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Balaio Incomun III/(134)

Moacy Cirne

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Categoria: Categoria: Publicação seriadaSubcategoria: Boletim experimentalClassificação complementar: Poesia visual; Documento editorial; Arte conceitual; Documento de rede

Acervo: 01781

Data: Niterói, 22 de dezembro de 1988

Dimensões: 33 x 21,5 cm

Este exemplar do Balaio Incomum, editado por Moacy Cirne no contexto da Comunicação/UFF, destaca-se pela incorporação de elementos visuais e experimentais que tensionam os limites entre texto e imagem. Produzido de forma informal e datilografado, o boletim apresenta a seção

POEMAPOESIAPOEMA, ESPECIALMENTE

, na qual a composição gráfica assume papel central, articulando colagem, sobreposição de formas e fragmentos textuais. Ao lado, uma lista intitulada

Os melhores de 1988

organiza referências culturais em categorias como filmes, quadrinhos, livros e discos, evidenciando o caráter de inventário crítico e coletivo típico da publicação. Inserido no contexto político-cultural do final dos anos 1980, período de redemocratização e reconfiguração das redes independentes após a censura, o Balaio Incomum opera como meio de circulação de ideias e experimentação estética. Sua materialidade simples, aliada à circulação restrita, reforça seu estatuto como documento funcional de rede, essencial para compreender práticas alternativas da poesia experimental brasileira.

Este exemplar do Balaio Incomum, editado por Moacy Cirne no contexto da Comunicação/UFF, destaca-se pela incorporação de elementos visuais e experimentais que tensionam os limites entre texto e imagem. Produzido de forma informal e datilografado, o boletim apresenta a seção

POEMAPOESIAPOEMA, ESPECIALMENTE

, na qual a composição gráfica assume papel central, articulando colagem, sobreposição de formas e fragmentos textuais. Ao lado, uma lista intitulada

Os melhores de 1988

organiza referências culturais em categorias como filmes, quadrinhos, livros e discos, evidenciando o caráter de inventário crítico e coletivo típico da publicação. Inserido no contexto político-cultural do final dos anos 1980, período de redemocratização e reconfiguração das redes independentes após a censura, o Balaio Incomum opera como meio de circulação de ideias e experimentação estética. Sua materialidade simples, aliada à circulação restrita, reforça seu estatuto como documento funcional de rede, essencial para compreender práticas alternativas da poesia experimental brasileira.


Inglês

Balaio Incomun III/(134)

Dimensions: 13 x 8,5 in