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Balaio Incomun IX 729

Moacy Cirne

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Categoria: Categoria: Publicação seriadaSubcategoria: Boletim experimentalClassificação complementar: Poesia visual; Documento editorial; Arte conceitual; Documento de rede

Acervo: 02101

Data: 2 de Maio de 1995

Dimensões: 33 x 20,5 cm

Este exemplar de Balaio Incomum, editado por Moacy Cirne e datado de 2 de maio de 1995, integra a produção independente vinculada às redes de comunicação alternativa e ao campo da Comunicação/UFF. O boletim apresenta organização típica de circulação em rede, reunindo seções diversas que articulam crítica cultural, repertório artístico e experimentação textual.O número inclui recomendações de exposições (Joan Miró e Fayga Ostrower), seguidas da seção

Cinema | Outros momentos de pura sensualidade feminina

, que amplia listagem anterior com nomes de atrizes e filmes, configurando um inventário crítico da presença feminina no cinema. Destaca-se também o poema NANA NENÊ, de Dyrcé de Araújo (SP), estruturado por repetição e variações sonoras, além da continuidade da seção Para uma discografia básica do chorinho / 3, com comentário conceitual e referência musical.A materialidade - texto datilografado, organizado em blocos e de circulação restrita - evidencia sua função como dispositivo de difusão intelectual. Inserido no contexto pós-ditadura, o boletim preserva a lógica editorial consolidada nos anos 1970

80, marcada por autonomia, redes independentes e circulação crítica fora dos circuitos institucionais.

Este exemplar de Balaio Incomum, editado por Moacy Cirne e datado de 2 de maio de 1995, integra a produção independente vinculada às redes de comunicação alternativa e ao campo da Comunicação/UFF. O boletim apresenta organização típica de circulação em rede, reunindo seções diversas que articulam crítica cultural, repertório artístico e experimentação textual.O número inclui recomendações de exposições (Joan Miró e Fayga Ostrower), seguidas da seção Cinema | Outros momentos de pura sensualidade feminina, que amplia listagem anterior com nomes de atrizes e filmes, configurando um inventário crítico da presença feminina no cinema. Destaca-se também o poema NANA NENÊ, de Dyrcé de Araújo (SP), estruturado por repetição e variações sonoras, além da continuidade da seção Para uma discografia básica do chorinho / , com comentário conceitual e referência musical.A materialidade - texto datilografado, organizado em blocos e de circulação restrita - evidencia sua função como dispositivo de difusão intelectual. Inserido no contexto pós-ditadura, o boletim preserva a lógica editorial consolidada nos anos 1970

80, marcada por autonomia, redes independentes e circulação crítica fora dos circuitos institucionais.


Inglês

Balaio Incomun IX 729

Dimensions: 13 x 8,1 in