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Balaio Incomun nº 101 (78)

Moacy Cirne

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Categoria: Categoria: Publicação seriadaSubcategoria: Boletim experimentalClassificação complementar: Poesia visual; Documento editorial; Arte conceitual; Documento de rede

Acervo: 01751

Data: 2 de maio de 1988

Dimensões: 33 x 21,5 cm

Este exemplar do Balaio Incomum, editado por Moacy Cirne no contexto da Comunicação/UFF, corresponde à edição nº 101 (78), datada de 2 de maio de 1988. O documento reúne textos de caráter institucional, cultural e crítico, evidenciando a diversidade de pautas do boletim no período pós-ditadura.Entre as seções, destaca-se

DE PARABÉNS A CHEFIA

, que aborda questões internas do departamento, seguida de

NOVO DACO

, com menção à diretoria estudantil. A série

PARA COMPREENDER O BRASIL: OS LIVROS CAPITAIS

prossegue com novas listas bibliográficas organizadas por professores, reforçando a função formativa e reflexiva do boletim.O documento inclui ainda referências literárias e fragmentos poéticos, como o trecho atribuído a Carlos Pena Filho, ampliando o diálogo entre crítica cultural e produção artística. Produzido em formato datilografado e com circulação restrita, o Balaio Incomum reafirma sua função como dispositivo de circulação de ideias, consolidando-se como fonte histórica relevante da comunicação alternativa e da poesia experimental no Brasil dos anos 1980.

Este exemplar do Balaio Incomum, editado por Moacy Cirne no contexto da Comunicação/UFF, corresponde à edição nº 101 (78), datada de 2 de maio de 1988. O documento reúne textos de caráter institucional, cultural e crítico, evidenciando a diversidade de pautas do boletim no período pós-ditadura.Entre as seções, destaca-se

DE PARABÉNS A CHEFIA

, que aborda questões internas do departamento, seguida de

NOVO DACO

, com menção à diretoria estudantil. A série

PARA COMPREENDER O BRASIL: OS LIVROS CAPITAIS

prossegue com novas listas bibliográficas organizadas por professores, reforçando a função formativa e reflexiva do boletim.O documento inclui ainda referências literárias e fragmentos poéticos, como o trecho atribuído a Carlos Pena Filho, ampliando o diálogo entre crítica cultural e produção artística. Produzido em formato datilografado e com circulação restrita, o Balaio Incomum reafirma sua função como dispositivo de circulação de ideias, consolidando-se como fonte histórica relevante da comunicação alternativa e da poesia experimental no Brasil dos anos 1980.


Inglês

Balaio Incomun nº 101 (78)

Dimensions: 13 x 8,5 in