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Aloysio Zaluar

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Local de nascimento: Rio de Janeiro, Brasil

Data de nascimento: 3 de maio de 1937

Local de falecimento: Retiro dos Artistas, Rio de Janeiro, Brasil

Data de falecimento: 8 de julho de 2026

BIOGRAFIA EM PORTUGUÊSAloysio Emílio Zaluar, conhecido como Aloysio Zaluar, nasceu no Rio de Janeiro em 3 de maio de 1937 e morreu em 2026, aos 89 anos. O falecimento foi comunicado pelo Retiro dos Artistas em 8 de julho de 2026. Artista visual brasileiro, pintor, gravador, desenhista, cineasta e realizador de experiências multimídia, construiu uma trajetória que atravessou pintura, gravura, desenho, serigrafia, fotografia, cinema, vídeo, performance, reprodução xerográfica, objetos, escultura sonora, comunicação visual e investigação da cultura popular urbana do Rio de Janeiro. Sua produção ocupa uma posição singular entre a formação moderna da Escola Nacional de Belas Artes, os debates da arte brasileira das décadas de 1960 e 1970, a expansão conceitual dos meios artísticos e a pesquisa sobre carnaval, mascarados, capoeira, periferia, comunicação de massa e identidade cultural carioca.Entre 1956 e 1961 estudou pintura na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Fontes biográficas registram sua formação com Abelardo Zaluar, Henrique Cavalleiro, Jordão de Oliveira e Quirino Campofiorito, além do aprendizado de gravura com Oswaldo Goeldi e Darel Valença Lins. Participou ainda jovem dos circuitos oficiais de arte, incluindo o Salão Paranaense de Belas Artes e sucessivas edições do Salão Nacional de Arte Moderna. Em 1965 participou da fundação da Escola de Belas Artes de Santa Maria, no Rio Grande do Sul.A década de 1960 foi marcada simultaneamente por sua formação pictórica e por um progressivo deslocamento em direção a uma linguagem crítica e experimental. Em 1963 participou, com Newton Sá e David Ribeiro, da ornamentação de ruas do Rio de Janeiro para o carnaval. O Acervo Poema Processo preserva registros atribuídos a Zaluar que ampliam significativamente a compreensão dessa fase, entre eles Documento corpo x ar, datado de 1963, Desenho profecia Rio e Desenho paz Rio, de 1964, Serigrafia 68 Paranoia, de 1968, além de trabalhos posteriormente reunidos por meio de xerox, carimbo, caneta e outras intervenções gráficas.Sua primeira exposição individual documentada ocorreu em 1964, na Galeria Santa Rosa, no Rio de Janeiro. Nos anos seguintes realizou individuais na Galeria da Aliança Francesa, em Porto Alegre, na Galeria Macunaíma, no Rio de Janeiro, na Galeria Goeldi e na Galeria Porto Velho. Paralelamente, participou do Salão Nacional de Arte Moderna em diferentes edições e afastou se gradualmente da lógica convencional do artista de salão, direcionando sua produção para problemas ligados à cultura urbana, aos meios de comunicação, à circulação de imagens e à crítica do próprio sistema artístico.Durante os anos 1970, a obra de Zaluar assumiu caráter fortemente experimental. O conjunto atualmente preservado pelo Acervo Poema Processo documenta trabalhos como Documento arte, Documento ex cultura, Documento ex voto e Documento múltiplo, todos de 1970, Caixa de milagres e Teste psicológico, de 1973, Jornal de Ipanema, de 1974, Documento bucólico, Documento lúdico e Circuito de banheiro Curto circuito, de 1975, além de Macunaíma 67, Índio quer apito, Alzalu em pleno estado de novo, Performance e referências a Joseph Kosuth e Achille Bonito Oliva. O emprego de xerox, carimbo, caneta, lápis e reprodução de imagens aproxima esse núcleo de práticas conceituais, documentais e gráficas que atravessaram a arte brasileira do período.Essas obras são particularmente importantes para compreender a presença de Aloysio Zaluar no Acervo Poema Processo. Até o momento não foi localizada, nas fontes consultadas, comprovação suficiente para classificá lo como integrante formal do movimento Poema Processo iniciado em 1967. Sua presença no acervo deve ser entendida de forma documental e contextual, por meio de trabalhos que compartilham questões presentes na poesia visual, na arte conceitual, na reprodução gráfica, no documento de artista, na linguagem intermídia e nos circuitos experimentais brasileiros das décadas de 1960 e 1970. O próprio acervo do site poemaprocesso.com.br reúne atualmente vinte registros associados ao artista.Em 1975 participou da exposição Arte Contemporânea Brasil Senegal, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e de Artes Gráficas Brasileiras Hoje, mostra itinerante organizada pelo Itamaraty com circulação pela Espanha, França e Portugal. Em 1977 participou do Panorama de Arte Atual Brasileira dedicado às artes gráficas no Museu de Arte Moderna de São Paulo. O catálogo do MAM São Paulo registra três trabalhos de Zaluar naquele Panorama: Das Lumpens Udigrudi, O Clovis Vem Aí e Um Artista Tupiniquim ou Um Índio de Cetim, todos de 1977 e executados em técnica mista.Um dos eixos fundamentais de sua trajetória foi a investigação dos Clóvis, hoje amplamente conhecidos como bate bolas, personagens mascarados associados principalmente ao carnaval suburbano e periférico do Rio de Janeiro. A partir da Zona Oeste carioca e especialmente de Pedra de Guaratiba, Zaluar desenvolveu fotografias, pinturas, documentos, filmes e ações relacionados a esses grupos. Pesquisa acadêmica da PUC Rio identifica seus registros dos Clóvis desde o final da década de 1960 e ressalta a importância dessas imagens para a documentação histórica de mascarados como Caveirinha, Carrasco, Diabinho e Morceguinho.Em 1976 apresentou O Clóvis Vem Aí na Galeria César Aché, no Rio de Janeiro. Em 1977 escreveu o roteiro e produziu o filme O Clóvis Vem Aí. O trabalho foi também apresentado na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e tornou se um elemento central de sua investigação sobre carnaval, cultura popular, comunicação e realidade social da periferia carioca.Na 1ª Bienal Latino Americana de São Paulo, em 1978, Zaluar apresentou o projeto O Clóvis Vem Aí Trajetória de uma Notícia, articulando pinturas, fotografias, serigrafias e recortes de imprensa. Sua participação na Bienal estabeleceu uma relação entre documentação popular, comunicação de massa, comportamento coletivo e crítica ao circuito institucional da arte. O catálogo da Bienal confirma Aloysio Zaluar entre os participantes brasileiros.Em 1979 produziu o vídeo Mitos Vadios Documento do Sub Homem, relacionado a uma performance coletiva com Renato Codeço e Ivald Granato. Na década de 1980 desenvolveu a série Baloarte e apresentou Baloarte Uma Mostra de Pintura no Céu, no Banco Real, em São Paulo. Em 1988 criou Trapizonga, objeto construído com sucata e concebido como instrumento acústico, escultura sonora e dispositivo participativo. A obra passou a integrar performances, vídeos e apresentações musicais, evidenciando a continuidade de seu interesse por objetos híbridos e experiências coletivas.Sua produção continuou vinculada à cultura urbana e às formas populares de comunicação nas décadas seguintes. Em 1993 foi apresentada uma Retrospectiva no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. Em 1994 apresentou o vídeo Trapizonga. Em 1998 realizou O Príncipe das Trevas no Centro Cultural Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, e Saara Vitrine do Real na Fundação Cultural de Blumenau, em Santa Catarina. Em 1999 participou do projeto Rio Percussão O Som da Forma, no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, reunindo capoeira, música, poesia, vídeo, fotografia, documentação e a Trapizonga. Em 2000 participou da mostra O Que Neguinho Tá Fazendo, na Fundição Progresso, com Documento das Lupens Udigrudi.Em 2003 apresentou Malta Ilustrada de Aloysio Zaluar no Solar Grandjean de Montigny, Museu Universitário da PUC Rio, com inauguração em 5 de junho e período expositivo de 6 de junho a 11 de julho. O projeto retomava a iconografia das antigas maltas de capoeira, particularmente Nagoas e Guayamuns, articulando caricatura, memória urbana, capoeira, carnaval, cultura popular e observação da vida social carioca. A própria PUC Rio descreveu Malta Ilustrada como trabalho de comunicação visual dedicado a tornar visíveis manifestações culturais situadas fora do circuito artístico convencional.A trajetória de Aloysio Zaluar permite compreender um percurso que parte da pintura e da gravura modernas e progressivamente incorpora documento, reprodução, cinema, vídeo, performance, intervenção, cultura popular, objetos sonoros e investigação social. Seu interesse pelo carnaval suburbano, pelos Clóvis, pela capoeira, pela iconografia urbana e pelos processos de circulação de imagens produziu um arquivo visual relevante sobre formas culturais frequentemente marginalizadas pelas narrativas oficiais da arte brasileira.No contexto do Acervo Poema Processo, sua importância reside também na preservação de um conjunto de documentos experimentais que evidencia relações entre arte gráfica, xerox, carimbo, apropriação, documento, comunicação e crítica cultural. Esse conjunto possibilita aproximar Zaluar das redes mais amplas da arte experimental brasileira sem confundi lo automaticamente com uma filiação formal ao Poema Processo. Sua obra amplia a leitura histórica do período ao mostrar como diferentes artistas responderam, por caminhos próprios, à crise dos suportes tradicionais, à expansão dos meios de comunicação e às transformações políticas, sociais e culturais do Brasil entre as décadas de 1960 e 1980.


English

BIOGRAPHY IN ENGLISHAloysio Emílio Zaluar, known as Aloysio Zaluar, was born in Rio de Janeiro on May 3, 1937 and died in 2026 at the age of 89. His death was announced by the Retiro dos Artistas on July 8, 2026. A Brazilian visual artist, painter, printmaker, draftsman, filmmaker and multimedia practitioner, he developed a body of work encompassing painting, printmaking, drawing, screen printing, photography, film, video, performance, xerographic reproduction, objects, sound sculpture and visual communication, together with a sustained investigation of the popular urban culture of Rio de Janeiro. His career occupies a distinctive position between the modern academic environment of the Escola Nacional de Belas Artes, the transformations of Brazilian art during the 1960s and 1970s, the conceptual expansion of artistic media and research into carnival, masked performers, capoeira, peripheral urban culture, mass communication and Rio de Janeiro identity.From 1956 to 1961 he studied painting at the Escola Nacional de Belas Artes in Rio de Janeiro. Biographical sources identify Abelardo Zaluar, Henrique Cavalleiro, Jordão de Oliveira and Quirino Campofiorito among his teachers and record his studies in printmaking with Oswaldo Goeldi and Darel Valença Lins. While still young he participated in official exhibition circuits, including the Salão Paranaense de Belas Artes and several editions of the Salão Nacional de Arte Moderna. In 1965 he participated in the foundation of the Escola de Belas Artes de Santa Maria in Rio Grande do Sul.The 1960s combined his development as a painter with a gradual shift toward increasingly critical and experimental approaches. In 1963 he participated with Newton Sá and David Ribeiro in carnival street decoration projects in Rio de Janeiro. The Poema Processo Collection preserves works attributed to Zaluar that substantially broaden the documentary understanding of this period, including Documento corpo x ar, dated 1963, Desenho profecia Rio and Desenho paz Rio, dated 1964, Serigrafia 68 Paranoia, dated 1968, together with works subsequently assembled through xerography, rubber stamps, pen and other graphic interventions.His first documented solo exhibition took place in 1964 at Galeria Santa Rosa in Rio de Janeiro. Further solo exhibitions followed at Galeria da Aliança Francesa in Porto Alegre, Galeria Macunaíma in Rio de Janeiro, Galeria Goeldi and Galeria Porto Velho. At the same time, he participated in several editions of the Salão Nacional de Arte Moderna and gradually distanced himself from the conventional salon artist system, directing his work toward urban culture, communication media, image circulation and criticism of the artistic establishment.During the 1970s Zaluar developed an increasingly experimental practice. The group of works currently preserved by the Poema Processo Collection includes Documento arte, Documento ex cultura, Documento ex voto and Documento múltiplo, all dated 1970, Caixa de milagres and Teste psicológico from 1973, Jornal de Ipanema from 1974, Documento bucólico, Documento lúdico and Circuito de banheiro Curto circuito from 1975, as well as Macunaíma 67, Índio quer apito, Alzalu em pleno estado de novo, Performance and works referring to Joseph Kosuth and Achille Bonito Oliva. The use of xerography, rubber stamps, pen, pencil and mechanically reproduced imagery places this group in dialogue with conceptual, documentary and graphic practices that transformed Brazilian art during the period.These works are particularly significant for understanding Aloysio Zaluar within the Poema Processo Collection. No sufficiently documented evidence was located in the sources consulted to classify him as a formal member of the Poema Processo movement initiated in 1967. His presence in the collection should therefore be understood through documentary and historical relationships, especially works that share concerns with visual poetry, conceptual art, graphic reproduction, artists documents, intermedia practices and Brazilian experimental circuits of the 1960s and 1970s. The current poemaprocesso.com.br collection page lists twenty records associated with the artist.In 1975 he participated in Arte Contemporânea Brasil Senegal at the Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro and in Artes Gráficas Brasileiras Hoje, a traveling exhibition organized by the Brazilian Ministry of Foreign Affairs that circulated through Spain, France and Portugal. In 1977 he participated in the Panorama de Arte Atual Brasileira devoted to graphic arts at the Museu de Arte Moderna de São Paulo. The MAM São Paulo catalogue records three works by Zaluar in that Panorama: Das Lumpens Udigrudi, O Clovis Vem Aí and Um Artista Tupiniquim ou Um Índio de Cetim, all dated 1977 and executed in mixed media.One of the central subjects of his career was the Clóvis, now widely known as Bate Bolas, masked carnival figures particularly associated with suburban and peripheral areas of Rio de Janeiro. Working in the western districts of the city and especially in Pedra de Guaratiba, Zaluar developed photographs, paintings, documentary materials, films and actions concerning these groups. Academic research at PUC Rio identifies his documentation of the Clóvis from the late 1960s onward and emphasizes the importance of his images for the historical record of masked figures such as Caveirinha, Carrasco, Diabinho and Morceguinho.In 1976 he presented O Clóvis Vem Aí at Galeria César Aché in Rio de Janeiro. In 1977 he wrote the screenplay and produced the film O Clóvis Vem Aí. The project was also presented at the Escola de Artes Visuais do Parque Lage and became a central component of his investigation into carnival, popular culture, communication and the social environment of peripheral Rio de Janeiro.At the 1ª Bienal Latino Americana de São Paulo in 1978, Zaluar presented O Clóvis Vem Aí Trajetória de uma Notícia, combining paintings, photographs, screen prints and press clippings. His participation connected popular documentation, mass communication, collective behavior and criticism of the institutional art circuit. The Biennial catalogue confirms Aloysio Zaluar among the Brazilian participants.In 1979 he produced the video Mitos Vadios Documento do Sub Homem, associated with a collective performance involving Renato Codeço and Ivald Granato. During the 1980s he developed the Baloarte series and presented Baloarte Uma Mostra de Pintura no Céu at Banco Real in São Paulo. In 1988 he created Trapizonga from discarded materials, conceiving it simultaneously as an acoustic instrument, sound sculpture and participatory device. The work subsequently appeared in performances, videos and musical presentations, demonstrating the continuity of his interest in hybrid objects and collective experiences.His production remained connected with urban culture and popular communication practices during the following decades. A Retrospectiva was presented at the Centro Cultural Banco do Brasil in Rio de Janeiro in 1993. In 1994 he presented the video Trapizonga. In 1998 he held O Príncipe das Trevas at Centro Cultural Cândido Mendes in Rio de Janeiro and Saara Vitrine do Real at Fundação Cultural de Blumenau in Santa Catarina. In 1999 he participated in Rio Percussão O Som da Forma at Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, combining capoeira, music, poetry, video, photography, documentary material and Trapizonga. In 2000 he participated in O Que Neguinho Tá Fazendo at Fundição Progresso with Documento das Lupens Udigrudi.In 2003 he presented Malta Ilustrada de Aloysio Zaluar at the Solar Grandjean de Montigny, Museu Universitário da PUC Rio. The exhibition opened on June 5 and ran from June 6 to July 11. The project returned to the iconography of historic capoeira maltas, particularly the Nagoas and Guayamuns, connecting caricature, urban memory, capoeira, carnival, popular culture and observation of Rio de Janeiro social life. PUC Rio described Malta Ilustrada as a visual communication project intended to reveal cultural manifestations existing outside the conventional fine arts circuit.Aloysio Zaluar developed a trajectory beginning with modern painting and printmaking and progressively incorporating documentary practices, reproduction, film, video, performance, intervention, popular culture, sound objects and social investigation. His interest in suburban carnival, Clóvis, capoeira, urban iconography and image circulation produced an important visual archive of cultural practices frequently marginalized by official narratives of Brazilian art.Within the Poema Processo Collection, his significance also derives from the preservation of a group of experimental documents that reveal connections between graphic art, xerography, rubber stamps, appropriation, documentation, communication and cultural criticism. These materials allow Zaluar to be situated within broader Brazilian experimental networks without automatically assigning him formal membership in Poema Processo. His work expands the historical understanding of the period by demonstrating how different artists independently responded to the crisis of traditional media, the expansion of communication technologies and the political, social and cultural transformations of Brazil from the 1960s through the 1980s.


Currículo

CURRÍCULO EM PORTUGUÊSIDENTIFICAÇÃONome completo: Aloysio Emílio ZaluarNome de uso: Aloysio ZaluarNascimento: 3 de maio de 1937, Rio de Janeiro, BrasilFalecimento: 2026, aos 89 anos. Falecimento comunicado pelo Retiro dos Artistas em 8 de julho de 2026Nacionalidade: brasileiraÁreas de atuação: pintura, gravura, desenho, cinema, vídeo, performance, serigrafia, fotografia, xerografia, arte gráfica, objeto, escultura sonora, comunicação visual e documentação de cultura popularCidade de atuação principal: Rio de JaneiroRelações históricas principais: arte moderna brasileira, arte experimental, arte conceitual, cultura urbana, carnaval carioca, Clóvis e Bate Bolas, capoeira, comunicação visual, reprodução gráfica e documentação artísticaRelação com Poema Processo: o Acervo Poema Processo preserva vinte registros associados ao artista. Não foi localizada comprovação suficiente, nas fontes consultadas, de participação formal de Aloysio Zaluar como integrante do movimento Poema Processo.FORMAÇÃO1956 a 1961: estudos de pintura na Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.Professores citados nas fontes biográficas: Abelardo Zaluar, Henrique Cavalleiro, Jordão de Oliveira e Quirino Campofiorito.Gravura: estudos e prática com Oswaldo Goeldi e Darel Valença Lins.ATUAÇÃO PROFISSIONAL E PROJETOS1963: participação na ornamentação das ruas do Rio de Janeiro para o carnaval, com Newton Sá e David Ribeiro.1965: participação na fundação da Escola de Belas Artes de Santa Maria, Rio Grande do Sul.Década de 1970: desenvolvimento de documentos, impressos, xerox, carimbos, intervenções gráficas, trabalhos conceituais e pesquisas relacionadas à cultura urbana e à crítica do circuito artístico.1975: desenvolvimento e circulação do manifesto Das Lumpens Udigrudi, associado a Pedra de Guaratiba.1976 em diante: desenvolvimento sistemático da pesquisa O Clóvis Vem Aí sobre os mascarados do carnaval da Zona Oeste do Rio de Janeiro.1977: roteiro e produção do filme O Clóvis Vem Aí.1979: produção de Mitos Vadios Documento do Sub Homem, vídeo relacionado a performance coletiva com Renato Codeço e Ivald Granato.Década de 1980: desenvolvimento da série Baloarte.1988: criação de Trapizonga, objeto e escultura sonora construído com sucata.1994: apresentação do vídeo Trapizonga no Rio de Janeiro.1999: participação no projeto Rio Percussão O Som da Forma no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, Rio de Janeiro, envolvendo capoeira, música, poesia, vídeos, fotografias e Trapizonga.1999: participação no filme Meia Lua de Compasso Brincadeira Carioca, com Renata Valente.2000: participação em O Que Neguinho Tá Fazendo, Fundição Progresso, Rio de Janeiro, com Documento das Lupens Udigrudi.2003: desenvolvimento e apresentação de Malta Ilustrada, projeto dedicado à memória visual das antigas maltas de capoeira, cultura popular e iconografia urbana carioca.OBRAS E DOCUMENTOS NO ACERVO POEMA PROCESSODocumento corpo x ar, 1963, xerox, carimbo e caneta.Desenho profecia Rio e Desenho paz Rio, 1964, xerox e caneta.Serigrafia 68 Paranoia, 1968, xerox, carimbo, caneta e lápis.Documento arte, 1970, xerox e caneta.Documento ex cultura, 1970, xerox e caneta.Documento ex voto, 1970, xerox e caneta.Documento múltiplo, 1970, xerox e caneta.Performance, 1970 a 1975, xerox, carimbo e caneta.Caixa de milagres, 1973, xerox.Teste psicológico, 1973, xerox.Gravura japonesa Muiraquitã, registro com datas 1973 e 1967, xerox e carimbo.Jornal de Ipanema, 1974, xerox e caneta.Documento bucólico, 1975, xerox.Documento lúdico, 1975, xerox, carimbo e caneta.Circuito de banheiro Curto circuito, 1975, xerox, carimbo e caneta.Macunaíma 67, sem data registrada na ficha consultada, xerox, carimbo e caneta.Índio quer apito, sem data registrada na ficha consultada, xerox e carimbo.Alzalu em pleno estado de novo, sem data registrada na ficha consultada, xerox e caneta.Entrevista de Bonito Oliva a Vida das Artes, sem data registrada na ficha consultada, xerox e caneta.Joseph Kosuth, sem data registrada na ficha consultada, xerox, caneta e carimbo.OUTRAS OBRAS E SÉRIES DOCUMENTADASDas Lumpens Udigrudi, 1977, técnica mista.O Clovis Vem Aí, 1977, técnica mista.Um Artista Tupiniquim ou Um Índio de Cetim, 1977, técnica mista.O Clóvis Vem Aí Trajetória de uma Notícia, 1978, conjunto relacionado à 1ª Bienal Latino Americana de São Paulo.O Clóvis já chegou, 1979, óleo sobre madeira.Série Baloarte, década de 1980.Trapizonga, 1988, objeto e escultura sonora construído com sucata.A Descoberta da América, 1990, óleo sobre tela.Malta Ilustrada, projeto apresentado em 2003.EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS E RETROSPECTIVAS DOCUMENTADAS1964: Galeria Santa Rosa, Rio de Janeiro.1965: Galeria da Aliança Francesa, Porto Alegre, Rio Grande do Sul.1965: Galeria Macunaíma, Rio de Janeiro.1966: Galeria Macunaíma, Rio de Janeiro.1966: Galeria Goeldi, Rio de Janeiro.1967: Galeria Goeldi, Rio de Janeiro.1971: Galeria Porto Velho, Rio de Janeiro.1976: O Clóvis Vem Aí, Galeria César Aché, Rio de Janeiro.1980: Baloarte Uma Mostra de Pintura no Céu, Banco Real, São Paulo.1988: Zaluar, o Canto e a Cor do Rio, Banco Central do Brasil, Rio de Janeiro.1993: Retrospectiva, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro.1998: O Príncipe das Trevas, Centro Cultural Cândido Mendes, Rio de Janeiro.1998: Saara Vitrine do Real, Fundação Cultural de Blumenau, Blumenau, Santa Catarina.2003: Malta Ilustrada de Aloysio Zaluar, Solar Grandjean de Montigny, Museu Universitário da PUC Rio, Rio de Janeiro. Inauguração em 5 de junho de 2003. Período expositivo de 6 de junho a 11 de julho de 2003.EXPOSIÇÃO EM DUPLA1995: Razões Sensíveis do Diálogo, Aloysio Zaluar e Urian Agria de Souza, Solar Grandjean de Montigny, Museu Universitário da PUC Rio, Rio de Janeiro, de 14 a 20 de dezembro de 1995. A exposição reuniu dezoito trabalhos dos dois artistas.EXPOSIÇÕES COLETIVAS, SALÕES E BIENAIS DOCUMENTADOS1957: 14º Salão Paranaense de Belas Artes, Curitiba, Paraná. Menção honrosa.1958: 7º Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro.1959: 16º Salão Paranaense de Belas Artes, Curitiba, Paraná. Menção honrosa.1963: 12º Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro.1966: 15º Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro.1967: 16º Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro. Fontes biográficas registram isenção de júri.1975: Artes Gráficas Brasileiras Hoje, mostra itinerante organizada pelo Itamaraty, com circulação pela Espanha, França e Portugal.1975: Arte Contemporânea Brasil Senegal, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.1977: Panorama de Arte Atual Brasileira, Artes Gráficas, Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo. Obras documentadas: Das Lumpens Udigrudi, O Clovis Vem Aí e Um Artista Tupiniquim ou Um Índio de Cetim.1978: 1ª Bienal Latino Americana de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo, Parque Ibirapuera, São Paulo. Participação documentada com projeto relacionado a O Clóvis Vem Aí.1982: Universo do Futebol, Acervo Galeria de Arte, Rio de Janeiro. Fontes biográficas também registram apresentação relacionada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.1989: Coleção Banerj 60 Obras, Paço Imperial, Rio de Janeiro.1995: Visions on Brazil, The Roger Smith Gallery, Nova York, Estados Unidos.1995: 1º Salão Nacional de Zumbi dos Palmares, Rio de Janeiro.1998: Coleção do Estado do Rio de Janeiro, Casa França Brasil, Rio de Janeiro.2000: O Que Neguinho Tá Fazendo, Fundição Progresso, Rio de Janeiro.2005: 40/80 Uma Mostra de Arte Brasileira, Léo Bahia Arte Contemporânea, Belo Horizonte, Minas Gerais.CINEMA E VÍDEO1977: O Clóvis Vem Aí. Roteiro e produção atribuídos a Aloysio Zaluar. Projeto cinematográfico relacionado à pesquisa dos mascarados do carnaval carioca.1979: Mitos Vadios Documento do Sub Homem. Produção em vídeo relacionada a performance coletiva de Aloysio Zaluar, Renato Codeço e Ivald Granato.1994: Trapizonga. Vídeo apresentado no Rio de Janeiro, com produção e direção identificadas nas fontes secundárias como Olivier.1999: Meia Lua de Compasso Brincadeira Carioca. Participação registrada de Aloysio Zaluar e Renata Valente no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.LIVROS, PUBLICAÇÕES E MANIFESTOSNão foi localizada, nas fontes consultadas, bibliografia que permita estabelecer uma lista segura de livros de autoria de Aloysio Zaluar.1975: Das Lumpens Udigrudi, manifesto associado a Pedra de Guaratiba.A produção documental do artista inclui panfletos, textos, reportagens, impressos, documentos de artista, reproduções xerográficas e materiais vinculados aos projetos O Clóvis Vem Aí, Baloarte, Trapizonga e Malta Ilustrada.Não foi localizada nas fontes consultadas uma relação completa e bibliograficamente confirmada de livros de artista ou publicações de artista editadas autonomamente por Zaluar.COLEÇÕES E ARQUIVOSAcervo Poema Processo, Brasil: conjunto de vinte registros atualmente associado ao artista, incluindo xerox, carimbos, desenhos, documentos e intervenções gráficas das décadas de 1960 e 1970.MUnA, Museu Universitário de Arte da Universidade Federal de Uberlândia: registro institucional dedicado a Aloysio Zaluar e referência biográfica baseada na Enciclopédia Itaú Cultural.Fontes de referência registram também obras em coleções do Banerj, Caixa Econômica Federal e Coleção do Estado do Rio de Janeiro.CRONOLOGIA CONSOLIDADA1937: nascimento em 3 de maio, Rio de Janeiro.1956 a 1961: estudos de pintura na Escola Nacional de Belas Artes.1957: participação no 14º Salão Paranaense de Belas Artes.1958: participação no 7º Salão Nacional de Arte Moderna.1959: participação no 16º Salão Paranaense de Belas Artes.1963: participação no 12º Salão Nacional de Arte Moderna. Ornamentação de ruas para o carnaval com Newton Sá e David Ribeiro. Documento corpo x ar.1964: primeira exposição individual documentada, Galeria Santa Rosa. Desenho profecia Rio e Desenho paz Rio.1965: Galeria da Aliança Francesa, Porto Alegre. Galeria Macunaíma, Rio de Janeiro. Participação na fundação da Escola de Belas Artes de Santa Maria.1966: Galeria Macunaíma e Galeria Goeldi. Participação no 15º Salão Nacional de Arte Moderna.1967: Galeria Goeldi. Participação no 16º Salão Nacional de Arte Moderna.1968: Serigrafia 68 Paranoia.1970: Documento arte, Documento ex cultura, Documento ex voto e Documento múltiplo.1971: exposição na Galeria Porto Velho.1973: Caixa de milagres e Teste psicológico.1974: Jornal de Ipanema.1975: Documento bucólico, Documento lúdico, Circuito de banheiro Curto circuito. Artes Gráficas Brasileiras Hoje. Arte Contemporânea Brasil Senegal. Manifesto Das Lumpens Udigrudi.1976: O Clóvis Vem Aí, Galeria César Aché.1977: filme O Clóvis Vem Aí. Panorama de Arte Atual Brasileira, Museu de Arte Moderna de São Paulo.1978: participação na 1ª Bienal Latino Americana de São Paulo com projeto relacionado a O Clóvis Vem Aí.1979: Mitos Vadios Documento do Sub Homem. O Clóvis já chegou.Década de 1980: série Baloarte.1980: Baloarte Uma Mostra de Pintura no Céu, Banco Real, São Paulo.1982: Universo do Futebol.1988: criação de Trapizonga. Zaluar, o Canto e a Cor do Rio, Banco Central do Brasil.1989: Coleção Banerj 60 Obras, Paço Imperial.1990: A Descoberta da América.1993: Retrospectiva, Centro Cultural Banco do Brasil.1994: vídeo Trapizonga.1995: Razões Sensíveis do Diálogo, Solar Grandjean de Montigny. Visions on Brazil, Nova York. 1º Salão Nacional de Zumbi dos Palmares.1998: O Príncipe das Trevas. Saara Vitrine do Real. Coleção do Estado do Rio de Janeiro.1999: Rio Percussão O Som da Forma. Participação em Meia Lua de Compasso Brincadeira Carioca.2000: O Que Neguinho Tá Fazendo, Fundição Progresso.2003: Malta Ilustrada de Aloysio Zaluar, Solar Grandjean de Montigny, PUC Rio.2005: 40/80 Uma Mostra de Arte Brasileira, Belo Horizonte.2026: falecimento aos 89 anos, comunicado pelo Retiro dos Artistas em 8 de julho.


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CURRICULUM IN ENGLISHIDENTIFICATIONFull name: Aloysio Emílio ZaluarProfessional name: Aloysio ZaluarBorn: May 3, 1937, Rio de Janeiro, BrazilDied: 2026, aged 89. His death was announced by the Retiro dos Artistas on July 8, 2026Nationality: BrazilianFields: painting, printmaking, drawing, filmmaking, video, performance, screen printing, photography, xerography, graphic art, objects, sound sculpture, visual communication and documentation of popular culturePrincipal city of activity: Rio de JaneiroMain historical contexts: Brazilian modern art, experimental art, conceptual art, urban culture, Rio de Janeiro carnival, Clóvis and Bate Bolas, capoeira, visual communication, graphic reproduction and artistic documentationRelationship with Poema Processo: the Poema Processo Collection currently preserves twenty records associated with Aloysio Zaluar. No sufficiently documented evidence was found in the sources consulted to establish his formal membership in the Poema Processo movement.EDUCATION1956 to 1961: studied painting at the Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.Teachers cited in biographical sources: Abelardo Zaluar, Henrique Cavalleiro, Jordão de Oliveira and Quirino Campofiorito.Printmaking: studies and practice with Oswaldo Goeldi and Darel Valença Lins.PROFESSIONAL ACTIVITIES AND PROJECTS1963: participated with Newton Sá and David Ribeiro in carnival street decoration projects in Rio de Janeiro.1965: participated in the foundation of the Escola de Belas Artes de Santa Maria, Rio Grande do Sul.1970s: development of artists documents, printed matter, xerography, rubber stamps, graphic interventions, conceptual works and investigations related to urban culture and criticism of the institutional art circuit.1975: development and circulation of the manifesto Das Lumpens Udigrudi, associated with Pedra de Guaratiba.From 1976 onward: systematic development of O Clóvis Vem Aí, a project focused on masked carnival performers in the western districts of Rio de Janeiro.1977: screenplay and production of the film O Clóvis Vem Aí.1979: production of Mitos Vadios Documento do Sub Homem, a video associated with a collective performance involving Aloysio Zaluar, Renato Codeço and Ivald Granato.1980s: development of the Baloarte series.1988: creation of Trapizonga, an object and sound sculpture constructed from discarded materials.1994: presentation of the video Trapizonga in Rio de Janeiro.1999: participation in Rio Percussão O Som da Forma at Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, Rio de Janeiro, involving capoeira, music, poetry, video, photography and Trapizonga.1999: participation in the film Meia Lua de Compasso Brincadeira Carioca with Renata Valente.2000: participation in O Que Neguinho Tá Fazendo at Fundição Progresso, Rio de Janeiro, with Documento das Lupens Udigrudi.2003: development and presentation of Malta Ilustrada, a project devoted to the visual memory of historic capoeira maltas, popular culture and Rio de Janeiro urban iconography.WORKS AND DOCUMENTS IN THE POEMA PROCESSO COLLECTIONDocumento corpo x ar, 1963, xerography, rubber stamp and pen.Desenho profecia Rio and Desenho paz Rio, 1964, xerography and pen.Serigrafia 68 Paranoia, 1968, xerography, rubber stamp, pen and pencil.Documento arte, 1970, xerography and pen.Documento ex cultura, 1970, xerography and pen.Documento ex voto, 1970, xerography and pen.Documento múltiplo, 1970, xerography and pen.Performance, 1970 to 1975, xerography, rubber stamp and pen.Caixa de milagres, 1973, xerography.Teste psicológico, 1973, xerography.Gravura japonesa Muiraquitã, record carrying the dates 1973 and 1967, xerography and rubber stamp.Jornal de Ipanema, 1974, xerography and pen.Documento bucólico, 1975, xerography.Documento lúdico, 1975, xerography, rubber stamp and pen.Circuito de banheiro Curto circuito, 1975, xerography, rubber stamp and pen.Macunaíma 67, no date given in the consulted record, xerography, rubber stamp and pen.Índio quer apito, no date given in the consulted record, xerography and rubber stamp.Alzalu em pleno estado de novo, no date given in the consulted record, xerography and pen.Entrevista de Bonito Oliva a Vida das Artes, no date given in the consulted record, xerography and pen.Joseph Kosuth, no date given in the consulted record, xerography, pen and rubber stamp.OTHER DOCUMENTED WORKS AND SERIESDas Lumpens Udigrudi, 1977, mixed media.O Clovis Vem Aí, 1977, mixed media.Um Artista Tupiniquim ou Um Índio de Cetim, 1977, mixed media.O Clóvis Vem Aí Trajetória de uma Notícia, 1978, project associated with the 1ª Bienal Latino Americana de São Paulo.O Clóvis já chegou, 1979, oil on wood.Baloarte series, 1980s.Trapizonga, 1988, object and sound sculpture made from discarded materials.A Descoberta da América, 1990, oil on canvas.Malta Ilustrada, project presented in 2003.SOLO AND RETROSPECTIVE EXHIBITIONS1964: Galeria Santa Rosa, Rio de Janeiro.1965: Galeria da Aliança Francesa, Porto Alegre, Rio Grande do Sul.1965: Galeria Macunaíma, Rio de Janeiro.1966: Galeria Macunaíma, Rio de Janeiro.1966: Galeria Goeldi, Rio de Janeiro.1967: Galeria Goeldi, Rio de Janeiro.1971: Galeria Porto Velho, Rio de Janeiro.1976: O Clóvis Vem Aí, Galeria César Aché, Rio de Janeiro.1980: Baloarte Uma Mostra de Pintura no Céu, Banco Real, São Paulo.1988: Zaluar, o Canto e a Cor do Rio, Banco Central do Brasil, Rio de Janeiro.1993: Retrospectiva, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro.1998: O Príncipe das Trevas, Centro Cultural Cândido Mendes, Rio de Janeiro.1998: Saara Vitrine do Real, Fundação Cultural de Blumenau, Blumenau, Santa Catarina.2003: Malta Ilustrada de Aloysio Zaluar, Solar Grandjean de Montigny, Museu Universitário da PUC Rio, Rio de Janeiro. Opening on June 5, 2003. Exhibition period from June 6 to July 11, 2003.TWO PERSON EXHIBITION1995: Razões Sensíveis do Diálogo, Aloysio Zaluar and Urian Agria de Souza, Solar Grandjean de Montigny, Museu Universitário da PUC Rio, Rio de Janeiro, December 14 to 20, 1995. The exhibition presented eighteen works by the two artists.GROUP EXHIBITIONS, ART SALONS AND BIENNIALS1957: 14º Salão Paranaense de Belas Artes, Curitiba, Paraná. Honorable mention.1958: 7º Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro.1959: 16º Salão Paranaense de Belas Artes, Curitiba, Paraná. Honorable mention.1963: 12º Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro.1966: 15º Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro.1967: 16º Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro. Biographical sources record jury exemption.1975: Artes Gráficas Brasileiras Hoje, traveling exhibition organized by the Brazilian Ministry of Foreign Affairs and circulated in Spain, France and Portugal.1975: Arte Contemporânea Brasil Senegal, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.1977: Panorama de Arte Atual Brasileira, Artes Gráficas, Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo. Documented works: Das Lumpens Udigrudi, O Clovis Vem Aí and Um Artista Tupiniquim ou Um Índio de Cetim.1978: 1ª Bienal Latino Americana de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo, Parque Ibirapuera, São Paulo. Documented participation with a project associated with O Clóvis Vem Aí.1982: Universo do Futebol, Acervo Galeria de Arte, Rio de Janeiro. Biographical sources also record a related presentation at the Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.1989: Coleção Banerj 60 Obras, Paço Imperial, Rio de Janeiro.1995: Visions on Brazil, The Roger Smith Gallery, New York, United States.1995: 1º Salão Nacional de Zumbi dos Palmares, Rio de Janeiro.1998: Coleção do Estado do Rio de Janeiro, Casa França Brasil, Rio de Janeiro.2000: O Que Neguinho Tá Fazendo, Fundição Progresso, Rio de Janeiro.2005: 40/80 Uma Mostra de Arte Brasileira, Léo Bahia Arte Contemporânea, Belo Horizonte, Minas Gerais.FILM AND VIDEO1977: O Clóvis Vem Aí. Screenplay and production attributed to Aloysio Zaluar. Film project related to his research into masked carnival performers in Rio de Janeiro.1979: Mitos Vadios Documento do Sub Homem. Video production associated with a collective performance by Aloysio Zaluar, Renato Codeço and Ivald Granato.1994: Trapizonga. Video presented in Rio de Janeiro, with production and direction identified in secondary sources as Olivier.1999: Meia Lua de Compasso Brincadeira Carioca. Recorded participation by Aloysio Zaluar and Renata Valente at Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.BOOKS, PUBLICATIONS AND MANIFESTOSNo sufficiently documented bibliography was located in the sources consulted to establish a reliable list of books authored by Aloysio Zaluar.1975: Das Lumpens Udigrudi, manifesto associated with Pedra de Guaratiba.His documentary production includes pamphlets, texts, press material, artists documents, xerographic reproductions and materials connected with O Clóvis Vem Aí, Baloarte, Trapizonga and Malta Ilustrada.No complete and bibliographically confirmed list of autonomous artists books or artists publications edited by Zaluar was located in the sources consulted.PUBLIC COLLECTIONS AND ARCHIVESPoema Processo Collection, Brazil: twenty records currently associated with the artist, including xerographic works, rubber stamps, drawings, documents and graphic interventions from the 1960s and 1970s.MUnA, Museu Universitário de Arte, Universidade Federal de Uberlândia: institutional record devoted to Aloysio Zaluar, including biographical information derived from the Enciclopédia Itaú Cultural.Reference sources also record works in the Banerj collection, Caixa Econômica Federal and Coleção do Estado do Rio de Janeiro.CONSOLIDATED CHRONOLOGY1937: born May 3 in Rio de Janeiro.1956 to 1961: studied painting at Escola Nacional de Belas Artes.1957: participated in the 14º Salão Paranaense de Belas Artes.1958: participated in the 7º Salão Nacional de Arte Moderna.1959: participated in the 16º Salão Paranaense de Belas Artes.1963: participated in the 12º Salão Nacional de Arte Moderna. Carnival street decoration with Newton Sá and David Ribeiro. Documento corpo x ar.1964: first documented solo exhibition at Galeria Santa Rosa. Desenho profecia Rio and Desenho paz Rio.1965: Galeria da Aliança Francesa, Porto Alegre. Galeria Macunaíma, Rio de Janeiro. Participation in the foundation of the Escola de Belas Artes de Santa Maria.1966: Galeria Macunaíma and Galeria Goeldi. Participated in the 15º Salão Nacional de Arte Moderna.1967: Galeria Goeldi. Participated in the 16º Salão Nacional de Arte Moderna.1968: Serigrafia 68 Paranoia.1970: Documento arte, Documento ex cultura, Documento ex voto and Documento múltiplo.1971: exhibition at Galeria Porto Velho.1973: Caixa de milagres and Teste psicológico.1974: Jornal de Ipanema.1975: Documento bucólico, Documento lúdico and Circuito de banheiro Curto circuito. Artes Gráficas Brasileiras Hoje. Arte Contemporânea Brasil Senegal. Manifesto Das Lumpens Udigrudi.1976: O Clóvis Vem Aí at Galeria César Aché.1977: film O Clóvis Vem Aí. Panorama de Arte Atual Brasileira at Museu de Arte Moderna de São Paulo.1978: participation in the 1ª Bienal Latino Americana de São Paulo with a project associated with O Clóvis Vem Aí.1979: Mitos Vadios Documento do Sub Homem. O Clóvis já chegou.1980s: Baloarte series.1980: Baloarte Uma Mostra de Pintura no Céu, Banco Real, São Paulo.1982: Universo do Futebol.1988: creation of Trapizonga. Zaluar, o Canto e a Cor do Rio, Banco Central do Brasil.1989: Coleção Banerj 60 Obras, Paço Imperial.1990: A Descoberta da América.1993: Retrospectiva, Centro Cultural Banco do Brasil.1994: video Trapizonga.1995: Razões Sensíveis do Diálogo, Solar Grandjean de Montigny. Visions on Brazil, New York. 1º Salão Nacional de Zumbi dos Palmares.1998: O Príncipe das Trevas. Saara Vitrine do Real. Coleção do Estado do Rio de Janeiro.1999: Rio Percussão O Som da Forma. Participation in Meia Lua de Compasso Brincadeira Carioca.2000: O Que Neguinho Tá Fazendo, Fundição Progresso.2003: Malta Ilustrada de Aloysio Zaluar, Solar Grandjean de Montigny, PUC Rio.2005: 40/80 Uma Mostra de Arte Brasileira, Belo Horizonte.2026: died at the age of 89, with his death announced by the Retiro dos Artistas on July 8.


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