BALAIO INCOMUM V/263
Moacy Cirne
Categoria: Categoria: Publicação seriadaSubcategoria: Boletim experimentalClassificação complementar: Poesia visual; Documento editorial; Arte conceitual; Documento de rede
Acervo: 01864
Data: Rio, 11 março 1991
Dimensões: 33 x 21,5 cm
Este exemplar do Balaio Incomum, editado por Moacy Cirne no circuito da Comunicação/UFF, evidencia a articulação entre crítica cultural e registro literário no contexto das redes independentes brasileiras. Datilografado e de circulação restrita, o boletim apresenta, na abertura, um comentário sobre a exibição do filme
Intolerância
, acompanhado de referências à atuação institucional da UFF e da Cinemateca, indicando o diálogo do periódico com o campo cultural mais amplo.A seção
AS POESIAS INCOMPLETAS DE UM CAICOENSE
reúne textos atribuídos a Francisco Manoel de Souza Forte (Chico Doido), organizados em forma de fragmentos poéticos numerados, com linguagem coloquial e forte marca regional. O texto contextualiza a circulação desses poemas e menciona sua inserção em publicação futura, reforçando a função do boletim como meio de difusão e antecipação editorial.Inserido no cenário pós-ditadura, ainda marcado por disputas culturais e resquícios de censura, o Balaio Incomum atua como espaço de circulação crítica, documentação e experimentação, consolidando sua relevância histórica na poesia experimental e comunicação alternativa.
Observação 1 (contexto editorial):Boletim independente editado por Moacy Cirne, com numeração sequencial (V/263), produzido de forma datilografada e distribuído em redes alternativas ligadas à Comunicação/UFF.Observação 2 (conteúdo e relevância):Número que combina crítica cultural institucional com divulgação de poesia regional e experimental, evidenciando o papel do boletim como mediador entre produção literária e redes de circulação independente.
Inglês
BALAIO INCOMUM V/263
Dimensions: 13 x 8,5 in
