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Balaio incomun nº 173 (114)

Moacy Cirne

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Categoria: Categoria: Publicação seriadaSubcategoria: Boletim experimentalClassificação complementar: Poesia visual; Documento editorial; Arte conceitual; Documento de rede

Acervo: 01770

Data: 28 de setembro de 1988

Dimensões: 33 x 21,5 cm

Exemplar do Balaio Incomum, boletim independente produzido por Moacy Cirne no âmbito da Comunicação/UFF, em Niterói, datado de 28 de setembro de 1988. Este número apresenta uma estrutura editorial diversificada, reunindo levantamento cultural, comentário crítico e poesia, em formato datilografado de circulação restrita.Destaca-se a seção

OS GRANDES CLASSICOS DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA/1

, que organiza uma lista de canções e compositores, evidenciando o interesse em mapear repertórios culturais no contexto da produção brasileira. Em seguida, o texto

ESCROTÉU DE MERDA

introduz comentário crítico de cunho político, enquanto

RECITAL OU RECITAÇÃO

propõe reflexão sobre práticas de leitura poética e performance. A seção |POESIAPOEMAPOESIA| inclui o poema

bainha aberta

, de Astrid Cabral, ampliando o campo de vozes presentes na publicação.Inserido no contexto político-cultural dos anos 1970

80, marcado por censura e pela atuação de redes independentes, o Balaio Incomum funcionava como meio de circulação de ideias e experimentação textual, sendo hoje documento relevante das práticas alternativas de comunicação e poesia no Brasil.

Exemplar do Balaio Incomum, boletim independente produzido por Moacy Cirne no âmbito da Comunicação/UFF, em Niterói, datado de 28 de setembro de 1988. Este número apresenta uma estrutura editorial diversificada, reunindo levantamento cultural, comentário crítico e poesia, em formato datilografado de circulação restrita.Destaca-se a seção

OS GRANDES CLASSICOS DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA/1

, que organiza uma lista de canções e compositores, evidenciando o interesse em mapear repertórios culturais no contexto da produção brasileira. Em seguida, o texto

ESCROTÉU DE MERDA

introduz comentário crítico de cunho político, enquanto

RECITAL OU RECITAÇÃO

propõe reflexão sobre práticas de leitura poética e performance. A seção |POESIAPOEMAPOESIA| inclui o poema

bainha aberta

, de Astrid Cabral, ampliando o campo de vozes presentes na publicação.Inserido no contexto político-cultural dos anos 1970

80, marcado por censura e pela atuação de redes independentes, o Balaio Incomum funcionava como meio de circulação de ideias e experimentação textual, sendo hoje documento relevante das práticas alternativas de comunicação e poesia no Brasil.


Inglês

Balaio incomun nº 173 (114)

Dimensions: 13 x 8,5 in