Balaio Incomun IX 689
Moacy Cirne
Categoria: Categoria: Publicação seriadaSubcategoria: Boletim experimentalClassificação complementar: Poesia visual; Documento editorial; Arte conceitual; Documento de rede
Acervo: 02081
Data: 22 de Novembro de 1994
Dimensões: 33 x 20,5 cm
Este exemplar do Balaio Incomum, editado por Moacy Cirne, integra o circuito de publicações independentes vinculadas à Comunicação/UFF e às redes alternativas de circulação cultural no Brasil. Datado de 22 de novembro de 1994, o número apresenta como eixo central o texto
Balaio decreta imortalidade de Chico Doido de Caicó
, estruturado como manifesto satírico e crítico, articulando linguagem institucional paródica e comentário cultural. O documento mobiliza referências à Academia Brasileira de Letras e ao campo literário nacional, operando uma inversão irônica de valores ao
decretar
uma imortalidade (anti)acadêmica.Na sequência, inclui a seção
Poemas de Chico Doido de Caicó
, com versos de caráter humorístico e crítico, evidenciando a dimensão performativa e marginal da poesia experimental. Produzido em formato datilografado e de circulação restrita, o boletim reafirma sua função como dispositivo de comunicação alternativa, atuando fora dos circuitos editoriais convencionais. Sua materialidade simples e direta evidencia o caráter urgente e independente dessas redes, fundamentais no contexto político-cultural posterior às décadas de censura e repressão.
Observação 1:Publicação integrante da série Balaio Incomum, caracterizada por numeração contínua e produção independente, com circulação restrita em redes de poesia experimental e comunicação alternativa.Observação 2:Conteúdo marcado por crítica institucional e humor, articulando poesia, manifesto e intervenção cultural, com referência direta ao campo literário brasileiro.
Inglês
Balaio Incomun IX 689
Dimensions: 13 x 8,1 in
