Verde: revista mensal de arte e cultura
Local de nascimento: Cataguases, Minas Gerais, Brasil
Data de nascimento: editada em entre setembro de 1927 e maio de 1929
BIOGRAFIA EM PORTUGUÊSVerde: revista mensal de arte e cultura foi uma publicação modernista editada em Cataguases, Minas Gerais, entre setembro de 1927 e maio de 1929. Vinculada ao Grupo Verde de Cataguases, a revista tornou se um dos principais veículos de circulação do Modernismo brasileiro fora dos grandes centros editoriais do Rio de Janeiro e de São Paulo. Sua direção esteve a cargo de Henrique de Resende, tendo Antônio Martins Mendes e Rosário Fusco como redatores. A Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da Universidade de São Paulo registra seis fascículos da publicação, lançados em setembro, outubro, novembro e dezembro de 1927, janeiro de 1928 e maio de 1929.A revista surgiu em um momento de expansão territorial do Modernismo brasileiro. Cataguases, cidade do interior de Minas Gerais, tornou se um núcleo ativo de produção literária, editorial e artística por meio do grupo formado por jovens escritores que buscavam formular uma posição própria diante das transformações culturais iniciadas na década de 1920. A Biblioteca Nacional identifica Verde como um dos periódicos culturais importantes vinculados ao Modernismo brasileiro e destaca a repercussão nacional alcançada pela publicação apesar de sua origem fora das principais capitais culturais do país.Entre os integrantes do Grupo Verde estavam Henrique Vieira de Resende, Rosário Fusco, Antônio Martins Mendes, Ascânio Lopes, Guilhermino César, Camilo Soares, Francisco Inácio Peixoto, Christóphoro Fonte Boa e Oswaldo Abritta. Esses nomes aparecem também como signatários do Manifesto do Grupo Verde de Cataguazes, publicado em 1927. O documento defendia a autonomia do grupo e uma experiência modernista construída a partir do interior brasileiro, distinguindo sua atuação de uma simples reprodução das propostas desenvolvidas nos maiores centros urbanos.O Manifesto do Grupo Verde de Cataguazes constitui documento fundamental para compreender a revista. Impresso originalmente em papel verde, apresentava os princípios do grupo e sua relação com a própria publicação. O International Center for the Arts of the Americas do Museum of Fine Arts, Houston, registra que o manifesto estava diretamente associado a Verde: revista mensal de arte e cultura e identifica Henrique de Resende, Ascânio Lopes, Rosário Fusco, Guilhermino César, Camilo Soares, Francisco Inácio Peixoto, Christóphoro Fonte Boa, Martins Mendes e Oswaldo Abritta entre seus autores e signatários.Verde desenvolveu intensa articulação com escritores de outras regiões brasileiras. Mário de Andrade e Antônio de Alcântara Machado mantiveram correspondência frequente com os integrantes de Cataguases e foram considerados importantes incentivadores da experiência, embora não tenham integrado formalmente o Grupo Verde. A revista publicou contribuições de autores como Mário de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Aníbal Machado, Antônio de Alcântara Machado, Sérgio Milliet, Ribeiro Couto, Prudente de Morais Neto, João Alphonsus, Godofredo Rangel e Marques Rebelo, entre outros participantes da cultura modernista brasileira.Essa rede de colaboradores demonstra que Verde não funcionou apenas como periódico local. A publicação estabeleceu uma conexão entre Cataguases e diferentes núcleos do Modernismo brasileiro, permitindo a circulação de poemas, textos literários, ensaios e debates entre autores mineiros e escritores de outras partes do país. A correspondência mantida pelo grupo também desempenhou papel decisivo nessa articulação cultural.A Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin registra a sequência editorial da revista com seis fascículos. O primeiro número foi publicado em setembro de 1927, seguido pelos números de outubro, novembro e dezembro daquele ano. O número 5 apareceu em janeiro de 1928. A publicação retornou em maio de 1929 com o número 1 da Segunda Fase. Essa organização documental permite distinguir com precisão os seis números históricos de Verde.A Segunda Fase teve apenas um número. A morte prematura de Ascânio Lopes, um dos integrantes centrais do grupo, integrou o contexto que levou ao encerramento da experiência editorial. O registro do ICAA informa que foram publicados seis números de Verde entre setembro de 1927 e maio de 1929 e relaciona as dificuldades financeiras e a morte de Ascânio Lopes ao encerramento da publicação.A importância de Verde ultrapassa sua curta duração. A revista documenta uma forma regional e descentralizada do Modernismo brasileiro, produzida por jovens escritores em uma cidade do interior de Minas Gerais e articulada com escritores de projeção nacional. Sua história demonstra que a modernização literária brasileira da década de 1920 não se restringiu aos grandes centros e que redes de correspondência, revistas independentes e grupos locais tiveram papel decisivo na circulação das vanguardas.Em 1978, aproximadamente cinquenta anos após o aparecimento do primeiro número, Verde foi reeditada em fac símile sob patrocínio da Metal Leve S.A. O Arquivo Público do Estado de São Paulo preserva exemplares dessa reimpressão e informa que os fascículos estão acondicionados em caixa. A instituição registra ainda uma apresentação de José Mindlin datada de dezembro de 1978.A edição fac similar de 1978 recuperou os seis números históricos da revista e tornou novamente acessível sua configuração editorial e gráfica. O exemplar preservado no Acervo Poema Processo corresponde a essa reedição e não aos originais de 1927 a 1929. A ficha registra o conjunto como edição patrocinada pela Metal Leve, acondicionado em caixa com dimensões de 22 × 27 cm.A presença de Verde no Acervo Poema Processo deve ser compreendida dentro de uma perspectiva histórica mais ampla sobre publicações de vanguarda e experimentação editorial brasileira. Verde pertence ao Modernismo da década de 1920 e não ao Movimento Poema Processo, iniciado em 1967. Sua inclusão em um acervo dedicado à poesia experimental permite estabelecer relações históricas entre diferentes gerações de revistas, publicações independentes, grupos de vanguarda e formas alternativas de circulação cultural, sem confundir movimentos distintos.Verde permanece como documento central para o estudo do Grupo Verde de Cataguases, do Modernismo mineiro, das revistas modernistas brasileiras e das redes intelectuais formadas entre escritores do interior e agentes culturais de circulação nacional. A preservação de seus seis números originais em instituições como a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin e de sua reedição de 1978 em diferentes acervos assegura a continuidade documental dessa experiência editorial.
English
BIOGRAPHY IN ENGLISHVerde: revista mensal de arte e cultura was a Brazilian modernist magazine published in Cataguases, Minas Gerais, between September 1927 and May 1929. Associated with the Grupo Verde de Cataguases, it became an important vehicle for Brazilian Modernism outside the principal publishing centers of Rio de Janeiro and São Paulo. Henrique de Resende served as director, while Antônio Martins Mendes and Rosário Fusco were among its editors. The Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin at the University of São Paulo records six issues published in September, October, November and December 1927, January 1928 and May 1929.The magazine emerged during a period in which Brazilian Modernism was expanding geographically beyond the cultural centers most commonly associated with the movement. Cataguases, a city in the interior of Minas Gerais, became an active center of literary, editorial and artistic production through a group of young writers seeking to establish an independent cultural position. The Brazilian National Library identifies Verde as an important modernist cultural periodical and emphasizes the national impact achieved by a publication produced in inland Minas Gerais.Members of the Grupo Verde included Henrique Vieira de Resende, Rosário Fusco, Antônio Martins Mendes, Ascânio Lopes, Guilhermino César, Camilo Soares, Francisco Inácio Peixoto, Christóphoro Fonte Boa and Oswaldo Abritta. These figures also appear among the signatories of the Manifesto do Grupo Verde de Cataguazes, published in 1927. The manifesto articulated the group's independence and its intention to develop a form of modernist expression rooted in provincial Brazil rather than simply reproducing cultural models from the country's principal metropolitan centers.The Manifesto do Grupo Verde de Cataguazes is a fundamental historical document for understanding the magazine. Originally printed on green paper, it presented the principles of the group and was directly associated with Verde: revista mensal de arte e cultura. The International Center for the Arts of the Americas at the Museum of Fine Arts, Houston, identifies Henrique de Resende, Ascânio Lopes, Rosário Fusco, Guilhermino César, Camilo Soares, Francisco Inácio Peixoto, Christóphoro Fonte Boa, Martins Mendes and Oswaldo Abritta among the authors and signatories.Verde developed extensive connections with writers from other regions of Brazil. Mário de Andrade and Antônio de Alcântara Machado maintained significant correspondence with the Cataguases writers and became important supporters of the group, although neither formally belonged to it. Contributors to the magazine included Mário de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Aníbal Machado, Antônio de Alcântara Machado, Sérgio Milliet, Ribeiro Couto, Prudente de Morais Neto, João Alphonsus, Godofredo Rangel and Marques Rebelo, among other figures connected with Brazilian Modernism.This network of contributors demonstrates that Verde was not merely a local periodical. It connected Cataguases with several centers of Brazilian modernist culture and circulated poems, literary texts, essays and debates between writers from Minas Gerais and authors working elsewhere in the country. Correspondence was also an important component of this intellectual network.The Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin documents six issues. The first appeared in September 1927, followed by issues in October, November and December. Number 5 was published in January 1928. The magazine returned in May 1929 with number 1 of the Segunda Fase. This bibliographical sequence provides the most secure framework for identifying the historical run of Verde.The Segunda Fase consisted of only one issue. The premature death of Ascânio Lopes, one of the group's central participants, formed part of the historical circumstances surrounding the end of the publication. The ICAA documentation records a total of six issues between September 1927 and May 1929 and relates the magazine's closure to both financial difficulties and the death of Ascânio Lopes.The importance of Verde extends beyond its short publication history. It documents a decentralized form of Brazilian Modernism developed by young writers in the interior of Minas Gerais while remaining closely connected with nationally prominent intellectuals. Its history demonstrates the importance of correspondence networks, independent magazines and regional cultural groups in the dissemination of modernist ideas.In 1978, approximately fifty years after the publication of the first issue, Verde was reissued in facsimile under the sponsorship of Metal Leve S.A. The Public Archives of the State of São Paulo preserves examples of this reprint and records that the issues are housed together in a box. The archive also records introductory material by José Mindlin dated December 1978.The 1978 facsimile edition made the six historical issues accessible again while preserving their editorial and graphic appearance. The example held by the Acervo Poema Processo belongs to this facsimile reissue rather than to the original 1927 to 1929 printing. The collection record describes the set as sponsored by Metal Leve and housed in a box measuring 22 × 27 cm.Within the Acervo Poema Processo, Verde should be understood in the broader history of Brazilian avant garde publishing and independent periodicals. It belongs to the Modernism of the 1920s and not to the Poema Processo movement launched in 1967. Its preservation within an archive devoted to experimental poetry makes it possible to study historical continuities and differences among generations of journals, publishing initiatives and avant garde groups without conflating distinct artistic movements.Verde remains an essential documentary source for research on the Grupo Verde de Cataguases, modernism in Minas Gerais, Brazilian modernist magazines and the intellectual networks that connected writers from inland Brazil with nationally circulating cultural figures. The preservation of its original issues by institutions such as the Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin and of its 1978 facsimile edition by other public and private collections ensures the continuing accessibility of this publishing experiment.
Currículo
CURRÍCULO EM PORTUGUÊSIDENTIFICAÇÃONome principal: VerdeTítulo completo: Verde: revista mensal de arte e culturaTipo: revista literária e cultural modernistaLocal de publicação: Cataguases, Minas Gerais, BrasilPeríodo de circulação documentado: setembro de 1927 a maio de 1929Periodicidade declarada: mensalPeriodicidade efetiva: irregularNúmero de fascículos históricos: 6Movimento e contexto: Modernismo brasileiro e Grupo Verde de CataguasesDireção: Henrique de ResendeRedação: Antônio Martins Mendes e Rosário Fusco.GRUPO VERDE DE CATAGUASES1927O Grupo Verde reuniu escritores e intelectuais jovens ligados à revista e à experiência modernista de Cataguases.Integrantes documentados no manifesto e nas fontes institucionais:Henrique Vieira de ResendeAscânio LopesRosário FuscoGuilhermino CésarCamilo SoaresFrancisco Inácio PeixotoChristóphoro Fonte BoaAntônio Martins MendesOswaldo Abritta.MANIFESTOS E DOCUMENTOS HISTÓRICOS1927Manifesto do Grupo Verde de CataguazesTipo: manifestoLocal: Cataguases, Minas GeraisRelação: documento programático associado ao Grupo Verde e à revista VerdeSuporte original documentado: folha impressa em papel verdeSignatários documentados: Henrique de Resende, Ascânio Lopes, Rosário Fusco, Guilhermino César, Camilo Soares, Francisco Inácio Peixoto, Christóphoro Fonte Boa, Martins Mendes e Oswaldo Abritta.EDIÇÕES DA REVISTASetembro de 1927Verde, ano 1, número 1Cataguases, Minas GeraisPrimeiro fascículo da revista.Outubro de 1927Verde, ano 1, número 2Cataguases, Minas Gerais.Novembro de 1927Verde, ano 1, número 3Cataguases, Minas Gerais.Dezembro de 1927Verde, ano 1, número 4Cataguases, Minas Gerais.Janeiro de 1928Verde, ano 1, número 5Cataguases, Minas Gerais.Maio de 1929Verde, Segunda Fase, número 1Cataguases, Minas GeraisÚltimo fascículo histórico documentado da revista.DIREÇÃO E REDAÇÃOHenrique de ResendeDiretor da revista.Antônio Martins MendesRedator.Rosário FuscoRedator.COLABORADORES DOCUMENTADOSEntre os colaboradores identificados institucionalmente encontram se:Mário de AndradeCarlos Drummond de AndradeAníbal MachadoAntônio de Alcântara MachadoSérgio MillietRibeiro CoutoPrudente de Morais NetoJoão AlphonsusGodofredo RangelMarques Rebelo.A Biblioteca Nacional registra ainda a importância da correspondência de Mário de Andrade e Antônio de Alcântara Machado para a articulação e estímulo do Grupo Verde, sem classificá los como integrantes formais do grupo.REEDIÇÃO FAC SIMILAR1978Verde: revista mensal de arte e culturaTipo: reedição fac similar dos seis fascículos históricosPatrocínio: Metal Leve S.A.Local da reedição: São PauloApresentação associada: José MindlinData documentada da apresentação: dezembro de 1978Formato: conjunto acondicionado em caixa.O exemplar preservado no Acervo Poema Processo possui:Número de acervo: 01395Categoria: RevistaDimensão da caixa: 22 × 27 cmTécnica descrita: reprodução fac similar impressa sobre papel, brochura, conjunto de revistas acondicionado em caixa.COLEÇÕES E ARQUIVOS DOCUMENTADOSBiblioteca Brasiliana Guita e José MindlinUniversidade de São PauloSão Paulo, BrasilPreserva e disponibiliza digitalmente os seis fascículos históricos de Verde.Instituto de Estudos BrasileirosUniversidade de São PauloSão Paulo, BrasilO ICAA registra exemplar do Manifesto do Grupo Verde proveniente da Biblioteca do Instituto de Estudos Brasileiros.Biblioteca NacionalRio de Janeiro, BrasilPreserva documentação e exemplares relacionados à revista e mantém estudo histórico sobre Verde e o Modernismo em Cataguases.Arquivo Público do Estado de São PauloSão Paulo, BrasilPreserva a reimpressão de Verde acondicionada em caixa e material de apresentação datado de dezembro de 1978.Acervo Poema ProcessoBrasilPreserva a edição fac similar de 1978 patrocinada pela Metal Leve, número de acervo 01395.RELAÇÃO COM O POEMA PROCESSOVerde não integra historicamente o Movimento Poema Processo.A revista foi publicada originalmente entre 1927 e 1929 e pertence ao contexto do Modernismo brasileiro.O Movimento Poema Processo foi lançado décadas depois.A presença da reedição de Verde no Acervo Poema Processo possui caráter documental e comparativo dentro da história das revistas de vanguarda, das publicações experimentais e das redes culturais brasileiras.CRONOLOGIA1927SetembroLançamento do número 1 de Verde em Cataguases.1927OutubroPublicação do número 2.1927NovembroPublicação do número 3.1927DezembroPublicação do número 4.1927Publicação do Manifesto do Grupo Verde de Cataguazes.1928JaneiroPublicação do número 5.1929MaioPublicação do número 1 da Segunda Fase, último fascículo histórico da revista.1929Encerramento da experiência editorial após seis números, no contexto de dificuldades financeiras e da morte de Ascânio Lopes.1978Produção da reedição fac similar patrocinada pela Metal Leve S.A.Dezembro de 1978Apresentação de José Mindlin associada à reimpressão.
English
CURRICULUM IN ENGLISHIDENTIFICATIONPrimary name: VerdeFull title: Verde: revista mensal de arte e culturaType: Brazilian modernist literary and cultural magazinePlace of publication: Cataguases, Minas Gerais, BrazilDocumented publication period: September 1927 to May 1929Declared frequency: monthlyActual frequency: irregularHistorical issues: 6Movement and context: Brazilian Modernism and the Grupo Verde de CataguasesDirector: Henrique de ResendeEditors: Antônio Martins Mendes and Rosário Fusco.GRUPO VERDE DE CATAGUASES1927The Grupo Verde brought together young writers and intellectuals associated with the magazine and with the modernist cultural activity of Cataguases.Documented members and manifesto signatories include:Henrique Vieira de ResendeAscânio LopesRosário FuscoGuilhermino CésarCamilo SoaresFrancisco Inácio PeixotoChristóphoro Fonte BoaAntônio Martins MendesOswaldo Abritta.MANIFESTOS AND HISTORICAL DOCUMENTS1927Manifesto do Grupo Verde de CataguazesType: manifestoPlace: Cataguases, Minas Gerais, BrazilRelationship: programmatic document associated with the Grupo Verde and the magazine VerdeDocumented original format: printed sheet on green paperDocumented signatories: Henrique de Resende, Ascânio Lopes, Rosário Fusco, Guilhermino César, Camilo Soares, Francisco Inácio Peixoto, Christóphoro Fonte Boa, Martins Mendes and Oswaldo Abritta.ISSUESSeptember 1927Verde, year 1, number 1Cataguases, Minas GeraisFirst issue.October 1927Verde, year 1, number 2Cataguases, Minas Gerais.November 1927Verde, year 1, number 3Cataguases, Minas Gerais.December 1927Verde, year 1, number 4Cataguases, Minas Gerais.January 1928Verde, year 1, number 5Cataguases, Minas Gerais.May 1929Verde, Segunda Fase, number 1Cataguases, Minas GeraisFinal documented historical issue.DIRECTION AND EDITORIAL STAFFHenrique de ResendeDirector.Antônio Martins MendesEditor.Rosário FuscoEditor.DOCUMENTED CONTRIBUTORSDocumented contributors include:Mário de AndradeCarlos Drummond de AndradeAníbal MachadoAntônio de Alcântara MachadoSérgio MillietRibeiro CoutoPrudente de Morais NetoJoão AlphonsusGodofredo RangelMarques Rebelo.The Brazilian National Library also documents the role of correspondence with Mário de Andrade and Antônio de Alcântara Machado in encouraging the Grupo Verde while making clear that they were not formal members.FACSIMILE REISSUE1978Verde: revista mensal de arte e culturaType: facsimile reissue of the six historical issuesSponsor: Metal Leve S.A.Place of reissue: São Paulo, BrazilAssociated presentation: José MindlinDocumented date of presentation: December 1978Format: set housed in a box.The example preserved in the Acervo Poema Processo has:Collection number: 01395Category: MagazineBox dimensions: 22 × 27 cmTechnique: facsimile reproduction printed on paper, softcover magazines housed in a box.COLLECTIONS AND ARCHIVESBiblioteca Brasiliana Guita e José MindlinUniversity of São PauloSão Paulo, BrazilPreserves and provides digital access to the six historical issues of Verde.Instituto de Estudos BrasileirosUniversity of São PauloSão Paulo, BrazilThe ICAA identifies the Biblioteca do Instituto de Estudos Brasileiros as the repository of the digitized Manifesto do Grupo Verde de Cataguazes.Brazilian National LibraryRio de Janeiro, BrazilPreserves documentation concerning the magazine and provides historical research on Verde and Modernism in Cataguases.Public Archives of the State of São PauloSão Paulo, BrazilPreserves the reprint of Verde housed in a box together with presentation material dated December 1978.Acervo Poema ProcessoBrazilPreserves the 1978 facsimile edition sponsored by Metal Leve, collection number 01395.RELATIONSHIP TO POEMA PROCESSOVerde was not historically part of the Poema Processo movement.The magazine was originally published between 1927 and 1929 and belongs to the context of Brazilian Modernism.Poema Processo emerged several decades later.The presence of the 1978 Verde facsimile edition in the Acervo Poema Processo provides documentary and comparative material for the history of Brazilian avant garde magazines, experimental publishing and cultural networks.CHRONOLOGY1927SeptemberPublication of Verde number 1 in Cataguases.1927OctoberPublication of number 2.1927NovemberPublication of number 3.1927DecemberPublication of number 4.1927Publication of the Manifesto do Grupo Verde de Cataguazes.1928JanuaryPublication of number 5.1929MayPublication of number 1 of the Segunda Fase, the final historical issue.1929End of the publishing project after six issues, within the context of financial difficulties and the death of Ascânio Lopes.1978Facsimile reissue produced under the sponsorship of Metal Leve S.A.December 1978Presentation by José Mindlin associated with the reprint.A organização segue o prompt fornecido, que exige quatro textos equivalentes, pesquisa documental, preservação dos títulos originais e separação rigorosa entre publicação, documentos e demais registros.
