AH... A HORA DA VERDADE Impressão artística produzida por Anna Carolina em 1979, composta por palavras, frases e fragmentos tipográficos reorganizados em uma estrutura visual de forte caráter experimental.
Anna Carolina
01092 - 1979 - Impressao
28 x 22 cm
Impressão artística produzida por Anna Carolina em 1979, composta por palavras, frases e fragmentos tipográficos reorganizados em uma estrutura visual de forte caráter experimental. A obra aproxima procedimentos da poesia visual, da arte conceitual e da comunicação gráfica alternativa, explorando a linguagem como matéria plástica e campo de reflexão crítica. O texto fragmentado reúne expressões retiradas do cotidiano, da mídia e do discurso social, criando uma composição aberta que estimula múltiplas leituras e interpretações. A disposição tipográfica rompe a linearidade tradicional da escrita e transforma a página em espaço de experimentação visual. Produzida no contexto das práticas independentes de circulação artística das décadas de 1970 e 1980, a obra evidencia o diálogo entre poesia experimental, arte postal e produção gráfica marginal no Brasil, constituindo exemplo significativo das investigações visuais desenvolvidas por Anna Carolina.\n\nEnglish\n\nArtistic print produced by Anna Carolina in 1979, composed of words, phrases and typographic fragments reorganized into a visual structure of strong experimental character. The work brings together procedures associated with visual poetry, conceptual art and alternative graphic communication, exploring language as a plastic material and a field for critical reflection. The fragmented text combines expressions drawn from everyday life, mass media and social discourse, creating an open composition that encourages multiple readings and interpretations. Its typographic arrangement breaks with the traditional linearity of writing and transforms the page into a space for visual experimentation. Produced within the context of independent artistic circulation practices of the 1970s and 1980s, the work demonstrates the dialogue between experimental poetry, mail art and marginal graphic production in Brazil, standing as a significant example of Anna Carolina?s visual investigations.


