Balaio Incomun nº 175 (115)
Moacy Cirne
Categoria: Categoria: Publicação seriadaSubcategoria: Boletim experimentalClassificação complementar: Poesia visual; Documento editorial; Arte conceitual; Documento de rede
Acervo: 01771
Data: 5 de outubro de 1988
Dimensões: 33 x 21,5 cm
Exemplar do Balaio Incomum, boletim independente produzido por Moacy Cirne no âmbito da Comunicação/UFF, em Niterói, datado de 5 de outubro de 1988. Este número apresenta continuidade da seção
OS GRANDES CLÁSSICOS DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA/2
, reunindo uma listagem de canções e compositores, configurando um inventário cultural vinculado à memória da música popular brasileira.A publicação articula ainda conteúdos de natureza poética e informativa. Na seção |POESIAPOEMAPOESIA|, surge o poema
VII
, atribuído a Marcio André, seguido por outros fragmentos poéticos. O boletim inclui também notas sobre cinema e circulação cultural, como a menção ao curta de Tunico Amâncio e à Mostra Olney São Paulo, indicando diálogo com o circuito audiovisual independente.Inserido no contexto político-cultural dos anos 1970
80, marcado por censura e pela atuação de redes alternativas, o Balaio Incomum funcionava como meio de circulação de ideias, crítica e experimentação textual. Sua materialidade datilografada e reprodução simples reforçam seu caráter efêmero e sua relevância como documento histórico das práticas independentes no Brasil.
Exemplar do Balaio Incomum, boletim independente produzido por Moacy Cirne no âmbito da Comunicação/UFF, em Niterói, datado de 5 de outubro de 1988. Este número apresenta continuidade da seção
OS GRANDES CLÁSSICOS DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA/2
, reunindo uma listagem de canções e compositores, configurando um inventário cultural vinculado à memória da música popular brasileira.A publicação articula ainda conteúdos de natureza poética e informativa. Na seção |POESIAPOEMAPOESIA|, surge o poema
VII
, atribuído a Marcio André, seguido por outros fragmentos poéticos. O boletim inclui também notas sobre cinema e circulação cultural, como a menção ao curta de Tunico Amâncio e à Mostra Olney São Paulo, indicando diálogo com o circuito audiovisual independente.Inserido no contexto político-cultural dos anos 1970
80, marcado por censura e pela atuação de redes alternativas, o Balaio Incomum funcionava como meio de circulação de ideias, crítica e experimentação textual. Sua materialidade datilografada e reprodução simples reforçam seu caráter efêmero e sua relevância como documento histórico das práticas independentes no Brasil.
Inglês
Balaio Incomun nº 175 (115)
Dimensions: 13 x 8,5 in
