Impressão da obra Vida, de Almandrade, vinculada às investigações semióticas desenvolvidas pelo artista no campo da poesia visual e da arte conceitual brasileira.
Almandrade - Antonio Luiz M Andrade
00131 - - impressão
33 x 21,7
Impressão da obra Vida, de Almandrade, vinculada às investigações semióticas desenvolvidas pelo artista no campo da poesia visual e da arte conceitual brasileira. A composição apresenta a palavra VIDA construída por meio da integração entre formas geométricas e estruturas tipográficas sintetizadas, transformando o signo verbal em configuração visual autônoma. As letras são reorganizadas de maneira a produzir uma leitura simultaneamente textual e imagética, explorando relações entre linguagem, percepção e significado. O círculo central assume papel estruturador da composição, funcionando como núcleo visual em torno do qual os demais elementos se articulam. A obra evidencia o interesse de Almandrade pela transformação da palavra em imagem e pela investigação dos processos de comunicação visual. Inserida no contexto das experiências semióticas da década de 1970, a peça constitui importante exemplo das relações entre poesia visual, design gráfico e reflexão conceitual.\n\nPrint of the work Vida by Almandrade, associated with the semiotic investigations developed by the artist within Brazilian visual poetry and conceptual art. The composition presents the word VIDA constructed through the integration of geometric forms and simplified typographic structures, transforming the verbal sign into an autonomous visual configuration. The letters are reorganized to produce a reading that is simultaneously textual and imagistic, exploring relationships between language, perception, and meaning. The central circle functions as the structural core of the composition, around which the remaining elements are organized. The work reflects Almandrade?s interest in transforming words into images and in examining the mechanisms of visual communication. Situated within the context of semiotic experimentation during the 1970s, the piece constitutes an important example of the relationship between visual poetry, graphic design, and conceptual reflection.


