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Balaio Incomun nº 177 (116)

Moacy Cirne

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Categoria: Categoria: Publicação seriadaSubcategoria: Boletim experimentalClassificação complementar: Poesia visual; Documento editorial; Arte conceitual; Documento de rede

Acervo: 01772

Data: 7 de outubro de 1988

Dimensões: 33 x 21,5 cm

Exemplar do Balaio Incomum, boletim independente produzido por Moacy Cirne no âmbito da Comunicação/UFF, em Niterói, datado de 7 de outubro de 1988. Este número apresenta uma configuração predominantemente visual, estruturada a partir da seção intitulada

METABALAIO

, na qual o próprio formato do boletim é retomado como matéria poética e gráfica.A composição central consiste em linhas orgânicas concêntricas desenhadas manualmente, criando uma imagem que remete a mapas topográficos ou cortes geológicos, sugerindo leitura visual e espacial. Sobrepostas a essa estrutura, aparecem repetições do cabeçalho do Balaio Incomum, reforçando o caráter autorreferencial da peça. Não há desenvolvimento textual extensivo, evidenciando a ênfase na experimentação visual e na autorreflexividade do suporte.Inserido no contexto político-cultural dos anos 1970

80, marcado pela censura e pela atuação de redes independentes, o Balaio Incomum operava como espaço de circulação e invenção. Sua materialidade simples, combinando datilografia e desenho manual, reforça seu caráter experimental e sua relevância como documento das práticas da poesia visual e da comunicação alternativa no Brasil.

Exemplar do Balaio Incomum, boletim independente produzido por Moacy Cirne no âmbito da Comunicação/UFF, em Niterói, datado de 7 de outubro de 1988. Este número apresenta uma configuração predominantemente visual, estruturada a partir da seção intitulada

METABALAIO

, na qual o próprio formato do boletim é retomado como matéria poética e gráfica.A composição central consiste em linhas orgânicas concêntricas desenhadas manualmente, criando uma imagem que remete a mapas topográficos ou cortes geológicos, sugerindo leitura visual e espacial. Sobrepostas a essa estrutura, aparecem repetições do cabeçalho do Balaio Incomum, reforçando o caráter autorreferencial da peça. Não há desenvolvimento textual extensivo, evidenciando a ênfase na experimentação visual e na autorreflexividade do suporte.Inserido no contexto político-cultural dos anos 1970

80, marcado pela censura e pela atuação de redes independentes, o Balaio Incomum operava como espaço de circulação e invenção. Sua materialidade simples, combinando datilografia e desenho manual, reforça seu caráter experimental e sua relevância como documento das práticas da poesia visual e da comunicação alternativa no Brasil.


Inglês

Balaio Incomun nº 177 (116)

Dimensions: 13 x 8,5 in