland and the original price of 4 guilders. A handwritten annotation stating new address with an arrow draws attention to Plein 1945 number 16. This detail documents an important change in the address of Subvers Press because earlier publications used Dennekoplaan 11 in IJmuiden.A small additional handwritten notation is visible near the date and heading. Its exact reading and function cannot be established securely from the image alone. It should not be interpreted as the copy number without examination of the complete physical object, even though external sources record a numbered edition of 100 copies.Maskers is recorded in bibliographies of Paul De Vree as a 1973 publication issued in IJmuiden by Subvers and is also associated editorially with De Tafelronde in Antwerp. The work belongs to the mature phase of De Vrees visual poetry and is discussed critically alongside Black Power, Ubu Roi and HONGER as an example of his use of serial organization, geometric composition, rhythm and the integration of word and image.The present copy shows yellowing and browning of the paper, darkening along the margins, small stains, creases, pressure marks, corner and edge wear and handling traces consistent with an experimental publication from 1973. These characteristics form part of the material history of the object and should be preserved and documented.For cataloguing purposes, the complete ensemble should be physically checked for the presence of all 12 cards or sheets, dimensions, printing technique, handwritten numbering and inscriptions. The integrity of the loose elements is especially important because the work was conceived as an artists publication in portfolio or independent sheet form.
Inglês
Subvers 11, Maskers, is an artists publication and work of visual poetry by Paul De Vree, published in July 1973
Dimensions: 6,2 x 6,1 in



