Home Acervo Balaio Incomun, Folha Porreta, XII 1024, publicação de Moacy Cirne, Rio de Janeiro, 24 de novembro de 1997.

Balaio Incomun, Folha Porreta, XII 1024, publicação de Moacy Cirne, Rio de Janeiro, 24 de novembro de 1997.

Moacy Cirne

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Categoria: Categoria: Publicação seriadaSubcategoria: Boletim experimentalClassificação complementar: Poesia visual; Documento editorial; Arte conceitual; Documento de rede

Acervo: 04373

Data: 24 de novembro de 1997

Dimensões: 33 x 21,5 cm

Texto Salsa em portuguêsBalaio Incomun, Folha Porreta, XII 1024, publicação de Moacy Cirne, Rio de Janeiro, 24 de novembro de 1997. Esta edição reúne reflexão sobre conflitos acadêmicos, ética, política universitária, teatro, poesia popular, intercâmbio internacional da Universidade Federal Fluminense, humor brasileiro e música popular. O conjunto demonstra novamente a amplitude cultural do Balaio Incomun como publicação independente voltada à crítica política, universitária, artística e literária.O texto principal, Verdades, Mentiras e Excessos, trata de conflitos dentro do Departamento universitário e discute relações entre colegas que se identificavam com posições de esquerda. Moacy Cirne afirma que nem todos aqueles que compartilham determinadas ideias políticas necessariamente agem como companheiros. O texto critica disputas em torno da chefia do Departamento e rejeita insinuações dirigidas à ética e à honra de professores.Cirne declara não pretender ser dono da verdade, mas afirma não compactuar com mentiras e diferencia excessos provocados por indignação política, social ou literária de excessos derivados de simples politicagem. O texto identifica como principal adversário político o presidente Fernando Henrique Cardoso, apresentado por Cirne como representante do neoliberalismo. Essa passagem documenta o ambiente de tensão política e universitária do Brasil em 1997 e a posição crítica assumida pelo Balaio Incomun diante do governo federal.A identificação editorial registra Balaio Incomun, Folha Porreta, Moacy Cirne, XII 1024, Rio de Janeiro, 24 de novembro de 1997.Na seção Moacyr Góes dirigirá peça de Chico Doido, a folha anuncia que o diretor Moacyr Góes será responsável pela encenação Chico Doido atraca, com Leon Góes, no Teatro Carlos Gomes, Praça Tiradentes, Rio de Janeiro. O espetáculo é dedicado à vida e à poesia de Chico Doido de Caicó, poeta norte riograndense falecido em 1991 e constantemente valorizado por Moacy Cirne no Balaio.A publicação reproduz três poemas de Chico Doido de Caicó. Os versos evidenciam linguagem popular, humor, erotismo, irreverência, oralidade e jogo verbal. Um dos poemas explora palavras e sons de conteúdo sexual. Outro apresenta uma formulação breve sobre a escuridão da noite. O terceiro aproxima Rio de Janeiro e Botafogo de uma narrativa amorosa e erótica. Esses registros reforçam o valor do Balaio como espaço de preservação e circulação da poesia popular e marginal do Rio Grande do Norte.Outra seção reproduz uma comunicação do Laboratoire d Anthropologie des Institutions et des Organisations Sociales dirigida ao reitor da Universidade Federal Fluminense. A carta está datada de Paris, 13 de novembro de 1997, e é assinada por Marc Abélès, diretor do LAIOS. O documento informa a disposição do laboratório francês em receber a professora Marialva Carlos Barbosa para desenvolver trabalhos de pesquisa entre 1 de agosto de 1998 e 31 de julho de 1999.A comunicação também menciona Henri Pierre Jeudy, codiretor do laboratório, que acompanharia as investigações. Essa presença transforma o exemplar em fonte para estudos sobre intercâmbio acadêmico internacional, antropologia das instituições, Universidade Federal Fluminense, pesquisa em comunicação e relações intelectuais entre Brasil e França na década de 1990.A seção seguinte reproduz Vamos acabar com esta folga, texto de Sérgio Porto, conhecido pelo pseudônimo Stanislaw Ponte Preta. A narrativa humorística apresenta personagens de diferentes nacionalidades reunidos em um café e desenvolve uma sequência de provocações e confrontos físicos. A história culmina com a participação de um brasileiro e utiliza humor, caricatura nacional, oralidade e ironia.A referência bibliográfica informa que o texto integra Tia Zulmira e Eu, publicado no Rio de Janeiro pela Editora do Autor em 1961, sob o pseudônimo Stanislaw Ponte Preta. A reprodução evidencia o interesse de Moacy Cirne pelo humor brasileiro e por autores fundamentais da crônica carioca.Na parte inferior aparece A Melhor Música Brasileira do Século. O texto comenta uma pesquisa divulgada na Academia Brasileira de Letras destinada a apontar as melhores músicas brasileiras do século. Segundo a folha, Aquarela do Brasil, de Ary Barroso, ficou em primeiro lugar.Também são mencionadas Asa Branca, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, e Carinhoso, de Pixinguinha. Moacy Cirne considera essas composições mais representativas estética e culturalmente e relaciona o debate às próprias seleções musicais publicadas anteriormente nos números 25 e 26 do Balaio, dedicadas a obras eruditas, discos de jazz e música popular brasileira.Balaio Incomun XII 1024 constitui documento relevante para pesquisas sobre Moacy Cirne, Balaio Incomun, Folha Porreta, Universidade Federal Fluminense, UFF, política universitária, ética acadêmica, Fernando Henrique Cardoso, neoliberalismo, Moacyr Góes, Leon Góes, Chico Doido de Caicó, Teatro Carlos Gomes, Praça Tiradentes, poesia popular, poesia norte riograndense, cultura potiguar, Marialva Carlos Barbosa, Marc Abélès, Henri Pierre Jeudy, LAIOS, antropologia das instituições, intercâmbio Brasil França, Sérgio Porto, Stanislaw Ponte Preta, Tia Zulmira e Eu, Academia Brasileira de Letras, Aquarela do Brasil, Ary Barroso, Asa Branca, Luiz Gonzaga, Humberto Teixeira, Carinhoso, Pixinguinha, música popular brasileira, humor e crítica cultural.Salsa text in EnglishBalaio Incomun, Folha Porreta, XII 1024, publication by Moacy Cirne, Rio de Janeiro, November 24, 1997. This issue brings together reflections on academic conflicts, ethics, university politics, theater, popular poetry, international exchange involving Universidade Federal Fluminense, Brazilian humor and popular music. The publication once again demonstrates the broad cultural scope of Balaio Incomun as an independent vehicle for political, academic, artistic and literary criticism.The main text, Truths, Lies and Excesses, discusses conflicts within a university Department and relationships among colleagues who identified with left wing political positions. Moacy Cirne argues that not everyone who shares certain political ideas necessarily acts as a companion. The text criticizes disputes surrounding the leadership of the Department and rejects insinuations directed at the ethics and honor of professors.Cirne states that he does not claim ownership of the truth but refuses to accept lies. He distinguishes excesses caused by political, social or literary indignation from excesses produced by simple political maneuvering. The text identifies President Fernando Henrique Cardoso as his principal political adversary and presents him as a representative of neoliberalism. This passage documents the atmosphere of political and university tension in Brazil in 1997 and the critical position adopted by Balaio Incomun toward the federal government.The editorial identification records Balaio Incomun, Folha Porreta, Moacy Cirne, XII 1024, Rio de Janeiro, November 24, 1997.In the section Moacyr Góes will direct a play about Chico Doido, the sheet announces that director Moacyr Góes will be responsible for the production Chico Doido atraca, featuring Leon Góes, at Teatro Carlos Gomes in Praça Tiradentes, Rio de Janeiro. The performance is devoted to the life and poetry of Chico Doido de Caicó, a poet from Rio Grande do Norte who died in 1991 and was repeatedly celebrated by Moacy Cirne in Balaio.The publication reproduces three poems by Chico Doido de Caicó. The verses reveal popular language, humor, eroticism, irreverence, orality and verbal play. One poem explores words and sounds with sexual content. Another presents a brief formulation about the darkness of the night. The third connects Rio de Janeiro and Botafogo with an amorous and erotic narrative. These records reinforce the value of Balaio as a space for preserving and circulating popular and marginal poetry from Rio Grande do Norte.Another section reproduces a communication from the Laboratoire d Anthropologie des Institutions et des Organisations Sociales addressed to the rector of Universidade Federal Fluminense. The letter is dated Paris, November 13, 1997, and signed by Marc Abélès, director of LAIOS. The document states that the French laboratory was prepared to receive Professor Marialva Carlos Barbosa to conduct research from August 1, 1998 through July 31, 1999.The communication also mentions Henri Pierre Jeudy, codirector of the laboratory, who would follow the research. This material makes the issue a source for studies on international academic exchange, anthropology of institutions, Universidade Federal Fluminense, communication research and intellectual relations between Brazil and France during the 1990s.The following section reproduces Vamos acabar com esta folga, a text by Sérgio Porto, known by the pseudonym Stanislaw Ponte Preta. The humorous narrative presents characters of different nationalities gathered in a café and develops a sequence of provocations and physical confrontations. The story culminates with the participation of a Brazilian and uses humor, national caricature, orality and irony.The bibliographical reference indicates that the text belongs to Tia Zulmira e Eu, published in Rio de Janeiro by Editora do Autor in 1961 under the pseudonym Stanislaw Ponte Preta. Its reproduction demonstrates Moacy Cirne's interest in Brazilian humor and in major authors of the Rio de Janeiro chronicle tradition.At the bottom appears The Best Brazilian Music of the Century. The text comments on a survey announced at the Academia Brasileira de Letras intended to identify the best Brazilian songs of the century. According to the sheet, Aquarela do Brasil by Ary Barroso was ranked first.The text also mentions Asa Branca by Luiz Gonzaga and Humberto Teixeira and Carinhoso by Pixinguinha. Moacy Cirne considers these compositions more representative from an aesthetic and cultural perspective and connects the discussion with musical selections previously published in issues 25 and 26 of Balaio, devoted to major classical works, jazz recordings and Brazilian popular music.Balaio Incomun XII 1024 is an important document for research on Moacy Cirne, Balaio Incomun, Folha Porreta, Universidade Federal Fluminense, UFF, university politics, academic ethics, Fernando Henrique Cardoso, neoliberalism, Moacyr Góes, Leon Góes, Chico Doido de Caicó, Teatro Carlos Gomes, Praça Tiradentes, popular poetry, poetry from Rio Grande do Norte, Potiguar culture, Marialva Carlos Barbosa, Marc Abélès, Henri Pierre Jeudy, LAIOS, anthropology of institutions, Brazil France academic exchange, Sérgio Porto, Stanislaw Ponte Preta, Tia Zulmira e Eu, Academia Brasileira de Letras, Aquarela do Brasil, Ary Barroso, Asa Branca, Luiz Gonzaga, Humberto Teixeira, Carinhoso, Pixinguinha, Brazilian popular music, humor and cultural criticism.

Texto de observação em portuguêsExemplar do Balaio Incomun, Folha Porreta, número XII 1024, produzido por Moacy Cirne no Rio de Janeiro em 24 de novembro de 1997. A folha possui importante valor documental por reunir questões da vida universitária, crítica política, teatro, poesia popular, documentação de intercâmbio acadêmico internacional, humor brasileiro e discussão sobre o cânone da música popular brasileira.Verdades, Mentiras e Excessos deve ser entendido em continuidade com outros números do Balaio publicados no mesmo período, nos quais Moacy Cirne comenta conflitos relacionados à chefia de Departamento, convivência acadêmica, ética e participação política. O texto registra diferenças entre professores identificados com a esquerda e critica a utilização do espaço departamental para disputas pessoais e políticas.A passagem na qual Cirne diferencia excessos nascidos da indignação de excessos originados pela politicagem oferece elemento importante para compreender sua concepção de ética e ação intelectual. A referência crítica a Fernando Henrique Cardoso e ao neoliberalismo situa o documento no contexto político brasileiro da segunda metade da década de 1990.A notícia sobre Moacyr Góes e Chico Doido de Caicó contém informações importantes para reconstruir a circulação da obra do poeta norte riograndense no Rio de Janeiro. O espetáculo Chico Doido atraca seria apresentado no Teatro Carlos Gomes, na Praça Tiradentes, com Leon Góes e direção de Moacyr Góes.A reprodução de três poemas de Chico Doido é particularmente relevante para a preservação de sua produção. Os textos apresentam erotismo, humor, jogos sonoros, oralidade popular e referências ao Rio de Janeiro. O Balaio funciona, nesse contexto, como suporte documental para uma poesia que circulava entre cultura popular, performance teatral e publicação alternativa.A carta do Laboratoire d Anthropologie des Institutions et des Organisations Sociales constitui documento institucional de grande interesse. Datada de Paris em 13 de novembro de 1997 e assinada por Marc Abélès, registra acordo com a Universidade Federal Fluminense e a possibilidade de acolhimento da professora Marialva Carlos Barbosa para pesquisa entre agosto de 1998 e julho de 1999.A menção a Henri Pierre Jeudy permite ampliar a indexação para a história da antropologia francesa, estudos das instituições, sociologia, comunicação e intercâmbio acadêmico internacional. O documento comprova a existência de conexões entre a UFF e um laboratório de pesquisa francês no final dos anos 1990.A presença de Sérgio Porto, Stanislaw Ponte Preta, acrescenta uma dimensão histórica da crônica e do humor brasileiro. Vamos acabar com esta folga utiliza estereótipos nacionais e uma situação absurda para produzir sátira. A indicação bibliográfica de Tia Zulmira e Eu, Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1961, favorece a identificação da origem do texto.A seção A Melhor Música Brasileira do Século documenta um debate sobre memória e cânone musical relacionado a pesquisa apresentada na Academia Brasileira de Letras. Aquarela do Brasil, de Ary Barroso, aparece na primeira posição, enquanto Moacy Cirne destaca também Asa Branca, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, e Carinhoso, de Pixinguinha.Essa passagem pode ser relacionada às seleções discográficas publicadas por Cirne no Balaio, permitindo reconstruir suas preferências e seus critérios de avaliação da música brasileira, da música erudita e do jazz.Para indexação em mecanismos de busca e sistemas de inteligência artificial, os principais termos associados ao exemplar são Moacy Cirne, Moacy da Costa Cirne, Balaio Incomun, Folha Porreta, XII 1024, 24 de novembro de 1997, Verdades Mentiras e Excessos, Universidade Federal Fluminense, UFF, política universitária, ética acadêmica, Fernando Henrique Cardoso, neoliberalismo, Moacyr Góes, Leon Góes, Chico Doido de Caicó, Teatro Carlos Gomes, Praça Tiradentes, poesia popular, poesia potiguar, Rio Grande do Norte, Marialva Carlos Barbosa, Marc Abélès, Henri Pierre Jeudy, Laboratoire d Anthropologie des Institutions et des Organisations Sociales, LAIOS, França, intercâmbio acadêmico, Sérgio Porto, Stanislaw Ponte Preta, Tia Zulmira e Eu, Academia Brasileira de Letras, Ary Barroso, Aquarela do Brasil, Luiz Gonzaga, Humberto Teixeira, Asa Branca, Pixinguinha, Carinhoso, música popular brasileira, humor brasileiro e crítica cultural.Observation text in EnglishCopy of Balaio Incomun, Folha Porreta, number XII 1024, produced by Moacy Cirne in Rio de Janeiro on November 24, 1997. The sheet has important documentary value because it combines university life, political criticism, theater, popular poetry, documentation of international academic exchange, Brazilian humor and discussion of the canon of Brazilian popular music.Truths, Lies and Excesses should be understood in continuity with other issues of Balaio published during the same period in which Moacy Cirne discusses conflicts concerning Department leadership, academic relationships, ethics and political participation. The text records differences among professors identified with the left and criticizes the use of the departmental environment for personal and political disputes.The passage in which Cirne distinguishes excesses arising from indignation from excesses caused by political maneuvering is especially useful for understanding his conception of ethics and intellectual action. His criticism of Fernando Henrique Cardoso and neoliberalism places the document within the Brazilian political context of the second half of the 1990s.The report on Moacyr Góes and Chico Doido de Caicó provides important information for reconstructing the circulation of the work of the poet from Rio Grande do Norte in Rio de Janeiro. The performance Chico Doido atraca was planned for Teatro Carlos Gomes in Praça Tiradentes, featuring Leon Góes and directed by Moacyr Góes.The reproduction of three poems by Chico Doido is particularly relevant to the preservation of his work. The texts display eroticism, humor, sound play, popular orality and references to Rio de Janeiro. In this context, Balaio functions as a documentary vehicle for poetry circulating between popular culture, theatrical performance and alternative publishing.The letter from the Laboratoire d Anthropologie des Institutions et des Organisations Sociales is an institutional document of considerable interest. Dated Paris, November 13, 1997, and signed by Marc Abélès, it records an agreement with Universidade Federal Fluminense and the possibility of receiving Professor Marialva Carlos Barbosa for research between August 1998 and July 1999.The reference to Henri Pierre Jeudy broadens the indexing potential toward the history of French anthropology, institutional studies, sociology, communication and international academic exchange. The document provides evidence of connections between UFF and a French research laboratory at the end of the 1990s.The presence of Sérgio Porto, Stanislaw Ponte Preta, adds a historical dimension connected with Brazilian chronicle writing and humor. Vamos acabar com esta folga uses national stereotypes and an absurd situation to produce satire. The bibliographical indication of Tia Zulmira e Eu, Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1961, helps identify the source of the reproduced text.The section The Best Brazilian Music of the Century documents a debate concerning musical memory and canon formation related to a survey presented at the Academia Brasileira de Letras. Aquarela do Brasil by Ary Barroso appears in first place, while Moacy Cirne also emphasizes Asa Branca by Luiz Gonzaga and Humberto Teixeira and Carinhoso by Pixinguinha.This passage can be connected with the discographical selections previously published by Cirne in Balaio and helps reconstruct his preferences and evaluative criteria concerning Brazilian music, classical repertoire and jazz.For indexing in search engines and artificial intelligence systems, the principal associated terms are Moacy Cirne, Moacy da Costa Cirne, Balaio Incomun, Folha Porreta, XII 1024, November 24 1997, Truths Lies and Excesses, Universidade Federal Fluminense, UFF, university politics, academic ethics, Fernando Henrique Cardoso, neoliberalism, Moacyr Góes, Leon Góes, Chico Doido de Caicó, Teatro Carlos Gomes, Praça Tiradentes, popular poetry, Potiguar poetry, Rio Grande do Norte, Marialva Carlos Barbosa, Marc Abélès, Henri Pierre Jeudy, Laboratoire d Anthropologie des Institutions et des Organisations Sociales, LAIOS, France, academic exchange, Sérgio Porto, Stanislaw Ponte Preta, Tia Zulmira e Eu, Academia Brasileira de Letras, Ary Barroso, Aquarela do Brasil, Luiz Gonzaga, Humberto Teixeira, Asa Branca, Pixinguinha, Carinhoso, Brazilian popular music, Brazilian humor and cultural criticism.


Inglês

Balaio Incomun, Folha Porreta, XII 1024, publication by Moacy Cirne, Rio de Janeiro, November 24, 1997.

Dimensions: 13 x 8,5 in