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Balaio Incomun nº 167 (111)

Moacy Cirne

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Categoria: Categoria: Publicação seriadaSubcategoria: Boletim experimentalClassificação complementar: Poesia visual; Documento editorial; Arte conceitual; Documento de rede

Acervo: 01767

Data: 16 de setembro de 1988

Dimensões: 31 x 21,5 cm

Exemplar do Balaio Incomum, boletim independente produzido por Moacy Cirne no âmbito da Comunicação/UFF, em Niterói, datado de 16 de setembro de 1988. Este número apresenta estrutura típica de circulação alternativa, combinando poesia experimental, intervenção textual e imagem gráfica. Destaca-se o poema

ROTEIRO PÓS-MODERNO

, de Marcos de Carvalho, que articula linguagem fragmentada e recombinação semântica, em consonância com práticas pós-concretas e desdobramentos do Poema/Processo.O documento inclui ainda seções de caráter crítico e provocativo, como

CAMPANHA DUCARALHO

, evidenciando o tom político e contestatório presente nas redes independentes de comunicação durante o final da ditadura militar e o período de redemocratização no Brasil. A presença de elementos visuais impressos reforça o caráter híbrido entre poesia visual e comunicação gráfica.Produzido por meios datilográficos e de reprodução simples, o boletim circulava de forma restrita, funcionando como dispositivo de troca intelectual e resistência cultural, sendo hoje um registro documental relevante das práticas marginais e experimentais dos anos 1970

80.

Exemplar do Balaio Incomum, boletim independente produzido por Moacy Cirne no âmbito da Comunicação/UFF, em Niterói, datado de 16 de setembro de 1988. Este número apresenta estrutura típica de circulação alternativa, combinando poesia experimental, intervenção textual e imagem gráfica. Destaca-se o poema

ROTEIRO PÓS-MODERNO

, de Marcos de Carvalho, que articula linguagem fragmentada e recombinação semântica, em consonância com práticas pós-concretas e desdobramentos do Poema/Processo.O documento inclui ainda seções de caráter crítico e provocativo, como

CAMPANHA DUCARALHO

, evidenciando o tom político e contestatório presente nas redes independentes de comunicação durante o final da ditadura militar e o período de redemocratização no Brasil. A presença de elementos visuais impressos reforça o caráter híbrido entre poesia visual e comunicação gráfica.Produzido por meios datilográficos e de reprodução simples, o boletim circulava de forma restrita, funcionando como dispositivo de troca intelectual e resistência cultural, sendo hoje um registro documental relevante das práticas marginais e experimentais dos anos 1970

80.


Inglês

Balaio Incomun nº 167 (111)

Dimensions: 12,2 x 8,5 in