Balaio Incomun nº 169 (112)
Moacy Cirne
Categoria: Categoria: Publicação seriadaSubcategoria: Boletim experimentalClassificação complementar: Poesia visual; Documento editorial; Arte conceitual; Documento de rede
Acervo: 01768
Data: 21 de setembro de 1988
Dimensões: 33 x 21,5 cm
Exemplar do Balaio Incomum, boletim independente produzido por Moacy Cirne no âmbito da Comunicação/UFF, em Niterói, datado de 21 de setembro de 1988. Este número apresenta uma estrutura textual diversificada, articulando narrativa, poesia e notas informativas dentro de um formato datilografado de circulação restrita. Destaca-se o texto
MEU FLA-FLU INESQUECÍVEL/2
, atribuído a André Barcinski, que combina memória esportiva e narrativa literária, seguido por nota sobre sorteio de publicações e itens culturais. A seção |POESIAPOEMAPOESIA| reúne poemas de diferentes autores, incluindo textos atribuídos a
Ana B.
(com referência a Século Trinta) e Gastão de Holanda, evidenciando a multiplicidade de vozes e a dinâmica colaborativa característica das redes independentes. Inserido no contexto político-cultural dos anos 1970
80, período marcado pela censura e pela emergência de circuitos alternativos, o Balaio Incomum operava como dispositivo de circulação de ideias e experimentação poética. Sua materialidade simples, baseada em datilografia e reprodução direta, reforça seu caráter documental e sua relevância histórica no campo da poesia experimental e comunicação alternativa.
Exemplar do Balaio Incomum, boletim independente produzido por Moacy Cirne no âmbito da Comunicação/UFF, em Niterói, datado de 21 de setembro de 1988. Este número apresenta uma estrutura textual diversificada, articulando narrativa, poesia e notas informativas dentro de um formato datilografado de circulação restrita.Destaca-se o texto
MEU FLA-FLU INESQUECÍVEL/2
, atribuído a André Barcinski, que combina memória esportiva e narrativa literária, seguido por nota sobre sorteio de publicações e itens culturais. A seção |POESIAPOEMAPOESIA| reúne poemas de diferentes autores, incluindo textos atribuídos a
Ana B.
(com referência a Século Trinta) e Gastão de Holanda, evidenciando a multiplicidade de vozes e a dinâmica colaborativa característica das redes independentes.Inserido no contexto político-cultural dos anos 1970
80, período marcado pela censura e pela emergência de circuitos alternativos, o Balaio Incomum operava como dispositivo de circulação de ideias e experimentação poética. Sua materialidade simples, baseada em datilografia e reprodução direta, reforça seu caráter documental e sua relevância histórica no campo da poesia experimental e comunicação alternativa.
Inglês
Balaio Incomun nº 169 (112)
Dimensions: 13 x 8,5 in
