Balaio Incomun VII 529
Moacy Cirne
Categoria: Categoria: Publicação seriadaSubcategoria: Boletim experimentalClassificação complementar: Poesia visual; Documento editorial; Arte conceitual; Documento de rede
Acervo: 01985
Data: 18 de Agosto de 1993
Dimensões: 33 x 20,5 cm
Este número do Balaio Incomum, editado por Moacy Cirne no âmbito da Comunicação/UFF, apresenta um conjunto heterogêneo de textos que articula crítica política, comentário cultural e produção poética contemporânea. O boletim abre com um texto satírico dirigido a figura pública identificada no documento, seguido da seção
Vale a pena ler ou reler
, que reúne citações de diferentes autores, evidenciando a prática de circulação e recombinação textual característica das redes independentes.Na sequência, o exemplar incorpora poemas atribuídos a Clara Góes, Leila Miccolis e Isabel Câmara, mantendo a lógica editorial de agregação de vozes diversas em um suporte mínimo e de ampla reprodutibilidade. Produzido em contexto pós-ditadura, após as décadas de 1970 e 1980 marcadas por censura e repressão, o Balaio Incomum opera como dispositivo de resistência cultural e difusão de ideias fora dos circuitos institucionais. Sua materialidade simples - datilografada e de circulação restrita - reforça seu valor como documento histórico das práticas de comunicação alternativa e da poesia experimental brasileira.
Observação 1:Boletim independente com numeração sequencial contínua (VII/529), produzido por Moacy Cirne, em formato datilografado e de circulação restrita, mantendo a natureza híbrida do Balaio Incomum entre crítica cultural, poesia e intervenção editorial.Observação 2:Conteúdo articula crítica política, comentário sobre mídia e futebol, e circulação de poemas de Clara Góes, Leila Míccollis e Isabel Câmara, evidenciando o boletim como espaço de confronto cultural, humor ácido e difusão de vozes poéticas alternativas.
Inglês
Balaio Incomun VII 529
Dimensions: 13 x 8,1 in
