Balaio Incomun |III/(169)| Folha Porreta
Moacy Cirne
Categoria: Categoria: Publicação seriadaSubcategoria: Boletim experimentalClassificação complementar: Poesia visual; Documento editorial; Arte conceitual; Documento de rede
Acervo: 01797
Data: Niterói, 1/7/1989 /Reedição: dez/1996
Dimensões: 33 x 21,5 cm
Este exemplar do Balaio Incomum, editado por Moacy Cirne no contexto da Comunicação/UFF, evidencia o caráter híbrido entre poesia experimental, crítica cultural e prática editorial independente que marcou as redes alternativas brasileiras nas décadas de 1970 e 1980. Identificado como III/(169) e acompanhado da indicação de reedição (dezembro de 1996), o documento apresenta uma sequência de títulos poéticos organizados por alternativas (
ou
), explorando ironia, paródia e deslocamento semântico - como em
Romance do lobisomem aloprado no país das maravilhas
e
Todo candidato colorido é um farsante
. A seção
Antipoema nº 1
introduz uma composição visual que articula texto e imagem, reforçando a lógica processual do poema enquanto campo expandido. Produzido em formato datilografado e de circulação restrita, o boletim funciona como dispositivo de difusão crítica fora dos circuitos institucionais, refletindo tensões políticas e culturais do período pós-ditadura. Sua materialidade e linguagem evidenciam práticas autônomas fundamentais para a história da poesia visual e da comunicação alternativa no Brasil.
Este exemplar do Balaio Incomum, editado por Moacy Cirne no contexto da Comunicação/UFF, evidencia o caráter híbrido entre poesia experimental, crítica cultural e prática editorial independente que marcou as redes alternativas brasileiras nas décadas de 1970 e 1980. Identificado como III/(169) e acompanhado da indicação de reedição (dezembro de 1996), o documento apresenta uma sequência de títulos poéticos organizados por alternativas (
ou
), explorando ironia, paródia e deslocamento semântico - como em
Romance do lobisomem aloprado no país das maravilhas
e
Todo candidato colorido é um farsante
. A seção
Antipoema nº 1
introduz uma composição visual que articula texto e imagem, reforçando a lógica processual do poema enquanto campo expandido. Produzido em formato datilografado e de circulação restrita, o boletim funciona como dispositivo de difusão crítica fora dos circuitos institucionais, refletindo tensões políticas e culturais do período pós-ditadura. Sua materialidade e linguagem evidenciam práticas autônomas fundamentais para a história da poesia visual e da comunicação alternativa no Brasil.
Inglês
Balaio Incomun |III/(169)| Folha Porreta
Dimensions: 13 x 8,5 in
