Silêncio, Almandrade. Impresso de poesia visual no qual Almandrade constrói a palavra Silêncio por meio da disposição espacial fragmentada de letras sobre linhas horizontais e verticais
Almandrade - Antonio Luiz M Andrade
02487 - - Impressao
21,5 x 14,7 cm
Silêncio, Almandrade. Impresso de poesia visual no qual Almandrade constrói a palavra Silêncio por meio da disposição espacial fragmentada de letras sobre linhas horizontais e verticais. A composição utiliza recursos mínimos para transformar o próprio significado da palavra em experiência visual, fazendo com que o leitor percorra lentamente os elementos gráficos até completar mentalmente o termo apresentado. A obra integra a pesquisa do artista sobre síntese formal, linguagem verbal e estrutura geométrica, características recorrentes de sua produção desde a década de 1970. A redução dos elementos visuais e a economia dos meios reforçam a dimensão conceitual da peça, na qual o silêncio deixa de ser apenas palavra e passa a atuar como espaço, intervalo e percepção. O trabalho exemplifica a aproximação entre poesia visual, arte conceitual e design gráfico desenvolvida por Almandrade no contexto da arte experimental brasileira.\n\nSilence, Almandrade. Visual poetry print in which Almandrade constructs the word Silence through the spatial arrangement of fragmented letters placed along horizontal and vertical lines. The composition employs minimal resources to transform the meaning of the word into a visual experience, leading the viewer through the graphic elements until the term is mentally completed. The work belongs to the artist?s ongoing investigation of formal synthesis, verbal language and geometric structure, recurring characteristics of his production since the 1970s. The reduction of visual elements and economy of means reinforce the conceptual dimension of the piece, where silence becomes not only a word but also a space, interval and perceptual experience. The work exemplifies the intersection of visual poetry, conceptual art and graphic design developed by Almandrade within the context of Brazilian experimental art.
